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O Capital

Crítica da economia política, de Karl Marx (Livro I, 1867)

Obra principal de Karl Marx. O Livro I saiu em Hamburgo em 1867; os livros II (1885) e III (1894) foram editados por Engels a partir de manuscritos. Analisa a mercadoria, o valor, a mais-valia e a acumulação de capital.

Também: Das Kapital. Kritik der politischen Oekonomie · El Capital · Capital

Folha de rosto amarelada com os dizeres Das Kapital. Kritik der politischen Oekonomie. Von Karl Marx. Erster Band. Hamburg, Verlag von Otto Meissner, 1867.
Karl Marx (obra); digitalização: Zentralbibliothek Zürich, 1867. Domínio público.

Índice e ficha
Autoria
Karl Marx
Título original
Das Kapital. Kritik der politischen Oekonomie
Publicação original
setembro de 1867, Hamburgo (Otto Meissner)
Idioma original
Alemão
Direitos
Texto original em domínio público (autor morto em 1883). Traduções modernas protegidas por direitos.
Onde ler
Período
1867–1894
Área
Socialismo e comunismo
Regiões
Europa, Internacional
Temas
Teoria e conceitos, Economia e organização social, Movimento operário e sindical

O Capital. Crítica da economia política (em alemão, Das Kapital. Kritik der politischen Oekonomie) é a obra principal de Karl Marx. Só o Livro I, "O processo de produção do capital", foi publicado em vida do autor, em Hamburgo, pela editora Otto Meissner, em 1867 1. Os livros II e III foram preparados por Friedrich Engels a partir de manuscritos e publicados em 1885 e 1894; o material que Marx destinava a uma história das teorias foi editado por Karl Kautsky como Teorias da mais-valia 2 3.

A obra procura explicar como funciona o modo de produção capitalista: de onde vem o lucro, como o capital se acumula, por que há crises. No prefácio de 1867, Marx diz que seu objetivo final é revelar a lei econômica do movimento da sociedade moderna 4. É um dos livros mais influentes e mais discutidos da história do pensamento econômico e social.

Publicação e contexto

Fatos documentados

O Capital resulta de mais de vinte anos de estudos. Os manuscritos de 1857–58 (Grundrisse), a publicação de Para a crítica da economia política (1859) e os grandes manuscritos de 1861–63 e 1863–65 são etapas registradas na segunda seção da MEGA² 2.

Livro I. O prefácio é datado de Londres, 25 de julho de 1867 4; o volume saiu das prensas em 14 de setembro de 1867 1. A folha de rosto da primeira edição indica: Hamburgo, Verlag von Otto Meissner, 1867, com distribuição em Nova York por L. W. Schmidt (ver imagem). Marx revisou o texto para a segunda edição alemã (posfácio de janeiro de 1873) e para a edição francesa, publicada em fascículos e substancialmente modificada por ele; Engels preparou a terceira (1883) e a quarta (1890) edições alemãs e supervisionou a tradução inglesa de Samuel Moore e Edward Aveling (1887) 5 2 6. A primeira tradução estrangeira foi a russa, publicada na primavera de 1872 5.

Livro II ("O processo de circulação do capital"). Escrito por Marx entre 1863 e 1878 e editado por Engels em 1885 7.

Livro III ("O processo global da produção capitalista"). Baseado sobretudo no manuscrito de 1863–65, o único rascunho completo deixado por Marx para esse livro, foi editado por Engels e publicado em 1894 2 8.

Teorias da mais-valia. Parte do manuscrito de 1861–63 dedicada à história crítica das teorias econômicas, publicada por Karl Kautsky em três volumes entre 1905 e 1910 e, depois, em edição soviética que a apresentou como "Livro IV" 9 10.

Estrutura

Fatos documentados

O Livro I tem sete seções (na edição inglesa, oito partes e 33 capítulos; nas edições alemãs, 25 capítulos, a numeração difere) 6:

  1. Mercadoria e dinheiro.
  2. A transformação do dinheiro em capital (inclui a compra e venda da força de trabalho).
  3. A produção da mais-valia absoluta (processo de trabalho e de valorização; capital constante e variável; taxa de mais-valia; jornada de trabalho).
  4. A produção da mais-valia relativa (cooperação, manufatura, maquinaria e grande indústria).
  5. A produção da mais-valia absoluta e relativa.
  6. O salário.
  7. O processo de acumulação do capital (incluindo a "lei geral da acumulação capitalista" e, nas edições alemãs, a chamada acumulação primitiva; na edição inglesa esta última forma a Parte VIII).

