Rosa Luxemburgo
Teórica marxista e militante socialista polonesa e alemã (1871–1919)
Militante e teórica marxista nascida na Polônia russa, dirigente da social-democracia polonesa e da ala esquerda do SPD alemão, opositora da Primeira Guerra Mundial, cofundadora da Liga Spartakus e do KPD. Foi assassinada por militares dos Freikorps em Berlim, em 15 de janeiro de 1919.
Também: Rosa Luxemburg · Róża Luksemburg · Rozalia Luksenburg · Junius (pseudônimo)

Índice e ficha
- Nome completo
- Rosa Luxemburg (Rozalia Luksenburg)
- Nascimento
- 5 de março de 1871, Zamość, Reino da Polônia (Império Russo)
- Morte
- 15 de janeiro de 1919, Berlim, AlemanhaAssassinada por militares da Divisão de Fuzileiros de Cavalaria da Guarda após ser presa com Karl Liebknecht.
- Nacionalidade
- polonesa (súdita do Império Russo), alemã (desde 1898)
- Papéis
- Cofundadora e dirigente da SDKP/SDKPiLLiderança de partido socialista · 1893–1919
- Teórica e professora da escola central do SPDIntelectual marxista · 1907–1914
- Dirigente da Liga SpartakusLiderança de partido socialista · 1914–1918
- Cofundadora e dirigente do KPDLiderança de partido comunista · 1918–1919
- Como se definia
- Declarava-se social-democrata revolucionária e marxista; a partir de dezembro de 1918, integrou o Partido Comunista da Alemanha (KPD), de cuja fundação participou.
- Filiações
- SDKP / SDKPiL (1893–1919); Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) (1898–1917); Partido Social-Democrata Independente (USPD), como Liga Spartakus (1917–1918); Partido Comunista da Alemanha (KPD) (1918–1919)
- Período
- 1871–1919
- Área
- Socialismo e comunismo
- Regiões
- Europa
- Temas
- Teoria e conceitos, Partido e organização, Movimento operário e sindical, Mulheres e feminismos, Repressão, violência política e direitos, Revoluções e guerras
Rosa Luxemburgo (Zamość, 5 de março de 1871 – Berlim, 15 de janeiro de 1919) foi uma das principais teóricas do marxismo no início do século XX e dirigente socialista na Polônia e na Alemanha 1. Escreveu sobre economia política, estratégia revolucionária, nacionalismo e democracia; polemizou com reformistas como Eduard Bernstein, com o centro da social-democracia alemã representado por Karl Kautsky e também com Lenin e os bolcheviques, a quem apoiou e criticou.
Opôs-se à Primeira Guerra Mundial quando a maioria do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) a apoiou, passou boa parte da guerra presa, fundou com Karl Liebknecht a Liga Spartakus e participou da fundação do Partido Comunista da Alemanha (KPD) na virada de 1918 para 1919. Duas semanas depois, durante a repressão ao levante de janeiro em Berlim, foi presa e assassinada por oficiais de uma unidade militar sob o governo de maioria social-democrata, um crime cujas responsabilidades ainda são debatidas 2.
Origem e formação (1871–1898)
Nasceu em 5 de março de 1871 em Zamość, então na Polônia sob domínio do Império Russo, numa família judia assimilada 1. A família mudou-se para Varsóvia, onde ela frequentou o liceu e se aproximou, ainda adolescente, de círculos socialistas clandestinos. Para escapar da polícia, emigrou para a Suíça no início de 1889 1.
Na Universidade de Zurique, uma das poucas que admitiam mulheres, estudou a partir de 1890 ciências naturais e depois direito e economia política. Doutorou-se em 1897 com a tese Die industrielle Entwicklung Polens (O desenvolvimento industrial da Polônia) 1. Em Zurique conheceu Leo Jogiches, com quem manteve longa relação política e afetiva.
