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ConceitoPublicado

Socialismo de mercado

Propriedade social combinada com mercados: modelos teóricos e experiências

Socialismo de mercado designa modelos que combinam propriedade social dos meios de produção com mercados para coordenar a produção. Inclui propostas teóricas (Lange, Nove, Roemer, Schweickart) e experiências como a Iugoslávia e a Hungria; o enquadramento de China e Vietnã é disputado.

Também: market socialism · economia de mercado socialista · socialismo com mercado

Índice e ficha

Socialismo de mercado é o nome dado a modelos econômicos que combinam a propriedade social dos meios de produção, estatal, cooperativa ou autogerida, com mercados para a alocação de bens, trabalho e, em algumas versões, capital. A intenção declarada é conservar as vantagens informacionais e de incentivo atribuídas ao mercado e, ao mesmo tempo, eliminar ou reduzir a apropriação privada do excedente e a desigualdade dela decorrente.

O termo cobre realidades muito distintas, que convém separar:

  • propostas teóricas: o modelo de Oskar Lange (1936–1937), o "socialismo factível" de Alec Nove (1983), o socialismo de cupons de John Roemer (1994) e a "democracia econômica" de David Schweickart;
  • experiências históricas: a Iugoslávia autogerida e as reformas de mercado em economias de planejamento central, como o Novo Mecanismo Econômico húngaro de 1968;
  • autodefinições oficiais: a "economia de mercado socialista" da China e a "economia de mercado de orientação socialista" do Vietnã, denominações dos próprios Estados e partidos, que não coincidem necessariamente com a classificação acadêmica.

Este verbete apresenta esses três planos, as críticas de liberais e de marxistas e o que segue em debate. A controvérsia teórica de origem está em Debate do cálculo econômico socialista.

Origem: a resposta de Lange a Mises

Formulação teóricaFatos documentados

O socialismo de mercado nasceu no debate do cálculo econômico. Em resposta a Mises, que afirmara ser impossível o cálculo racional sem mercado de meios de produção, Oskar Lange propôs em 1936–1937 um modelo em que o Estado é dono da indústria, um Conselho Central de Planejamento fixa e ajusta por tentativa e erro os preços dos bens de produção, os gestores seguem a regra de igualar preço e custo marginal, e mercados alocam bens de consumo e trabalho 1 2. Uma referência observa que o modelo é mais bem descrito como simulação de mercado, pois não havia mercados de bens de capital e o objetivo era substituí-los 2. Lange considerava seu trabalho a primeira formulação sistemática do que depois se chamou socialismo de mercado 3.

Variantes: o que fica com o mercado e o que fica com a sociedade

Explicação conceitual

Os modelos de socialismo de mercado diferem conforme respondam a quatro perguntas:

  • Quem é dono das empresas? O Estado (Lange), a "sociedade" com gestão dos trabalhadores (Iugoslávia, Schweickart), os cidadãos por meio de ações distribuídas igualmente (Roemer) ou uma combinação de formas (Nove).
  • Quem as dirige? Gestores nomeados que seguem regras ou buscam lucro, ou conselhos eleitos pelos trabalhadores. Aqui o socialismo de mercado se cruza com a Autogestão.
  • Que mercados existem? Quase todos os modelos mantêm mercados de bens de consumo e de trabalho; divergem sobre mercados de bens de capital, de crédito e de ações. Lange simulava preços de bens de capital por um órgão central; Roemer cria um mercado de ações restrito a cupons; Schweickart substitui o mercado de capitais por bancos públicos 2 4.
  • Quem decide o investimento? O Estado por plano, bancos públicos, as próprias empresas ou uma combinação. Nos modelos de Lange e Schweickart, a decisão sobre investimento é o ponto em que a sociedade conserva maior controle; Lerner, um dos formuladores do modelo de Lange, admitiu em 1944 que o investimento tenderia a ser politizado 2.

Essas escolhas definem o que, em cada modelo, permanece "socializado": às vezes a propriedade, às vezes o excedente (dividendo social, impostos sobre capital), às vezes a gestão, às vezes só a decisão de investimento. Também definem os riscos apontados pelos críticos: concorrência entre empresas sociais, desigualdade entre trabalhadores de empresas mais e menos lucrativas, socorros estatais a empresas deficitárias e captura de bancos públicos.

