Pular para o conteúdo
Exército Lulaacervo documental
CorrentePublicado

Marxismo-leninismo

Doutrina oficial da URSS e do movimento comunista internacional a partir dos anos 1920

Nome dado, depois da morte de Lenin (1924), à doutrina sistematizada sob a direção de Stalin e adotada como ideologia oficial do Estado soviético, da Internacional Comunista e da maior parte dos partidos comunistas do século XX.

Também: marxismo–leninismo · Marxism–Leninism · марксизм-ленинизм

Índice e ficha

Marxismo-leninismo é o nome da doutrina que o Partido Comunista da União Soviética apresentou, a partir de meados dos anos 1920, como a síntese autorizada das ideias de Marx, Engels e Lenin. Tornou-se a ideologia oficial do Estado soviético, da Internacional Comunista (até sua dissolução, em 1943) e da maioria dos partidos comunistas no mundo, inclusive dos que governaram Estados na Europa do Leste, na Ásia, no Caribe e na África.

É importante distinguir três coisas próximas: o marxismo em geral, conjunto amplo e plural de teorias derivadas de Marx; o leninismo, as ideias e práticas políticas do próprio Lenin (1870–1924); e o marxismo-leninismo, a doutrina codificada depois de sua morte, sob a direção de Josef Stalin, com manuais, cânone de textos e instituições de ensino. Os defensores do marxismo-leninismo o consideram continuidade direta do leninismo; críticos de diversas correntes sustentam que ele modificou, simplificou ou deformou tanto Marx quanto Lenin. Este verbete apresenta as duas leituras.

Origem do termo

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

O termo consolidou-se na União Soviética depois da morte de Lenin, em janeiro de 1924, no contexto da luta pela sucessão no partido 1. Em abril de 1924, Stalin pronunciou na Universidade Sverdlov, em Moscou, as conferências publicadas no mesmo ano como Os fundamentos do leninismo (Ob osnovakh leninizma), dedicadas aos novos militantes recrutados na "promoção Lenin" 2. Nelas, apresentou o leninismo como um sistema, com capítulos sobre raízes históricas, método, teoria, ditadura do proletariado, questão camponesa, questão nacional, estratégia e tática, partido e "estilo de trabalho" 2, e o definiu como o marxismo da época do imperialismo e da revolução proletária 3.

Em 1926, Questões do leninismo aprofundou essa sistematização e incorporou a tese do "socialismo num só país", que era objeto de disputa com Trotsky, Zinoviev e Kamenev 1. O enquadramento ganhou forma canônica com a História do Partido Comunista (bolchevique) da URSS, Breve curso, publicada em 1938 em nome de uma comissão do Comitê Central, com participação direta de Stalin; seu capítulo "Sobre o materialismo dialético e o materialismo histórico" foi atribuído a Stalin e tornou-se a exposição filosófica oficial 1 4. O Breve curso foi leitura obrigatória na URSS e no movimento comunista até ser desautorizado depois do XX Congresso do PCUS, em 1956 4.

Em síntese: o conteúdo reivindica Lenin, mas a forma doutrinária, um corpo fechado de princípios, ensinado por manuais e interpretado pela direção do partido, é obra do período stalinista. Isso é fato documentado; se essa forma foi fiel ou não a Lenin é interpretação (ver abaixo).

Doutrina oficial: URSS, Comintern e partidos comunistas

Fatos documentados

A partir do fim dos anos 1920, o marxismo-leninismo funcionou como ortodoxia de Estado na URSS: disciplina obrigatória nas universidades, critério de seleção de quadros e referência das decisões do partido. A Internacional Comunista, que já exigia de seus membros o centralismo democrático e a disciplina às decisões do centro desde as 21 condições de 1920 5, passou a exigir também a adesão à interpretação soviética da doutrina. A "bolchevização" dos partidos comunistas na segunda metade dos anos 1920 incluiu a adoção desse modelo e o afastamento de dirigentes considerados desviantes.

Após a Segunda Guerra Mundial, o marxismo-leninismo tornou-se a ideologia declarada dos partidos governantes nas democracias populares da Europa do Leste, na República Popular da China (1949), na Coreia do Norte, no Vietnã, em Cuba (que adotou a referência a partir do início dos anos 1960) e em diversos Estados africanos e asiáticos nos anos 1970. Também partidos comunistas fora do poder, como o PCB, adotavam-no como fundamento programático.