O Livro II trata das metamorfoses e circuitos do capital, da rotação do capital e da reprodução do capital social total 7. O Livro III trata da conversão da mais-valia em lucro, da formação de uma taxa média de lucro e dos preços de produção, da lei da queda tendencial da taxa de lucro, do capital comercial, do capital portador de juros e do crédito, da renda da terra e das "rendas e suas fontes" 8.

Conceitos centrais

Formulação teórica
  • Mercadoria, valor de uso e valor. A riqueza capitalista aparece como acúmulo de mercadorias, que têm valor de uso e valor; a grandeza do valor é determinada pelo tempo de trabalho socialmente necessário 11.
  • Trabalho abstrato e forma de valor. O valor expressa uma relação social entre trabalhos privados; o dinheiro é sua forma desenvolvida.
  • Fetichismo da mercadoria. Relações sociais entre pessoas aparecem como relações entre coisas.
  • Força de trabalho e Mais-valia. O trabalhador vende sua capacidade de trabalho; a diferença entre o valor que ela cria e o seu próprio valor (o salário) é a mais-valia 12.
  • Capital constante e variável; composição orgânica.
  • Acumulação e "exército industrial de reserva".
  • Acumulação primitiva. A separação violenta dos produtores dos meios de produção, cercamentos, legislação contra os expropriados, colonização, como pré-condição histórica do capitalismo 6.
  • Preços de produção, taxa média de lucro e queda tendencial da taxa de lucro (Livro III) 8.

Marx chamou o método de sua exposição de dialético e escreveu, no posfácio de 1873, que em Hegel a dialética estava "de cabeça para baixo" e precisava ser posta de pé 5, passagem que alimenta até hoje o debate sobre a relação entre Marx e Hegel.

Debates teóricos

Debate em abertoFormulação teórica

O problema da transformação. No Livro III, Marx explica como mercadorias produzidas com diferentes proporções de capital constante e variável são vendidas a "preços de produção" que garantem uma taxa média de lucro, divergindo de seus valores. Eugen von Böhm-Bawerk sustentou em 1896 que isso contradizia a teoria do valor do Livro I 13; Rudolf Hilferding respondeu em 1904 14; Ladislaus von Bortkiewicz propôs em 1906–07 uma correção matemática 15. Após Piero Sraffa 16, autores neorricardianos como Ian Steedman concluíram que a teoria do valor-trabalho é dispensável para determinar preços e lucros 17. Em resposta, surgiram a "nova interpretação" (Duménil, Foley) 18 19 e a interpretação temporal de sistema único (TSSI), que sustenta não haver inconsistência quando os valores são calculados no tempo 20. A Stanford Encyclopedia resume que há técnicas sofisticadas para resolver o problema, mas questiona até que ponto elas salvam o projeto original 11.

A lei da queda tendencial da taxa de lucro. Marx sustenta que o aumento da composição orgânica do capital tende a reduzir a taxa de lucro, com "influências contrariantes" (Livro III, seção III) 8. Críticos apontaram problemas lógicos, Paul Sweezy, citado pela SEP 11, e o teorema de Okishio (1961), segundo o qual inovações adotadas por serem lucrativas não reduzem a taxa de lucro com salário real constante 21. Defensores (entre eles os autores da TSSI) contestam essas conclusões. Michael Heinrich argumentou que o próprio Marx teria passado a duvidar da lei nos anos 1870, o que gerou réplica de outros marxistas 22.

Estatuto da obra. Há ainda controvérsia sobre o plano original (Marx previa seis livros), sobre o peso da edição de Engels nos livros II e III e sobre a relação entre exposição lógica e história 23.