Uma distinção recorrente na literatura é entre mercado como instrumento, um mecanismo de coordenação que pode existir em diferentes sistemas, e mercado como princípio organizador da sociedade, que subordina trabalho, terra e dinheiro à lógica da compra e venda. Defensores do socialismo de mercado argumentam que é possível usar o primeiro sem aceitar o segundo; críticos à esquerda duvidam disso, e críticos liberais duvidam que o primeiro funcione sem propriedade privada. Pat Devine, por exemplo, distingue troca de mercado, que aceitaria, de forças de mercado, que deveriam ser substituídas por coordenação negociada 5.

Modelos teóricos posteriores

Proposta políticaFormulação teórica

Alec Nove, "socialismo factível" (1983). O economista britânico, especialista na economia soviética, propôs em The Economics of Feasible Socialism uma economia mista com empresas estatais centralizadas (para setores como energia e ferrovias), empresas públicas autônomas, cooperativas e pequena empresa privada, operando em mercados, com o Estado responsável pelo planejamento macroeconômico 6 2. Na réplica a Mandel, Nove sustentou que a linha divisória relevante não é entre produção sob encomenda e para estoque, mas entre produção para venda e alocação administrativa, e que a variedade de milhões de produtos inviabiliza o planejamento sem mercado 7.

John Roemer, socialismo de cupons (1994). Em A Future for Socialism, o economista marxista analítico propôs que cada adulto receba uma cota igual de cupons não conversíveis em dinheiro, com os quais compra ações de empresas (diretamente ou via fundos); os dividendos são pagos em dinheiro; os cupons não podem ser herdados nem doados e voltam ao Tesouro com a morte. Bancos supervisionariam grupos de empresas, inspirados nos keiretsu japoneses, e seriam em parte públicos 8 9 4. O objetivo é igualar a distribuição dos lucros sem eliminar mercados nem a concorrência entre empresas. Críticos apontaram ausência de autodeterminação no local de trabalho, tolerância a desigualdade e concorrência excessivas e risco de cristalizar instituições que dificultariam mudanças posteriores 4.

David Schweickart, democracia econômica. O filósofo norte-americano propõe que empresas autogeridas pelos trabalhadores arrendem meios de produção de propriedade pública, operem em mercado, e recebam investimento de bancos públicos democraticamente responsáveis, financiados por um imposto sobre ativos de capital 4 10. Objeções registradas: diferenças injustas de renda entre empresas, alto risco financeiro para os trabalhadores, respostas ineficientes a preços (inclusive desemprego) e risco de captura dos bancos por elites; Mondragón é citado como indício de viabilidade 4.

A tabela deste verbete compara esses modelos.

Iugoslávia: autogestão com mercado

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

A Iugoslávia é amplamente considerada a experiência histórica mais próxima de um socialismo de mercado, baseada em empresas de propriedade social autogeridas e em alocação de mercado 2. Depois de um primeiro plano quinquenal de tipo soviético (1947–1951), conduzido por Boris Kidrič, o país adotou a autogestão em 1950, descentralizou a economia para as repúblicas nos anos 1960 e, a partir de 1967, permitiu que investidores estrangeiros detivessem até 49% de empresas conjuntas 11. A teoria econômica associada, o "modelo ilírico" de empresas geridas pelos empregados competindo em mercado, foi desenvolvida por autores como Jaroslav Vaněk e Branko Horvat 2.

Os resultados (desemprego, emigração, desigualdade regional, dívida externa e inflação alta nos anos 1980) estão resumidos em Autogestão. Roemer, por sua vez, argumentou que a Iugoslávia não foi um verdadeiro socialismo de mercado 9, exemplo de como a classificação de experiências históricas é parte do debate.

Reformas de mercado no bloco soviético: o Novo Mecanismo Econômico húngaro

Fatos documentados

Na Hungria, o Comitê Central anunciou em maio de 1966 e o governo de János Kádár implantou em 1º de janeiro de 1968 o Novo Mecanismo Econômico (NEM). A reforma aboliu as metas obrigatórias de plano para as empresas, tornou o lucro seu objetivo principal, permitiu que escolhessem o que e quanto produzir, comerciassem entre si e financiassem investimentos com lucros próprios, e criou três categorias de preços: fixos (matérias-primas básicas), limitados (como o pão) e livres (bens supérfluos) 12. A participação das empresas nas decisões de investimento passou de 49,5% (1968) para 53,1% (1974) 12.

