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ConceitoPublicado

Propriedade social

Quem possui, quem decide e quem se apropria dos resultados dos meios de produção

Propriedade social designa formas em que os meios de produção pertencem à sociedade ou a coletivos, e não a proprietários privados. Abrange arranjos distintos, estatal, cooperativo, comunal, de gestão operária, que diferem sobretudo em quem decide e quem recebe os resultados.

Também: propriedade social dos meios de produção · social ownership · društvena svojina (Iugoslávia)

Índice e ficha

Propriedade social é a expressão usada, em diversas tradições socialistas, para designar formas de posse dos meios de produção, terra, fábricas, minas, infraestrutura, bancos, que não pertencem a proprietários privados, mas à sociedade como um todo ou a coletivos definidos (trabalhadores de uma empresa, membros de uma cooperativa, uma comunidade local). É um conceito central na definição de Socialismo: a Stanford Encyclopedia of Philosophy, por exemplo, parte da exigência mínima de que a maior parte dos meios de produção esteja sob controle social e democrático, e lembra que socialismo não se confunde com estatismo 1.

O termo, porém, encobre arranjos muito diferentes. A propriedade estatal soviética, a propriedade social autogerida da Iugoslávia, as cooperativas de trabalhadores ou de consumidores e os bens comuns geridos por comunidades têm regras distintas sobre quem decide, quem responde pelos resultados e quem se apropria do excedente. Por isso este verbete separa duas perguntas que costumam ser confundidas: quem é o titular dos meios de produção e quem efetivamente os controla e gere.

O verbete trata também da distinção marxista entre propriedade pessoal (bens de uso) e propriedade dos meios de produção, assunto do explicador O socialismo acaba com toda propriedade?; das formas históricas de propriedade socializada no século XX; da referência não socialista de Elinor Ostrom sobre bens comuns; e das propostas de serviços universais. Resultados de cada experiência são apresentados como resultados observados, separados das propostas teóricas.

Definição mínima: o que se socializa

Explicação conceitual

No uso socialista, "propriedade social" refere-se aos meios de produção, isto é, aos recursos usados para produzir bens e serviços, e não ao conjunto das coisas possuídas por pessoas. Uma definição de referência descreve-a como propriedade reconhecida como pertencente à sociedade como um todo, e não a membros ou grupos particulares, e lista como formas a propriedade comunitária, estatal, comum, dos empregados, cooperativa e a participação acionária de cidadãos 2.

Três elementos costumam ser distinguidos quando se analisa qualquer forma de propriedade:

  • titularidade: quem é o dono formal (o Estado, uma cooperativa, um município, um coletivo de trabalhadores);
  • controle e gestão: quem decide o que produzir, como, com que investimentos e com que organização do trabalho;
  • direito ao rendimento: quem se apropria do excedente (lucro, renda) e como ele é distribuído.

A mesma referência observa que a propriedade estatal, por si só, não torna um ativo socialmente possuído: seria preciso também que os direitos sobre o rendimento pertençam à sociedade 2. Na formulação da Stanford Encyclopedia, uma economia estatal sem controle democrático das pessoas que nela vivem é estatismo, e não socialismo 1. Essa distinção é conceitual; a seção sobre experiências históricas mostra como ela se aplicou (ou não) na prática.

Propriedade pessoal e propriedade dos meios de produção

Formulação teóricaDocumento de época

A distinção entre propriedade pessoal e propriedade privada dos meios de produção é antiga na teoria marxista. No Manifesto do Partido Comunista (1848), Marx e Engels afirmam que o traço distintivo do comunismo não é a abolição da propriedade em geral, mas a abolição da propriedade burguesa, e que o comunismo não priva ninguém do poder de se apropriar de produtos da sociedade, apenas do poder de subjugar o trabalho alheio por meio dessa apropriação 3. Na leitura marxista, a propriedade privada relevante é uma relação social entre o proprietário de meios de produção e quem deles está privado; já a propriedade pessoal compreende objetos de uso, roupas, utensílios, moradia, veículos 4.