Edições críticas

Fatos documentados

A Marx-Engels-Gesamtausgabe (MEGA²), edição histórico-crítica conduzida pela Academia de Ciências de Berlim-Brandemburgo, publicou na sua segunda seção ("O Capital e trabalhos preparatórios") 15 volumes em 23 tomos, concluídos em 2012. Eles incluem os manuscritos de 1857–58, 1861–63 e 1863–65, as quatro edições alemãs autorizadas do Livro I, a edição francesa revista por Marx, a tradução inglesa revista por Engels e os manuscritos redacionais de Engels para os livros II e III 2. Parte dos textos está disponível na plataforma MEGAdigital 24.

Traduções em português

Fatos documentados
  • Civilização Brasileira (anos 1960). O editor Ênio Silveira publicou, na década de 1960, os livros I, II e III e as Teorias da mais-valia, todos traduzidos pelo baiano Reginaldo Lemos de Sant'Anna; segundo Carlos Pompe, foi a primeira edição completa no Brasil, antes só circulavam excertos 25. O ano exato da primeira edição não foi confirmado nesta pesquisa.
  • Abril Cultural, coleção "Os Economistas" (anos 1980). Tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão técnica do economista Paul Singer, vendida em bancas 25 26. Em 2025, a editora Ubu reeditou essa tradução, revista e cotejada 26. Ano e volumes da edição Abril a confirmar.
  • Boitempo (2013–2017). Tradução de Rubens Enderle, feita do alemão a partir da edição da MEGA²; o Livro I foi lançado em abril de 2013, com textos introdutórios de Jacob Gorender, Louis Althusser e José Arthur Giannotti 27. Os livros II (2014) e III (2017) completaram a série; a Boitempo adota "mais-valor" em vez do tradicional "mais-valia". (Datas dos livros II e III localizadas em catálogos de livrarias, não na editora.)
  • Edições portuguesas. Edições Progresso e Editorial "Avante!" publicaram tradução coletiva coordenada por José Barata-Moura e Francisco Melo, feita a partir da edição Dietz de 1974; parte dela está transcrita, com autorização, no Arquivo Marxista na Internet 28.

Recepção

Interpretação historiográfica

Na social-democracia alemã, O Capital tornou-se fundamento do programa e objeto de divulgação (resumos de Kautsky, entre outros). Na Rússia, a tradução de 1872 alimentou o debate entre populistas e marxistas sobre o destino do capitalismo no país. No século XX, a obra foi lida de modos opostos: como base da economia política oficial soviética; como crítica das formas sociais do capitalismo pelo marxismo ocidental; como teoria a ser reconstruída com ferramentas analíticas; e, na América Latina, como chave para pensar a dependência (ver Mais-valia). Em Cuba, o estudo de O Capital por Che Guevara e outros dirigentes alimentou o Grande debate econômico cubano (1963–1965).

No Brasil, um seminário de leitura de O Capital em São Paulo, no fim dos anos 1950 e nos anos 1960, reuniu nomes como Paul Singer e José Arthur Giannotti 26. Introduções muito difundidas incluem os cursos de David Harvey 29.

Direitos e onde ler legalmente

Fatos documentados

O texto original de Marx (1867–1894) está em domínio público. As traduções, não necessariamente: a tradução inglesa de Moore e Aveling (1887) é de domínio público, mas aparatos editoriais modernos podem ter direitos; as traduções portuguesas e brasileiras citadas acima (Sant'Anna, Barbosa e Kothe, Enderle, Avante!) estão protegidas por direitos dos tradutores ou editoras.

Onde ler sem infringir direitos:

  • Em inglês, no Marx/Engels Internet Archive (tradução de 1887) 6.
  • Em português, no Arquivo Marxista na Internet, com transcrição autorizada pela Editorial "Avante!" 28.
  • Os volumes da MEGA² disponibilizados na plataforma MEGAdigital 24.

Citações

Cada citação traz o grau de confirmação: frase famosa sem fonte localizada não é tratada como autêntica.

Imagens

Folha de rosto amarelada com os dizeres Das Kapital. Kritik der politischen Oekonomie. Von Karl Marx. Erster Band. Hamburg, Verlag von Otto Meissner, 1867.
Folha de rosto da primeira edição do Livro I de O Capital (Hamburgo, Otto Meissner, 1867), exemplar da Coleção Saitzew, Biblioteca Central de Zurique.Karl Marx (obra); digitalização: Zentralbibliothek Zürich, 1867. Origem: Wikimedia Commons, Zentralbibliothek Zürich. Licença: Domínio público. Obra de 1867 cujo autor morreu em 1883; a página do arquivo (consultada em 19/10/2026) a marca como domínio público (PD-old-100 e publicação anterior a 1931 nos EUA). Reprodução fiel de original bidimensional. Reduzida para 1200 px de altura.