Em 1893, com Jogiches, Julian Marchlewski e outros, participou da fundação da Social-Democracia do Reino da Polônia (SDKP), que em 1899 se fundiu com social-democratas lituanos, entre eles Felix Dzerzhinsky, formando a SDKPiL 1. Ao contrário do Partido Socialista Polonês (PPS), a SDKPiL rejeitava a reivindicação de independência nacional da Polônia como prioridade, defendendo a luta conjunta com o proletariado russo, posição que levou a polêmicas com Lenin sobre o direito das nações à autodeterminação.
Para poder viver e militar na Alemanha, casou-se em abril de 1898 com Gustav Lübeck, num casamento de conveniência que lhe deu cidadania alemã, e mudou-se para Berlim em maio daquele ano 1.
No SPD: "Reforma ou revolução?" (1898–1904)
Na Alemanha, ingressou no SPD, o maior partido socialista do mundo, e logo se destacou na polêmica contra o revisionismo de Eduard Bernstein, que propunha abandonar a perspectiva revolucionária em favor de reformas graduais. Seus artigos, publicados no Leipziger Volkszeitung entre o fim de 1898 e o início de 1899, foram reunidos no folheto Reforma social ou revolução? (1899) 1.
O argumento central: reformas e revolução não são métodos alternativos para o mesmo fim; a luta por reformas é meio, e a revolução é o objetivo. Quem renuncia à conquista do poder político, escreveu, não escolhe um caminho mais tranquilo para o socialismo, mas outro objetivo, a reforma do capitalismo 3.
A revolução de 1905 e "Greve de massas" (1905–1906)
Quando a revolução eclodiu no Império Russo, viajou clandestinamente para Varsóvia no fim de dezembro de 1905, com o nome de Anna Matschke. Foi presa com Jogiches em 4 de março de 1906 e libertada em julho, mediante fiança 1. Na Finlândia, escreveu Greve de massas, partido e sindicatos (1906) 1.
Nesse texto, ela sustenta que a greve de massas não é uma tática que se "decreta" de cima, mas um processo histórico em que lutas econômicas e políticas se alimentam; o partido deve dar direção política a esse movimento, sem pretender fabricá-lo. A obra é frequentemente lida como teoria da espontaneidade das massas, leitura que intérpretes contestam, porque Luxemburgo atribuía ao partido papel de direção. O texto alimentou seu conflito com a direção sindical e com o centro do SPD, e depois com Kautsky (1910).
Escola do partido e "A acumulação do capital" (1907–1914)
De outubro de 1907 a 1914, foi professora de economia política na escola central do SPD em Berlim 1. Dessa atividade nasceram a Introdução à economia política (publicada postumamente) e A acumulação do capital (1913) 1.
Em A acumulação do capital, ela discute os esquemas de reprodução do Livro II de O Capital e sustenta que a acumulação capitalista depende da expansão sobre economias e regiões não capitalistas, o que daria base econômica ao imperialismo e indicaria limites históricos ao capitalismo. A tese foi muito criticada por marxistas da época (Lenin incluiu-a entre os "erros" de Luxemburgo) e é debatida até hoje; foi retomada em estudos sobre imperialismo, dependência e, mais recentemente, por autores que discutem a "acumulação por espoliação" e a ecologia política.
Contra a guerra; prisão e Liga Spartakus (1914–1918)
Em 4 de agosto de 1914, a bancada do SPD votou os créditos de guerra. Luxemburgo, Liebknecht, Franz Mehring, Clara Zetkin e outros organizaram a oposição, que daria origem ao Grupo Internacional e depois à Liga Spartakus (Spartakusbund) 1.
Foi presa em fevereiro de 1915 para cumprir pena de um ano imposta em 1914 por discursos antimilitaristas; libertada em fevereiro de 1916, voltou a ser detida em 10 de julho de 1916 em "prisão preventiva" (Schutzhaft), sem julgamento, até novembro de 1918 1. Na prisão escreveu A crise da social-democracia, conhecido como Folheto de Junius (escrito em 1915, publicado em 1916), em que retomou a alternativa "socialismo ou barbárie" 1.