A distinção foi incorporada a textos constitucionais. A Constituição soviética de 1936 dividia a "propriedade socialista" em duas formas, a propriedade estatal, definida como "patrimônio de todo o povo", e a propriedade cooperativa e dos colcozes, e, em artigo separado, protegia a propriedade pessoal dos cidadãos sobre rendimentos do trabalho, poupanças, casa de moradia, bens domésticos e sua herança. Admitia ainda uma pequena economia privada de camponeses e artesãos individuais baseada no trabalho próprio, desde que sem exploração de trabalho alheio 5. Esses são documentos de época: o que a Constituição garantia no papel não equivale ao que ocorria na prática (ver a seção de avaliação crítica e o verbete União Soviética).

Uma explicação mais detalhada, voltada a dúvidas frequentes, está em O socialismo acaba com toda propriedade?.

Formas de propriedade comparadas

Explicação conceitual

A tabela deste verbete compara seis formas de propriedade segundo titularidade, quem decide, quem fica com o excedente e exemplos. As fronteiras não são rígidas: há empresas estatais com participação de trabalhadores na gestão, cooperativas muito grandes com empregados não sócios, bens comuns regulados pelo Estado. A comparação não pretende classificar formas como melhores ou piores, e sim tornar visíveis as diferenças que o termo genérico "propriedade social" esconde.

Dois pontos merecem destaque. Primeiro, propriedade estatal existe em economias de todos os tipos, capitalistas, mistas e de planejamento central, e não basta para caracterizar uma economia como socialista (ver Estado de bem-estar é socialismo?). Segundo, cooperativas surgiram dentro de economias de mercado desde o século XIX e convivem com elas até hoje (ver Cooperativismo); sua existência não implica, por si, uma transformação do sistema.

Formas históricas no século XX

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

Propriedade estatal de tipo soviético. Na União Soviética, a propriedade estatal da indústria, da terra, dos transportes e dos bancos foi combinada com o planejamento central (ver Planejamento econômico). A titularidade era formalmente "de todo o povo"; o controle, na prática, estava concentrado no aparelho de partido e Estado, nos ministérios e no Gosplan. Críticos de dentro da própria tradição socialista apontaram justamente essa distância. O conselhista Anton Pannekoek escreveu que a propriedade estatal deixa os trabalhadores subordinados a funcionários que controlam os meios de produção, decidem a distribuição do produto e fixam salários, e a classificou como um programa de "capitalismo modernizado e disfarçado"; para ele, o objetivo deveria ser a propriedade comum dos próprios produtores 6. Cornelius Castoriadis, do grupo Socialisme ou Barbarie, descreveu a URSS como capitalismo burocrático e propôs substituir a divisão proprietário/trabalhador pela análise da divisão entre dirigentes e executantes 7. Essas são avaliações críticas de autores identificados.

Propriedade social iugoslava. Depois da ruptura com Moscou em 1948, a Iugoslávia adotou, a partir de 1950, conselhos operários eleitos pelos empregados, que nomeavam os gestores das empresas de "propriedade social" 8. O termo oficial (društvena svojina) indicava que a empresa não pertencia nem ao Estado nem aos trabalhadores individualmente, mas à sociedade, cabendo aos trabalhadores o direito de gerila 2. O arranjo é tratado em detalhe em Autogestão e Socialismo de mercado.

Cooperativas e colcozes. A propriedade cooperativa aparece tanto em economias de planejamento central (os colcozes soviéticos, que na prática estiveram sujeitos a metas estatais e à coletivização forçada de 1929–1933) quanto em economias de mercado (cooperativas de trabalho, de consumo, de crédito). O caso de Mondragón, no País Basco, é o exemplo mais citado de cooperativismo industrial em grande escala dentro de uma economia capitalista 9.

China e Vietnã. A Constituição chinesa em vigor define a propriedade pública socialista como base do sistema econômico e reconhece as economias individual, privada e outras não públicas como "componentes importantes" 10; a Constituição vietnamita de 2013 fala em economia de mercado de orientação socialista com múltiplas formas de propriedade, em que o setor estatal tem papel dirigente 11. A classificação acadêmica desses sistemas é discutida em Socialismo de mercado.