A reforma foi parcialmente contida entre 1972 e 1978, em meio a recessões no Ocidente que fortaleceram setores contrários; o número de empresas caiu 79% entre 1961 e 1978 com a formação de grandes conglomerados; ainda assim, princípios do NEM continuaram a orientar a economia húngara até 1989 12. János Kornai, economista húngaro que acompanhou a reforma, manteve-se cético quanto à possibilidade de criar um socialismo de mercado 13, e analisou a persistência da restrição orçamentária branda nas empresas estatais mesmo sob reformas 14. Reformas com objetivos comparáveis foram discutidas ou tentadas em outros países do bloco soviético, com alcance e destino diferentes.

China e Vietnã: autodefinição oficial e classificação acadêmica

Documento de épocaFatos documentadosDebate em aberto

Autodefinição oficial. O termo "economia de mercado socialista" foi apresentado por Jiang Zemin no 14º Congresso do Partido Comunista da China, em 1992, e endossado por Deng Xiaoping na viagem ao sul daquele ano, como desdobramento da política de reforma e abertura iniciada em 1978 15. A Constituição chinesa em vigor afirma que a base do sistema econômico socialista é a propriedade pública socialista, que as economias individual, privada e outras não públicas são "componentes importantes" e, no artigo 15, que o Estado pôs em prática uma economia de mercado socialista 16. O discurso oficial descreve o mercado como tendo "papel decisivo na alocação de recursos sob o macrocontrole do Estado socialista" e situa o país na "etapa primária do socialismo"; o planejamento permanece como instrumento de macrocontrole, ao lado das políticas fiscal e monetária 15 (ver China (República Popular da China)).

No Vietnã, o 6º Congresso do Partido Comunista lançou em 18 de dezembro de 1986 as reformas do Đổi Mới, que afastaram a economia do planejamento central; a denominação oficial passou a ser "economia de mercado de orientação socialista", em que "orientação" indica que o socialismo ainda está em construção 17. A Constituição de 2013 define a economia vietnamita como de mercado de orientação socialista, com múltiplas formas de propriedade, e atribui ao setor econômico estatal o papel dirigente 18.

Classificação acadêmica. Estudiosos descrevem o modelo chinês de formas diversas, capitalismo de Estado, capitalismo autoritário, capitalismo de partido-Estado, e há também quem o veja como desenvolvimento do marxismo comparável à Nova Política Econômica soviética 15. Para o Vietnã, há divergência entre leituras como capitalismo de Estado e como socialismo de mercado 17. Uma referência estima que empresas estatais respondiam por cerca de 40% do PIB chinês em 2020 15, número que depende de definições (propriedade, controle, participação acionária) e deve ser lido com cautela.

Seguindo a regra desta enciclopédia, registra-se aqui que autodefinição oficial, partido governante e classificação acadêmica são planos distintos e podem se sobrepor sem se excluir. A questão é tratada em detalhe no verbete planejado sobre o caráter do Estado chinês contemporâneo.

Críticas de liberais e de marxistas

Avaliação críticaPosição de outras organizações e correntes

Críticas liberais e austríacas. Hayek argumentou que preços fixados pelo governo para imitar a concorrência são inferiores à concorrência real 1. Don Lavoie sustentou que planejamento e mercado são mecanismos de coordenação fundamentalmente alternativos, e que combiná-los compromete o funcionamento de ambos, porque o socialismo de mercado "supõe fora" a rivalidade entre proprietários que gera informação e inovação 19. Kornai enfatizou que, sem propriedade privada, as empresas tendem a operar com restrição orçamentária branda, pois o Estado não as deixa quebrar 14 20.

Críticas marxistas e de esquerda. Ernest Mandel, no debate com Nove (1986), rejeitou unidades orientadas pelo lucro, diferenciais de renda e concorrência monetária, e argumentou que as reformas iugoslavas e polonesas combinaram crescentemente "os males da burocracia com os do mercado"; propôs, em vez disso, uma autogestão articulada com planejamento democrático 21. Mandel voltou ao tema no artigo "The Myth of Market Socialism" (NLR I/169) 7. Outras correntes argumentam que, onde há produção de mercadorias, concorrência e trabalho assalariado, a lógica de valorização tende a reaparecer, e que o socialismo de mercado seria uma forma de capitalismo regulado. Críticas socialistas mais específicas aos modelos de Roemer e Schweickart foram mencionadas acima 4.