"A Revolução Russa" (1918)
No outono de 1918, presa em Breslau, redigiu um manuscrito inacabado sobre a revolução bolchevique, publicado postumamente em 1922 por Paul Levi, então já afastado da direção do KPD, que foi por isso duramente criticado e expulso do partido 4.
O texto combina apoio e crítica. Luxemburgo saúda os bolcheviques por terem ousado tomar o poder e afirma que o futuro pertence ao "bolchevismo" nesse sentido; ao mesmo tempo, critica a política agrária de distribuição de terras, a política de autodeterminação nacional, a dissolução da Assembleia Constituinte e, sobretudo, a supressão das liberdades de imprensa, de reunião e de associação 5. Ela defende que a ditadura do proletariado deve ser ditadura de classe, exercida com a mais ampla participação pública, e não ditadura de um partido ou de uma camarilha.
É nesse contexto que aparece a frase mais citada de Luxemburgo: "a liberdade apenas para os partidários do governo, apenas para os membros de um partido, por mais numerosos que sejam, não é liberdade. A liberdade é sempre a liberdade de quem pensa de outro modo" 5. Segundo a tradição editorial, a segunda frase é uma anotação à margem do manuscrito 4. Retirada do contexto, a frase é frequentemente usada como defesa liberal genérica da liberdade de opinião; no texto, ela faz parte de um argumento sobre a democracia socialista como condição da própria revolução.
Há debate sobre se Luxemburgo manteve essas posições: Lenin e, mais tarde, historiadores do KPD sustentaram que ela corrigiu parte delas depois de libertada; Paul Levi e outros sustentaram o contrário. Na República Democrática Alemã, o texto foi incluído nas obras reunidas (1974) com comentário que o qualificava como equivocado; em janeiro de 1988, opositores levaram cartazes com a frase à manifestação oficial em homenagem a Liebknecht e Luxemburgo em Berlim Oriental e foram presos 4.
Revolução alemã, fundação do KPD e assassinato (1918–1919)
Libertada com a Revolução de Novembro de 1918, Luxemburgo passou a dirigir com Liebknecht o jornal Die Rote Fahne. Entre 30 de dezembro de 1918 e 1º de janeiro de 1919, a Liga Spartakus e outros grupos fundaram o Partido Comunista da Alemanha (KPD); o programa adotado baseava-se num texto seu ("O que quer a Liga Spartakus?") 1. No congresso, ela foi derrotada ao defender a participação nas eleições para a Assembleia Nacional.
Em 5 de janeiro de 1919, uma grande manifestação em Berlim desencadeou o chamado levante espartaquista, que Luxemburgo considerou prematuro, mas apoiou. O governo do Conselho dos Comissários do Povo, dirigido pelo SPD de Friedrich Ebert, encarregou Gustav Noske do comando das tropas em Berlim em 7 de janeiro 2; até 13 de janeiro o levante foi esmagado por tropas e unidades de voluntários (Freikorps) 1.
Em 15 de janeiro de 1919, Luxemburgo e Liebknecht foram presos por uma milícia civil em Wilmersdorf e levados ao Hotel Eden, quartel-general da Divisão de Fuzileiros de Cavalaria da Guarda (Garde-Kavallerie-Schützen-Division) 6. Liebknecht foi levado ao Tiergarten e morto com tiros pelas costas; a versão oficial falou em morte "durante tentativa de fuga". Luxemburgo foi golpeada com coronhadas pelo soldado Otto Runge, baleada num automóvel e seu corpo foi lançado no canal Landwehr; só foi encontrado em 31 de maio de 1919 6 2.
Responsabilidades e debate
O que está documentado. A decisão de matar os dois foi tomada pelo capitão Waldemar Pabst, comandante de fato da divisão, que a considerou uma "execução no interesse nacional" 2. Um tribunal militar da própria divisão julgou o caso a partir de 8 de maio de 1919: Runge e o tenente Kurt Vogel receberam penas leves; os demais acusados foram absolvidos; Pabst nunca foi acusado 2 1. Durante décadas, Vogel foi apontado como autor do disparo que matou Luxemburgo; hoje, segundo o Arquivo Federal alemão, a autoria do tenente Hermann Souchon é considerada comprovada 2. Em 1969, Souchon processou uma emissora que o apontara como assassino e obteve uma retratação 2.