Depois da morte de Stalin (1953) e do relatório de Khrushchev no XX Congresso (1956), a doutrina continuou oficial, mas foi depurada do culto a Stalin. As divergências sino-soviéticas, a partir do fim dos anos 1950, transformaram o marxismo-leninismo em terreno de disputa: cada lado acusava o outro de "revisionismo" ou de "dogmatismo" 1.

Conceitos centrais

Formulação teórica

Os manuais marxista-leninistas organizavam a doutrina em três partes, materialismo dialético e histórico (filosofia), economia política e comunismo científico (teoria política). Os conceitos mais característicos são:

  • Partido de vanguarda. Retomando Que fazer? (Lenin, 1902), o partido é a organização dos revolucionários mais conscientes, que leva à classe operária a consciência socialista e dirige sua luta. Na versão codificada, o partido passa a ser também o dirigente do Estado e da sociedade.
  • Centralismo democrático. Discussão livre antes da decisão, unidade obrigatória na ação depois dela, eleição dos órgãos dirigentes e subordinação da minoria à maioria e dos órgãos inferiores aos superiores. Era condição de filiação à Internacional desde 1920 6. Na prática soviética, a partir da proibição das frações (X Congresso, 1921) e sobretudo sob Stalin, o polo "centralista" prevaleceu, avaliação feita tanto por críticos quanto, depois de 1956, por documentos dos próprios partidos comunistas.
  • Ditadura do proletariado. O Estado de transição mencionado por Marx na Crítica do Programa de Gotha 7, entendido como poder da classe operária, exercido por meio do partido, para reprimir a resistência das antigas classes dominantes e construir o socialismo.
  • Imperialismo. A partir de O imperialismo, fase superior do capitalismo (Lenin, 1917): monopólios, capital financeiro, exportação de capitais e partilha do mundo entre potências. Daí a importância dada às lutas anticoloniais e à aliança com movimentos de libertação nacional.
  • Estado socialista e etapas. A sequência socialismo (fase inferior) → comunismo (fase superior), fixada por Lenin em O Estado e a Revolução 8, e a tese de que o socialismo pode ser construído num só país, formulada por Stalin a partir de 1924–1926 1.
  • Aliança operário-camponesa e questão nacional. A revolução nos países de maioria camponesa e colonial seria dirigida pela classe operária e seu partido, em aliança com o campesinato e, em certas etapas, com setores da burguesia nacional.

Variantes nacionais

Fatos documentadosInterpretação historiográficaDebate em aberto

Vários partidos governantes desenvolveram formulações próprias, sempre se apresentando como aplicação criativa do marxismo-leninismo a condições nacionais. A questão "isso ainda é marxismo-leninismo?" é ela mesma objeto de disputa.

Maoismo (Pensamento Mao Zedong)

Fatos documentadosFormulação teórica

O Partido Comunista da China tem como guia o "marxismo-leninismo e o Pensamento Mao Zedong". Entre as ênfases de Mao estão o papel revolucionário do campesinato, a guerra popular prolongada, a "linha de massas" e, depois de 1956, a tese de que a luta de classes continua sob o socialismo, base teórica da Revolução Cultural. Depois da ruptura sino-soviética, o maoismo e o hoxhaísmo apresentaram-se como marxismo-leninismo "antirrevisionista" 1. Ver o verbete planejado sobre o maoismo e os verbetes China (República Popular da China), Grande Salto Adiante e Mortes da fome do Grande Salto Adiante.

Juche (Coreia do Norte)

Fatos documentadosDebate em aberto

A Constituição norte-coreana de 1972 ainda declarava que o Partido do Trabalho da Coreia se guiava pela aplicação criativa do marxismo-leninismo às condições do país. Na reforma constitucional de 1992, a referência ao marxismo-leninismo foi suprimida e a ideia Juche ("autossuficiência") passou a ser a diretriz principal 9; em reformas posteriores a palavra "comunismo" também desapareceu do texto constitucional. Há debate entre especialistas: para alguns, o Juche rompeu com o marxismo-leninismo e tornou-se uma ideologia nacionalista e personalista; para outros, ele permanece derivado daquela matriz. Pela autodefinição oficial desde 1992, o Juche não se apresenta como marxismo-leninismo.

Hoxhaísmo (Albânia)

Fatos documentados

Enver Hoxha, dirigente do Partido do Trabalho da Albânia entre 1941 e 1985, rompeu com a URSS após 1956, aliou-se à China e depois rompeu também com ela (1978), reivindicando ser o único defensor consequente do marxismo-leninismo e da herança de Stalin 1. A corrente "hoxhaísta" deu origem a pequenos partidos em vários países, inclusive na América Latina. Datas a conferir em historiografia especializada.