Bibliografia comentada

  • Berlin-Brandenburgische Akademie der Wissenschaften. MEGA, II. Abteilung: "Das Kapital" und Vorarbeiten

    Descrição oficial da seção da MEGA² dedicada a O Capital: indispensável para entender a história do texto e a diferença entre os manuscritos de Marx e as edições de Engels.

  • Michael Heinrich. An Introduction to the Three Volumes of Karl Marx's Capital (2012)

    Introdução didática aos três livros, representativa da "nova leitura de Marx" centrada na teoria da forma-valor.

  • David Harvey. A Companion to Marx's Capital (em português: Para entender O Capital) (2010)

    Guia de leitura derivado de cursos de David Harvey; muito usado em grupos de estudo, inclusive no Brasil.

  • Rudolf Hilferding. Böhm-Bawerk's Criticism of Marx (prefácio, tradução inglesa no MIA) (1904)

    Resposta marxista clássica à crítica de Böhm-Bawerk; documento central da primeira rodada do debate sobre a transformação.

  • Ian Steedman. Marx after Sraffa (1977)

    Formulação mais influente da crítica neorricardiana à teoria do valor-trabalho.

  • Andrew Kliman. Reclaiming Marx's "Capital": A Refutation of the Myth of Inconsistency (2007)

    Defesa da coerência de O Capital pela interpretação temporal de sistema único; posição minoritária e contestada.