O papel do governo do SPD. O ministro Gustav Noske tinha o comando das tropas em Berlim. Pabst afirmou, especialmente a partir de 1969, que a ação fora combinada com a direção do SPD, "na pessoa de Noske e provavelmente também de Ebert", e que Noske lhe garantira que não haveria processo 2. Em carta de 1969, encontrada após sua morte (1970), Pabst escreveu que não poderia ter agido sem a concordância de Noske 7. O pesquisador Klaus Gietinger, que estudou os papéis de Pabst no Arquivo Militar Federal, sustenta que houve um telefonema em que Noske deu sinal verde 8.
Por que há debate. A prova da concordância de Noske vem sobretudo de declarações tardias do próprio Pabst, interessado em dividir responsabilidades; não se conhece ordem escrita. A direção do SPD rejeitou historicamente a acusação. Mesmo sem ordem direta, historiadores apontam a responsabilidade política do governo pela atmosfera de incitação contra os espartaquistas, pelo uso dos Freikorps e pela condução do processo militar. A enciclopédia registra as duas posições e a natureza das provas.
Legado e leituras
- Comunistas. O KPD e a Internacional Comunista homenagearam Luxemburgo como mártir. Em 1922, Lenin escreveu que ela errara em vários pontos, a independência da Polônia, a avaliação do menchevismo em 1903, a teoria da acumulação, a defesa da unidade com os mencheviques em 1914 e os escritos da prisão de 1918, mas que continuava sendo uma "águia": "as águias às vezes descem mais baixo que as galinhas, mas as galinhas nunca se elevarão à altura das águias" 9. Nos anos 1920 e 1930, porém, a direção stalinista da Internacional combateu o "luxemburguismo" como desvio.
- Luxemburguismo e esquerda não leninista. Conselhistas, socialistas de esquerda, a "nova esquerda" dos anos 1960 e parte do trotskismo reivindicaram sua crítica ao burocratismo e sua defesa da democracia socialista e da ação de massas.
- Leituras feministas. Embora não tenha se dedicado principalmente à "questão da mulher", tema em que atuou ao lado de Clara Zetkin, com textos sobre o sufrágio feminino, Luxemburgo tornou-se referência para leituras feministas e marxistas, como a de Raya Dunayevskaya 10. A historiografia também discute a misoginia e o antissemitismo de que foi alvo na imprensa e no próprio partido.
- Obra e memória. Suas cartas, sobretudo as da prisão, contribuíram para sua imagem pública. Há biografias clássicas de Paul Frölich (1939) e J. P. Nettl (1966) e uma biografia em quadrinhos de Kate Evans (Red Rosa, 2015) 11 12 13. Uma edição das obras completas em inglês está em curso pela editora Verso. A fundação ligada ao partido alemão Die Linke leva seu nome.
Citações
Cada citação traz o grau de confirmação: frase famosa sem fonte localizada não é tratada como autêntica.
- Tradução de texto localizado
“A liberdade é sempre a liberdade de quem pensa de outro modo.”
Freiheit ist immer Freiheit der Andersdenkenden.
Manuscrito "A Revolução Russa" (1918, publicado em 1922), em anotação à margem, no trecho sobre a supressão das liberdades pelos bolcheviques. A frase anterior diz que a liberdade apenas para os partidários do governo, por mais numerosos que sejam, não é liberdade.
Texto confirmado na versão inglesa do MIA; status de anotação marginal conforme a Wikipédia alemã; conferir em edição crítica (Gesammelte Werke, vol. 4).
Fonte: The Russian Revolution, cap. 6: The Problem of Dictatorship
- Tradução de texto localizado
“As águias às vezes descem mais baixo que as galinhas, mas as galinhas nunca se elevarão à altura das águias.”
Lenin, "Notas de um publicista" (fevereiro de 1922, publicado no Pravda em 16 de abril de 1924), sobre Rosa Luxemburgo. Tradução livre do inglês.