Respostas dos defensores. Nove argumentou que a experiência soviética mostra os custos da coordenação sem mercado e que mercados não são, por si, capitalismo 7; Roemer e Schweickart sustentam que a desigualdade capitalista vem da concentração da propriedade, não do mercado em si 4.

O que segue em debate

Debate em aberto
  • Definição: se mercados com propriedade social constituem socialismo, transição, capitalismo regulado ou forma híbrida.
  • Incentivos: se é possível impor restrição orçamentária "dura" a empresas de propriedade social, evitando socorros permanentes.
  • Investimento: quem decide o investimento, bancos públicos, planos, mercados de cupons, e com que controle democrático.
  • Desigualdade: como evitar que a concorrência entre empresas sociais gere desigualdades de renda e regionais (problema observado na Iugoslávia).
  • Classificação de experiências: como analisar China e Vietnã, onde partidos comunistas governam economias com amplo setor privado e mercados, sem reduzir a análise nem à autodefinição oficial nem a rótulos externos.

O debate é teórico e empírico ao mesmo tempo, e as posições dependem tanto de juízos sobre eficiência quanto de valores (igualdade, liberdade, democracia no trabalho). Ver também Planejamento econômico, Autogestão e Propriedade social.

Comparações

Tabelas resumem tendências gerais; cada linha simplifica debates que o texto detalha. Classificações sobrepostas não são exclusivas.

Modelos de socialismo de mercado
CritérioPropriedade das empresasQuem decide o investimentoGestão das empresasStatus
Lange (1936–1937)EstatalConselho Central de PlanejamentoGestores seguem regras de preço = custo marginalProposta teórica
Iugoslávia (1950–1989)SocialEmpresas, bancos e repúblicasConselhos operáriosExperiência histórica
Hungria, NEM (1968–1989)Estatal predominanteEmpresas (em parte) e EstadoGestores nomeados, orientados ao lucroExperiência histórica (reforma)
Nove (1983)Estatal, pública autônoma, cooperativa e pequena privadaEstado (macro) e empresasVariável por setorProposta teórica
Roemer (1994)Ações distribuídas por cupons iguaisBancos parcialmente públicos e mercadosGestores responsáveis perante acionistas-cidadãosProposta teórica
SchweickartPública, arrendada às empresasBancos públicos financiados por imposto sobre capitalAutogestão pelos trabalhadoresProposta teórica
China e Vietnã (1978/1986–)Pública predominante (autodefinição) com amplo setor privadoEstado, partido, bancos estatais e mercadoVariável (estatais, privadas, estrangeiras)Autodefinição oficial; classificação acadêmica disputada

Propostas teóricas e experiências históricas lado a lado apenas para comparar desenhos institucionais; não implica que as experiências tenham aplicado as propostas. Fontes: Oskar Lange (biografia), Economy of the Socialist Federal Republic of Yugoslavia, New Economic Mechanism, Market socialism, Resenha de A Future for Socialism, de John E. Roemer, Socialism, China's Constitution of 1982 with Amendments through 2018, Viet Nam's Constitution of 2013.

Citações

Cada citação traz o grau de confirmação: frase famosa sem fonte localizada não é tratada como autêntica.

  • Tradução de texto localizado
    “The state has put into practice a socialist market economy.”

    Constituição da República Popular da China, artigo 15, na tradução inglesa do Constitute Project.

    Tradução inglesa publicada; o original é chinês. Em português (tradução livre da redação): "O Estado pôs em prática uma economia de mercado socialista".

    Fonte: China's Constitution of 1982 with Amendments through 2018

Cronologia

  1. 1936

    Lange publica seu modelo de socialismo com preços ajustados por um órgão central.1

  2. 1950

    Iugoslávia adota a autogestão nas empresas de propriedade social.11

  3. 1 de janeiro de 1968

    Hungria implanta o Novo Mecanismo Econômico.12

  4. 1978

    China inicia a política de reforma e abertura.15

  5. 1983

    Nove publica The Economics of Feasible Socialism.6

  6. 18 de dezembro de 1986

    6º Congresso do PC do Vietnã lança o Đổi Mới.17

  7. 1992

    14º Congresso do PC da China adota a "economia de mercado socialista".15

  8. março de 1993

    Emenda constitucional chinesa incorpora a economia de mercado socialista.15

  9. 1994

    Roemer publica A Future for Socialism.8

  10. 2013

    Constituição vietnamita define a economia de mercado de orientação socialista.18

Bibliografia comentada

  • Alec Nove. The Economics of Feasible Socialism (1983 (ed. revista: The Economics of Feasible Socialism Revisited, 1991))

    Proposta de socialismo com mercados escrita por especialista na economia soviética; base do debate dos anos 1980.