Bens comuns: a referência de Elinor Ostrom

Formulação teóricaFatos documentados

Uma contribuição importante para o debate sobre formas não privadas de propriedade veio de fora da tradição socialista. A cientista política norte-americana Elinor Ostrom (1933–2012), que dividiu o prêmio de ciências econômicas em memória de Alfred Nobel de 2009 com Oliver Williamson, estudou comunidades que gerem recursos de uso comum, pastagens, pesqueiros, florestas, sistemas de irrigação. Em Governing the Commons (1990), mostrou que muitos desses grupos criam regras duradouras de uso sustentável, contestando a tese da "tragédia dos comuns" formulada por Garrett Hardin em 1968, segundo a qual recursos compartilhados seriam inevitavelmente superexplorados 12 13 14.

Ostrom sistematizou oito princípios de desenho para instituições duradouras de recursos comuns, entre eles limites claramente definidos, monitoramento, sanções graduais e mecanismos baratos de resolução de conflitos, e defendeu a governança policêntrica, com decisões tomadas o mais perto possível dos afetados 12. Sua conclusão central é que tais recursos podem ser bem geridos sem regulação estatal centralizada e sem privatização.

Ostrom não era socialista, e seu trabalho trata de recursos específicos, de escala local ou regional; não é uma teoria da propriedade dos meios de produção industriais. Ele é citado em debates socialistas e ecológicos (ver Ecossocialismo) como evidência de que existe uma terceira via institucional entre Estado e mercado para certos bens, uso que é interpretação de quem o cita, e não posição da autora.

Serviços universais e desmercantilização

Proposta políticaExplicação conceitual

Outra forma de socializar o acesso a bens, sem necessariamente mudar a propriedade dos meios de produção, é a provisão pública e universal de serviços. Uma proposta recente com esse nome, serviços básicos universais (universal basic services), foi apresentada por um relatório do Instituto para a Prosperidade Global da University College London (UCL), datado de 2016–2017, que modelou o custo de oferecer gratuitamente, no Reino Unido, serviços como saúde, educação, moradia, alimentação básica, transporte, internet básica e assistência jurídica. A proposta é descrita como um desenvolvimento do modelo de Estado de bem-estar, e o Partido Trabalhista britânico anunciou em 2018 que a incorporaria ao seu programa 15.

Serviços públicos universais, por si, não caracterizam uma economia como socialista: existem em economias capitalistas com forte Estado de bem-estar. A relação entre essas políticas e o socialismo é tratada no explicador Estado de bem-estar é socialismo?. Para correntes socialistas, a ampliação de serviços universais pode ser vista como passo, complemento ou alternativa à socialização dos meios de produção, trata-se de proposta política e de debate, não de consenso.

Quem decide: controle e gestão versus titularidade

Avaliação críticaDebate em aberto

A experiência do século XX tornou central uma pergunta que os textos clássicos deixavam em aberto: quem decide quando a propriedade deixa de ser privada? As respostas formam um espectro:

  • Gestão estatal centralizada: ministérios e órgãos de planejamento decidem; gestores respondem a metas do plano. Críticos socialistas (Pannekoek, Castoriadis, correntes trotskistas e conselhistas) argumentaram que isso cria uma camada dirigente separada dos trabalhadores 6 7.
  • Autogestão de empresa: trabalhadores elegem conselhos e gestores, como na Iugoslávia. Economistas apontaram problemas de investimento e desigualdade entre empresas (ver Autogestão).
  • Propriedade social com mercado: empresas públicas ou cooperativas competem em mercados; o Estado regula e orienta o investimento (ver Socialismo de mercado).
  • Planejamento democrático participativo: conselhos de trabalhadores e consumidores negociam planos (ver Planejamento econômico).

A Stanford Encyclopedia registra ainda a posição de autores para quem nenhum esquema de propriedade deve ser tratado como fim em si mesmo, devendo ser avaliado pela medida em que realiza princípios como igualdade de oportunidades e liberdade; registra também o debate sobre a "democracia de proprietários" (property-owning democracy), em que a propriedade amplamente dispersa entre indivíduos ou grupos de trabalhadores seria uma alternativa ao socialismo de propriedade pública 1.

O que segue em debate: se é possível combinar propriedade social com controle democrático efetivo em grande escala; qual o papel do Estado, das cooperativas e dos mercados; como evitar que gestores, de empresa ou de Estado, se tornem uma camada com interesses próprios; e como conciliar autonomia local com coordenação geral.