Fonte: Notes of a Publicist
Cronologia
5 de março de 1871
Nasce em Zamość, Polônia sob o Império Russo.1
1889
Emigra para a Suíça.1
1893
Participa da fundação da SDKP (a partir de 1899, SDKPiL).1
1897
Doutorado na Universidade de Zurique (O desenvolvimento industrial da Polônia).1
maio de 1898
Muda-se para Berlim e ingressa no SPD.1
1899
Publica Reforma social ou revolução?1
4 de março de 1906
Presa em Varsóvia durante a revolução; libertada em julho.1
1906
Publica Greve de massas, partido e sindicatos.1
outubro de 1907
Começa a lecionar na escola central do SPD.1
1913
Publica A acumulação do capital.1
fevereiro de 1915
Presa para cumprir pena por agitação antimilitarista.1
1916
Publicação do Folheto de Junius; novamente detida em 10 de julho, sem julgamento.1
1918
Na prisão de Breslau, redige o manuscrito sobre a Revolução Russa.4
novembro de 1918
Libertada com a Revolução de Novembro; dirige Die Rote Fahne.1
30 de dezembro de 1918
Congresso de fundação do KPD (até 1º de janeiro de 1919).1
15 de janeiro de 1919
Presa com Liebknecht, levada ao Hotel Eden e assassinada; corpo lançado no canal Landwehr.2
8 de maio de 1919
Início do processo no tribunal militar da divisão; penas leves e absolvições.2
31 de maio de 1919
Corpo encontrado no canal Landwehr.6
1922
Paul Levi publica A Revolução Russa.4
Imagens

Fontes
“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.
- 1Rosa Luxemburg (verbete). Wikipedia, em inglês.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Orientação para datas; conferir em Nettl e na cronologia da Rosa-Luxemburg-Stiftung.
- 2Ermordung von Karl Liebknecht und Rosa Luxemburg (galeria histórica). Bundesarchiv (Arquivo Federal da Alemanha).[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
- 3Rosa Luxemburgo. Sozialreform oder Revolution?. Leipzig, 1899.[Fonte primária · referência bibliográfica]Paráfrase do argumento; texto não aberto nesta redação.
- 4Zur russischen Revolution (verbete). Wikipedia, em alemão.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
- 5Rosa Luxemburgo. The Russian Revolution, cap. 6: The Problem of Dictatorship. Marxists Internet Archive, 1918.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
- 6Ermordung von Rosa Luxemburg und Karl Liebknecht (verbete). Wikipedia, em alemão.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
- 7Waldemar Pabst (verbete). Wikipedia, em inglês.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
- 8Klaus Gietinger. Eine Leiche im Landwehrkanal: Die Ermordung Rosa Luxemburgs. 1993.[Historiografia · referência bibliográfica]Não consultado; tese do telefonema conferida em resenhas e notícias. Há edições posteriores ampliadas.
- 9V. I. Lenin. Notes of a Publicist. Marxists Internet Archive (publicado no Pravda n. 87, 16/4/1924), 1922.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
- 10Raya Dunayevskaya. Rosa Luxemburg, Women's Liberation, and Marx's Philosophy of Revolution. 1982.[Historiografia · referência bibliográfica]
- 11J. P. Nettl. Rosa Luxemburg (2 vols.). Oxford University Press, 1966.[Historiografia · referência bibliográfica]
- 12Paul Frölich. Rosa Luxemburg: Gedanke und Tat. 1939.[Historiografia · referência bibliográfica]
- 13Kate Evans. Red Rosa: A Graphic Biography of Rosa Luxemburg. Verso, 2015.[Historiografia · referência bibliográfica]
Rede de relações
Ligações documentadas com tipo, período e fonte. Verbetes ainda planejados aparecem tracejados e sem link.