  • John E. Roemer. A Future for Socialism (1994)

    Modelo de socialismo de cupons, formulado no quadro do marxismo analítico.

  • Pablo Gilabert; Martin O'Neill. Socialism (2019 (revisão substantiva de 2024))

    Apresenta e discute criticamente os modelos de Schweickart, Roemer e Carens.

  • Ernest Mandel. In Defence of Socialist Planning (1986)

    Crítica marxista ao socialismo de mercado; ler com a réplica de Nove (NLR 161).

  • Don Lavoie. Rivalry and Central Planning: The Socialist Calculation Debate Reconsidered (1985 (reed. 2015))

    Crítica austríaca à combinação de planejamento e mercado.

  • Socialist market economy

    Ponto de partida para a autodefinição oficial chinesa e as classificações acadêmicas; conferir nas fontes citadas ali.

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Oskar Lange (biografia). Concise Encyclopedia of Economics / Econlib.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Lista: Lange, "On the Economic Theory of Socialism, Part I", Review of Economic Studies 4(1): 53–71, 1936; "Part II", 4(2): 123–142, 1937.
  2. 2Market socialism. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  3. 3Oskar R. Lange. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  4. 4Pablo Gilabert; Martin O'Neill. Socialism. Stanford Encyclopedia of Philosophy, 2019 (revisão substantiva de 2024).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  5. 5Pat Devine. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  6. 6Alec Nove. The Economics of Feasible Socialism. George Allen & Unwin, Londres, 1983 (ed. revista: The Economics of Feasible Socialism Revisited, 1991).[Historiografia · referência bibliográfica]
  7. 7Alec Nove. Markets and Socialism. New Left Review, I/161, jan.–fev. 1987, 1987.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  8. 8John E. Roemer. A Future for Socialism. Harvard University Press, Cambridge, Mass., 1994.[Fonte primária · referência bibliográfica]
  9. 9Cosma Shalizi. Resenha de A Future for Socialism, de John E. Roemer. The Bactra Review, 1997.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]
  10. 10David Schweickart. After Capitalism. Rowman & Littlefield, 2002 (2ª ed. 2011).[Fonte primária · referência bibliográfica]
  11. 11Economy of the Socialist Federal Republic of Yugoslavia. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Séries de diferentes origens (inclusive estimativas da CIA para 1989); conferir nas fontes estatísticas originais.
  12. 12New Economic Mechanism. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  13. 13János Kornai. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  14. 14Soft budget constraint. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  15. 15Socialist market economy. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  16. 16China's Constitution of 1982 with Amendments through 2018. Constitute Project (tradução inglesa).[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
  17. 17Socialist-oriented market economy. Wikipedia (inglês).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  18. 18Viet Nam's Constitution of 2013. Constitute Project (tradução inglesa).[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
  19. 19Don Lavoie. Rivalry and Central Planning: The Socialist Calculation Debate Reconsidered. Cambridge University Press (1985); reed. Mercatus Center, George Mason University (2015), 1985 (reed. 2015).[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Consultada a página da reedição do Mercatus Center.
  20. 20János Kornai; Eric Maskin; Gérard Roland. Understanding the Soft Budget Constraint. Journal of Economic Literature, v. 41, n. 4, p. 1095–1136, 2003.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Consultada a página do resumo na American Economic Association. DOI 10.1257/002205103771799999 (conforme a página).
  21. 21Ernest Mandel. In Defence of Socialist Planning. New Left Review, n. 159, set.–out. 1986, p. 5–37 (reprod. MIA), 1986.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]

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Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP (assistida por IA)
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
2.019 palavras · 21 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoRedação inicial com base em páginas abertas em 19/10/2026 (Econlib, SEP, Bactra Review, NLR, MIA, Constitute Project, Wikipedia). Pendente: conferir a estimativa de ~40% do PIB chinês para empresas estatais em fonte primária e explicitar definição; conferir Schweickart diretamente; conferir a data do artigo de Mandel em NLR I/169; incluir, com fonte, a reforma Kossiguin (1965) e a Primavera de Praga como reformas comparáveis; revisão humana.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

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Como citar: Socialismo de mercado. In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/socialismo-de-mercado.

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