Resultados observados: o que se sabe e o que não se sabe

Avaliação críticaFatos documentados

Separar proposta de resultado exige cautela. Algumas constatações documentadas:

  • Economias de propriedade estatal predominante e planejamento central conseguiram industrialização acelerada em certos períodos, mas conviveram com escassez crônica de bens, analisada por János Kornai como traço sistêmico e não como erro ocasional de planejadores 16 (ver Planejamento econômico).
  • A propriedade social autogerida iugoslava conviveu com crescimento em parte do período, mas também com desemprego elevado, forte emigração de trabalhadores, grandes desigualdades regionais e, nos anos 1980, crise de dívida e inflação muito alta 8.
  • Estudos sobre cooperativas de trabalho em economias de mercado indicam maior sobrevivência e maior estabilidade do emprego em vários países, com evidência mista sobre produtividade 17 (dados a conferir nos estudos originais).

Esses resultados dependem de contexto (guerra, cerco econômico, nível de desenvolvimento, regime político) e não permitem inferir, por simples comparação de antes e depois, que uma forma de propriedade "causa" um resultado. A discussão mais geral sobre como avaliar experiências está em Como avaliar realizações e violações das experiências socialistas? e Por que experiências socialistas entraram em crise?.

Comparações

Tabelas resumem tendências gerais; cada linha simplifica debates que o texto detalha. Classificações sobrepostas não são exclusivas.

Formas de propriedade dos meios de produção
CritérioQuem é o titularQuem decide (em regra)Quem fica com o excedenteExemplos
Privada (capitalista)Pessoas, famílias ou acionistasProprietários e gestores por eles nomeadosProprietários (lucro, dividendos)Sociedades anônimas, empresas familiares
EstatalEstado (nacional, regional ou municipal)Governo, ministérios, gestores nomeadosTesouro público (pode ser redistribuído ou não)Estatais em economias capitalistas e socialistas; indústria soviética
Social (autogerida)"A sociedade" (sem dono individual)Coletivo de trabalhadores, via conselhos eleitosEmpresa e trabalhadores, com contribuições à sociedadeEmpresas iugoslavas (1950–1989)
CooperativaSócios (trabalhadores, consumidores ou produtores)Assembleia de sócios, em regra um voto por pessoaSócios e fundos coletivosMondragón; cooperativas de trabalho; colcozes (sob controle estatal)
Comunal / bens comunsComunidade local ou grupo de usuáriosRegras coletivas dos usuáriosUso compartilhado do recursoPastagens, pesqueiros, sistemas de irrigação estudados por Ostrom
PessoalIndivíduo ou famíliaO próprio usuárioNão há excedente apropriado de trabalho alheioMoradia, bens de uso, poupança do trabalho

Tipos ideais. Na prática há formas mistas (estatais com participação de trabalhadores, cooperativas com empregados não sócios, comuns regulados pelo Estado). A tabela não avalia desempenho. Fontes: Social ownership, Constitution (Fundamental Law) of the Union of Soviet Socialist Republics (1936), Elinor Ostrom, Mondragon Corporation.

Citações

Cada citação traz o grau de confirmação: frase famosa sem fonte localizada não é tratada como autêntica.

  • Paráfrase
    “O comunismo não priva ninguém do poder de se apropriar de produtos da sociedade; tudo o que faz é privá-lo do poder de subjugar o trabalho alheio por meio dessa apropriação.”

    Communism deprives no man of the power to appropriate the products of society; all that it does is to deprive him of the power to subjugate the labour of others by means of such appropriations.

    Manifesto do Partido Comunista (1848), capítulo II.

    Tradução livre da redação a partir da tradução inglesa do Marxists Internet Archive; o original é alemão. Para citação em publicação, usar tradução brasileira publicada e identificada.