Ho Chi Minh e o Vietnã

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

O Partido Comunista do Vietnã tem como fundamento o "marxismo-leninismo e o pensamento Ho Chi Minh". Ho Chi Minh, que participou da fundação do Partido Comunista Francês (1920) e atuou na Internacional Comunista, combinou a doutrina com a luta de libertação nacional contra a França e depois contra os Estados Unidos. A historiografia discute o peso relativo do nacionalismo anticolonial e do comunismo em sua trajetória. Ver Vietnã.

Outras apropriações

Interpretação historiográfica

Em Cuba, o movimento revolucionário de 1959 não se originou do partido comunista local, mas a direção revolucionária declarou o caráter socialista da revolução em 1961 e passou a se reivindicar marxista-leninista (ver Revolução Cubana e Ernesto Che Guevara). Movimentos de libertação na África, como os liderados por Amílcar Cabral, e governos como o de Thomas Sankara dialogaram com o marxismo-leninismo de formas diversas, nem sempre com adesão formal. Na América Latina, José Carlos Mariátegui elaborou, antes da codificação stalinista, uma leitura própria do marxismo aplicada à realidade andina.

Críticas

Posição de outras organizações e correntesDebate em aberto

O marxismo-leninismo foi criticado de dentro e de fora da tradição marxista. As principais linhas:

  • Trotskistas. Para Trotsky e seus seguidores, a doutrina oficial legitimou a dominação de uma burocracia que se separou da classe operária; a tese do socialismo num só país seria um abandono do internacionalismo de Lenin 10. Ver Trotskismo.
  • Conselhistas e esquerda comunista. Autores como Anton Pannekoek e Herman Gorter (e, por outra via, Amadeo Bordiga) criticaram o papel do partido sobre os conselhos operários e a "substituição" da classe pelo partido, já em Lenin.
  • Luxemburguistas. A crítica de Rosa Luxemburgo (1918) à supressão das liberdades políticas pelos bolcheviques é retomada contra o modelo de partido único. Ver o verbete.
  • Eurocomunistas. Nos anos 1970, os partidos comunistas da Itália, da Espanha e da França (este de modo menos duradouro) afastaram-se do modelo soviético, defenderam o pluralismo político e abandonaram a fórmula "ditadura do proletariado".
  • Liberais e conservadores. Associaram o marxismo-leninismo ao totalitarismo e sustentaram que a repressão decorreria da própria doutrina; outros historiadores contestam essa ligação direta e o próprio conceito de totalitarismo 1. Ver Stalinismo.
  • Anarquistas. Desde Bakunin, criticam a ideia de um Estado de transição, que, para eles, tende a se perpetuar; a repressão bolchevique aos anarquistas (Kronstadt e a Ucrânia de Makhno, 1921) reforçou essa crítica.
  • Teses do "capitalismo de Estado". Diversos autores, de correntes diferentes, descreveram a economia soviética como capitalismo de Estado, coletivismo burocrático ou socialismo de Estado, e não como socialismo 1 11.

Os defensores do marxismo-leninismo respondem que essas críticas ignoram o cerco imperialista, a guerra civil, a agressão nazista e as conquistas sociais dos Estados socialistas, e que a disciplina partidária foi condição de sobrevivência. Essas posições pertencem ao debate político; os fatos históricos correspondentes são tratados nos verbetes de cada experiência.

Usos atuais

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

Depois de 1991, o marxismo-leninismo continuou a ser a referência declarada dos partidos governantes da China, do Vietnã, de Laos e de Cuba, em combinação com formulações nacionais e, no caso chinês e vietnamita, com reformas de mercado. Fora do poder, numerosos partidos comunistas o mantêm como fundamento, com leituras diversas, desde partidos que reivindicam integralmente a herança soviética até organizações que se definem marxistas-leninistas mas criticam aspectos do período stalinista. No uso informal em redes sociais, a sigla "ML" e o termo "tankie" (pejorativo) aparecem em disputas entre correntes de esquerda; são usos polêmicos, não categorias analíticas.