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Karl Marx: Life and Work (cronologia). Marx/Engels Internet Archive (marxists.org).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Cronologia baseada em edições soviéticas; usada para datas de vida, publicações e nascimentos e mortes dos filhos.
  2. 2Berlin-Brandenburgische Akademie der Wissenschaften. MEGA, II. Abteilung: "Das Kapital" und Vorarbeiten.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Informa 15 volumes em 23 tomos, concluída em 2012.
  3. 3V. I. Lênin. Friedrich Engels (necrológio escrito no outono de 1895; publicado em Rabotnik, 1896). 1896.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  4. 4Karl Marx. O Capital, Livro I, Prefácio da primeira edição alemã (Londres, 25 de julho de 1867), tradução inglesa no MIA. 1867.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  5. 5Karl Marx. O Capital, Livro I, Posfácio da segunda edição alemã (Londres, 24 de janeiro de 1873), tradução inglesa no MIA. 1873.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  6. 6Karl Marx. Capital, Volume I (índice; tradução de Samuel Moore e Edward Aveling, ed. por Engels, 1887). Marx/Engels Internet Archive.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]Numeração de capítulos da edição inglesa (33 capítulos), que difere da alemã.
  7. 7Karl Marx (ed. Friedrich Engels). Capital, Volume II, The Process of Circulation of Capital (índice). Marx/Engels Internet Archive.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  8. 8Karl Marx (ed. Friedrich Engels). Capital, Volume III, The Process of Capitalist Production as a Whole (índice). Marx/Engels Internet Archive.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  9. 9Karl Marx. Theories of Surplus Value ("Volume IV of Capital"), índice. Marx/Engels Internet Archive.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  10. 10Franz Mehring. Resenha de Theorien über den Mehrwert, vol. 1 (Stuttgart, Dietz, 1905). 1905.[Fonte primária · não consultada]Localizada por busca; a página não foi aberta. Data de 1905–1910 para a edição de Kautsky também consta de resenha de Gustav Eckstein (1910) no MIA, igualmente não aberta.
  11. 11Jonathan Wolff; David Leopold. Karl Marx. Stanford Encyclopedia of Philosophy, 2003 (revisão substantiva de 2025).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  12. 12Karl Marx. O Capital, Livro I, seção III, "A taxa de mais-valia" (cap. 9 na edição inglesa; cap. 7 nas edições alemãs).[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  13. 13Eugen von Böhm-Bawerk. Zum Abschluss des Marxschen Systems (em inglês: Karl Marx and the Close of His System). 1896.[Fonte primária · referência bibliográfica]
  14. 14Rudolf Hilferding. Böhm-Bawerk's Criticism of Marx (prefácio, tradução inglesa no MIA). 1904.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  15. 15Ladislaus von Bortkiewicz. Artigos sobre valor e preço no sistema de Marx (1906–1907).[Historiografia · referência bibliográfica]
  16. 16Piero Sraffa. Production of Commodities by Means of Commodities. Cambridge University Press, 1960.[Fonte primária · referência bibliográfica]
  17. 17Ian Steedman. Marx after Sraffa. 1977.[Historiografia · referência bibliográfica]
  18. 18Gérard Duménil. De la valeur aux prix de production. 1980.[Historiografia · referência bibliográfica]
  19. 19Duncan K. Foley. The Value of Money, the Value of Labor Power, and the Net Product. Review of Radical Political Economics, 1982.[Historiografia · referência bibliográfica]
  20. 20Andrew Kliman. Reclaiming Marx's "Capital": A Refutation of the Myth of Inconsistency. 2007.[Historiografia · referência bibliográfica]
  21. 21Nobuo Okishio. Technical Changes and the Rate of Profit. Kobe University Economic Review, 1961.[Historiografia · referência bibliográfica]
  22. 22Michael Heinrich. Crisis Theory, the Law of the Tendency of the Profit Rate to Fall, and Marx's Studies in the 1870s. Monthly Review, 2013.[Historiografia · referência bibliográfica]
  23. 23Michael Heinrich. An Introduction to the Three Volumes of Karl Marx's Capital. 2012.[Historiografia · referência bibliográfica]
  24. 24Berlin-Brandenburgische Akademie der Wissenschaften. Marx-Engels-Gesamtausgabe (MEGA), página do projeto.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  25. 25Carlos Pompe. Ênio Silveira, o editor de O Capital no Brasil. Vermelho, 2012.[Imprensa · consultada em 19 de outubro de 2026]
  26. 26Obra-prima de Marx ganha nova edição especial com material inédito pela editora Ubu. IstoÉ (1º de maio de 2025), 2025.[Imprensa · consultada em 19 de outubro de 2026]
  27. 27Boitempo lança em abril o Livro I de O Capital. Vermelho (1º de abril de 2013), 2013.[Imprensa · consultada em 19 de outubro de 2026]
  28. 28Karl Marx. O Capital, índice no Arquivo Marxista na Internet (tradução Edições Progresso/Editorial "Avante!").[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]Tradução coletiva (José Barata-Moura e outros) a partir da edição Dietz de 1974; direitos da tradução reservados à Avante!; transcrição autorizada.
  29. 29David Harvey. A Companion to Marx's Capital (em português: Para entender O Capital). 2010.[Historiografia · referência bibliográfica]

Rede de relações

Ligações documentadas com tipo, período e fonte. Verbetes ainda planejados aparecem tracejados e sem link.

relacionado a

conceito central

precedeu

  • Teorias da mais-valia (verbete planejado)ObraParte do manuscrito de 1861–63, publicada por Kautsky em 1905–1910.

influenciado por

  • A riqueza das naçõesObraMarx critica Smith nas Teorias da mais-valia e em O Capital. Fonte: Teorias da mais-valia (manuscrito de 1861–63; ed. Kautsky, 1905–1910) (no verbete A riqueza das nações)

criticado por

  • Escola austríaca de economiaEscola econômicaCrítica de Böhm-Bawerk (1896). Fonte: Zum Abschluss des Marxschen Systems (Karl Marx and the Close of His System) (no verbete Escola austríaca de economia)

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Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP, rascunho assistido por IA
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
1.624 palavras · 29 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoRedação a partir da MEGA²/BBAW, índices e prefácios no MIA, SEP e imprensa sobre as edições brasileiras. Pendências: ano da 1ª ed. Civilização Brasileira; ano e volumes da edição Abril/Os Economistas (não confirmados); anos dos livros II e III da Boitempo em fonte da editora; o original alemão da citação; obras da bibliografia do debate (Bortkiewicz, Sraffa, Steedman, Okishio, Kliman, Heinrich) não consultadas.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

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Como citar: O Capital. In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/o-capital.

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