    Fonte: Manifesto of the Communist Party, II. Proletarians and Communists

Cronologia

  1. 1848

    Manifesto do Partido Comunista distingue abolição da propriedade burguesa de abolição da propriedade em geral.3

  2. dezembro de 1936

    Constituição soviética define propriedade estatal e cooperativa-colcoziana como formas da propriedade socialista e protege a propriedade pessoal.5

  3. 1950

    Iugoslávia introduz conselhos operários nas empresas de propriedade social.8

  4. 1968

    Garrett Hardin publica "The Tragedy of the Commons" na revista Science.14

  5. 1990

    Elinor Ostrom publica Governing the Commons.13

  6. 2009

    Ostrom recebe, com Oliver Williamson, o prêmio de ciências econômicas em memória de Nobel.12

Bibliografia comentada

  • Pablo Gilabert; Martin O'Neill. Socialism (2019 (revisão substantiva de 2024))

    Verbete filosófico de referência; separa socialismo de estatismo e discute propriedade, democracia de proprietários e modelos de socialismo de mercado.

  • Karl Marx; Friedrich Engels. Manifesto of the Communist Party, II. Proletarians and Communists (1848)

    Texto clássico para a distinção entre propriedade burguesa e propriedade em geral; ler o capítulo II inteiro, não frases isoladas.

  • Constitution (Fundamental Law) of the Union of Soviet Socialist Republics (1936) (1936)

    Documento de época útil para ver como as formas de propriedade foram codificadas na URSS; não descreve a prática.

  • Elinor Ostrom. Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action (1990)

    Estudo empírico de instituições de bens comuns; referência não socialista muito usada em debates sobre alternativas a Estado e mercado.

  • Anton Pannekoek. Workers' Councils (1941–1947 (ed. holandesa 1946; ed. inglesa 1950))

    Crítica conselhista à propriedade estatal e defesa da propriedade comum gerida pelos produtores.

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Pablo Gilabert; Martin O'Neill. Socialism. Stanford Encyclopedia of Philosophy, 2019 (revisão substantiva de 2024).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  2. 2Social ownership. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  3. 3Karl Marx; Friedrich Engels. Manifesto of the Communist Party, II. Proletarians and Communists. Marxists Internet Archive (tradução inglesa), 1848.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]A página consultada não identifica o tradutor; o original é alemão (1848).
  4. 4Personal property. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  5. 5Constitution (Fundamental Law) of the Union of Soviet Socialist Republics (1936). Marxists Internet Archive (tradução inglesa), 1936.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  6. 6Anton Pannekoek. Workers' Councils. Marxists Internet Archive, 1941–1947 (ed. holandesa 1946; ed. inglesa 1950).[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  7. 7Cornelius Castoriadis. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  8. 8Economy of the Socialist Federal Republic of Yugoslavia. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Séries de diferentes origens (inclusive estimativas da CIA para 1989); conferir nas fontes estatísticas originais.
  9. 9Mondragon Corporation. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Números de faturamento e emprego são autodeclarados pela corporação e reproduzidos pela página.
  10. 10China's Constitution of 1982 with Amendments through 2018. Constitute Project (tradução inglesa).[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
  11. 11Viet Nam's Constitution of 2013. Constitute Project (tradução inglesa).[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
  12. 12Elinor Ostrom. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  13. 13Elinor Ostrom. Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action. Cambridge University Press, 1990.[Historiografia · referência bibliográfica]
  14. 14Garrett Hardin. The Tragedy of the Commons. Science, 1968.[Historiografia · referência bibliográfica]
  15. 15Universal basic services. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]A página traz datas inconsistentes para o relatório da UCL (dez. 2016 e out. 2017).
  16. 16Shortage economy. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  17. 17Worker cooperative (acessada via "Labor-managed firm"). Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]O endereço redireciona para o artigo sobre cooperativas de trabalho; os dados empíricos citados vêm de estudos referidos ali e devem ser conferidos nas fontes originais.

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Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP (assistida por IA)
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
1.956 palavras · 17 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoRedação inicial com base em páginas abertas em 19/10/2026 (SEP, MIA, Constitute Project, Wikipedia) e referências bibliográficas conhecidas. Pendente: conferir a tradução brasileira publicada do Manifesto para a citação; conferir números de Mondragón e dos estudos sobre cooperativas nas fontes originais; conferir as datas do relatório da UCL; revisão humana de todo o texto.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

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Como citar: Propriedade social. In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/propriedade-social.

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