Quadro comparativo: marxismo, leninismo e marxismo-leninismo

Formulação teóricaInterpretação historiográfica

| Aspecto | Marxismo (em geral) | Leninismo | Marxismo-leninismo | |---|---|---|---| | Origem | Marx e Engels, 1840–1895 | Lenin, 1902–1924 | sistematização sob Stalin, a partir de 1924 | | Autores de referência | Marx, Engels e intérpretes muito diversos | Lenin; bolcheviques | Marx, Engels, Lenin, Stalin (até 1956); depois Mao, Ho Chi Minh, Hoxha conforme o país | | Partido | sem modelo único | partido de vanguarda centralizado | partido dirigente do Estado e da sociedade | | Estado | transição, depois extinção | ditadura do proletariado; sovietes | Estado socialista dirigido pelo partido | | Estratégia | variada (reformista a revolucionária) | revolução, aliança operário-camponesa, internacionalismo | socialismo num só país; frentes; aliança com libertação nacional | | Organizações | Primeira e Segunda Internacionais, partidos social-democratas | Partido bolchevique, Comintern inicial | PCUS, Comintern (até 1943), Cominform, partidos comunistas | | Críticas principais | de liberais, anarquistas, conservadores | de social-democratas, anarquistas, Luxemburgo | de trotskistas, conselhistas, eurocomunistas, liberais, anarquistas |

Defensores e críticos divergem sobretudo na segunda e na terceira colunas: para uns, o marxismo-leninismo é o leninismo sistematizado; para outros, é uma ruptura com aspectos centrais do leninismo, como a democracia interna dos primeiros anos e o internacionalismo.

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Marxism–Leninism (verbete). Wikipedia, em inglês.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Orientação geral; conferir nas obras citadas pelo verbete.
  2. 2J. V. Stalin. The Foundations of Leninism (índice). Marxists Internet Archive (Works, vol. 6, Moscou, 1953), 1924.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]A página consultada lista os capítulos e a publicação original em 1924. Data e local das conferências (Universidade Sverdlov, abril de 1924) conferidos apenas em fontes secundárias.
  3. 3J. V. Stalin. Os fundamentos do leninismo. 1924.[Fonte primária · referência bibliográfica]A definição do leninismo como 'marxismo da época do imperialismo e da revolução proletária' está na introdução da obra; trecho não aberto nesta redação.
  4. 4David Brandenberger e Mikhail Zelenov (orgs.). Stalin's Master Narrative: A Critical Edition of the History of the Communist Party of the Soviet Union (Bolsheviks), Short Course. Yale University Press, 2019.[Historiografia · referência bibliográfica]Edição crítica não consultada; dados de publicação (1938) e desautorização (1956) conferidos em fontes secundárias.
  5. 5John Riddell. The Comintern's Twenty-One Conditions (1920). johnriddell.com, 2022.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]
  6. 6V. I. Lenin. Terms of Admission into Communist International. Marxists Internet Archive, 1920.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  7. 7Karl Marx. Critique of the Gotha Programme, parte I. Marxists Internet Archive, 1875.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  8. 8V. I. Lenin. The State and Revolution, cap. 5. Marxists Internet Archive, 1917.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  9. 9A Study on the North Korea's Socialist Constitution. Korea Legislation Research Institute (KLRI), 2019.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  10. 10Leon Trotsky. The Revolution Betrayed: What Is the Soviet Union and Where Is It Going?. Marxists Internet Archive (trad. Max Eastman, 1937), 1936.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  11. 11Tony Cliff (verbete). Wikipedia, em inglês.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  12. 12Leszek Kołakowski. Main Currents of Marxism (3 vols.). 1976–1978.[Historiografia · referência bibliográfica]Não consultada nesta redação.

Rede de relações

Ligações documentadas com tipo, período e fonte. Verbetes ainda planejados aparecem tracejados e sem link.

relacionado a

conceito central

influenciou

  • VietnãPaís e experiência histórica

Compartilhe

Peças para as redes

Geradas a partir deste verbete. Cada peça leva o endereço do verbete, onde ficam as fontes e o contexto.

Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP, rascunho assistido por IA
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
1.967 palavras · 12 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoRedação inicial. Conferidos em fonte aberta: índice de Os fundamentos do leninismo (MIA), condições de admissão à IC (MIA e Riddell), Crítica do Programa de Gotha e O Estado e a Revolução (MIA), KLRI sobre a Constituição norte-coreana de 1992; Wikipedia como orientação (origem do termo, 1926, 1938, variantes). Pendentes: conferir a definição de leninismo na introdução de Os fundamentos; datas da ruptura albanesa (1961 com a URSS, 1978 com a China), da adesão cubana e da proibição das frações (1921) em historiografia; eurocomunismo e conselhismo sem fonte aberta; Kołakowski e Brandenberger não consultados.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

Encontrou um erro? Escreva pela página de correções citando o verbete e a seção. Correções ficam registradas neste histórico.

Como citar: Marxismo-leninismo. In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/marxismo-leninismo.

Continue explorando

Preferências de leitura
Tamanho do texto
Fonte