fundou
- Liga Spartakus (verbete planejado)OrganizaçãoFonte: Rosa Luxemburg (verbete)
- Partido Comunista da Alemanha (KPD) (verbete planejado)OrganizaçãoFonte: Rosa Luxemburg (verbete)
integrou
- Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) (verbete planejado)OrganizaçãoFonte: Rosa Luxemburg (verbete)
autor de
aliado de
- Karl Liebknecht (verbete planejado)PessoaFonte: Rosa Luxemburg (verbete)
debateu com
- Vladimir LeninPessoaFonte: Notes of a Publicist
- Karl Kautsky (verbete planejado)Pessoa
- Eduard BernsteinPessoaFonte: Eduard Bernstein (verbete) (no verbete Eduard Bernstein)
participou de
- Revolução Alemã de 1918–1919 (verbete planejado)AcontecimentoFonte: Rosa Luxemburg (verbete)
relacionado a
- Luxemburguismo (verbete planejado)Corrente
- Revolução Russa de 1917AcontecimentoFonte: The Russian Revolution, cap. 6: The Problem of Dictatorship
- CooperativismoConceitoFonte: Reform or Revolution, cap. VII: Co-operatives, Unions, Democracy (no verbete Cooperativismo)
- Economia solidáriaConceitoCrítica às cooperativas em Reforma ou revolução?, retomada por críticos da economia solidária. Fonte: As contradições do processo de autogestão no capitalismo: funcionalidade, resistência e emancipação pela economia solidária (no verbete Economia solidária)
- Social-democraciaCorrenteFonte: Reform or Revolution, introdução (no verbete Social-democracia)
- Socialismo democráticoCorrenteFonte: The Russian Revolution, cap. 6: The Problem of Dictatorship (no verbete Socialismo democrático)
- Socialismo e democraciaPergunta e guiaFonte: Rosa Luxemburgo: revolução é liberdade e democracia (no verbete Socialismo e democracia)
influenciado por
- Karl MarxPessoa
Compartilhe
Peças para as redes
Geradas a partir deste verbete. Cada peça leva o endereço do verbete, onde ficam as fontes e o contexto.
Histórico e revisão
- Estado
- Publicado
- Autoria
- Redação UP, rascunho assistido por IA
- Criado em
- 19 de outubro de 2026
- Atualizado em
- 19 de outubro de 2026
- Extensão
- 1.917 palavras · 13 fontes
- Revisão humana
- Tiago Moura Cesar do Nascimento
- 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
- 19 de outubro de 2026 · redacaoRedação inicial. Conferidos em fonte aberta: galeria do Bundesarchiv sobre o assassinato (Pabst, Noske, Souchon, processo de 1919), A Revolução Russa cap. 6 e Notas de um publicista de Lenin (MIA), Wikipedia em inglês (biografia, Pabst) e em alemão (assassinato; Zur russischen Revolution). Retrato do Wikimedia Commons com licença PD-old conferida na página do arquivo. Pendentes: cronologia completa em Nettl ou na Rosa-Luxemburg-Stiftung; data exata da libertação (8 ou 9/11/1918); data de saída do SPD/entrada no USPD; papel de Pabst nas declarações de 1962 (não confirmado, por isso omitido); citação de Reforma ou revolução? em tradução publicada; Gietinger, Nettl, Frölich, Evans e Dunayevskaya não consultados.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana
Encontrou um erro? Escreva pela página de correções citando o verbete e a seção. Correções ficam registradas neste histórico.
Como citar: Rosa Luxemburgo. In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/rosa-luxemburgo.
Continue explorando
Reforma ou revolução?
Resposta de Rosa Luxemburgo ao revisionismo de Eduard Bernstein (1898–1899; 2ª ed. 1908)
Vladimir Lenin
Revolucionário russo, dirigente bolchevique e chefe do governo soviético (1870–1924)
Revolução Russa de 1917
Da queda do tsarismo à vitória bolchevique na guerra civil (1917–1921)
Cooperativismo
Empresas de propriedade e gestão dos próprios membros: história, princípios e debate socialista
Economia solidária
Cooperativas, autogestão e política pública no Brasil
Eduard Bernstein
Teórico e dirigente social-democrata alemão, formulador do revisionismo (1850–1932)