Pular para o conteúdo
Exército Lulaacervo documental
PessoaPublicado

Therezinha Zerbini

Assistente social e advogada, fundadora do Movimento Feminino pela Anistia (1928–2015)

Assistente social e advogada paulista, presa em 1970 por ter ajudado a obter o sítio do congresso da UNE em Ibiúna (1968). Em 1975 fundou o Movimento Feminino pela Anistia, primeira entidade legal a pedir anistia, e defendeu uma anistia de pacificação, em choque com o CBA.

Também: Therezinha Godoy Zerbini · Therezinha de Godoy Zerbini · Terezinha Zerbini · Therezinha Zerbine (grafia em documentos e no relatório da CNV) · Therezinha Godoy

Índice e ficha
Nome completo
Therezinha Godoy Zerbini
Nascimento
1928
Morte
14 de março de 2015, São Paulo (SP)
Nacionalidade
brasileira
Papéis
  • Assistente social e advogadaOutro papel
  • Fundadora e presidente do Movimento Feminino pela AnistiaOutro papel · 1975–1979
  • Militante do PDTMilitante · a partir de 1979–1980
Como se definia
Rejeitava o rótulo de feminista para o MFPA (segundo Duarte, 2020); não se declarava comunista nem marxista nas fontes consultadas.
Filiações
Movimento Feminino pela Anistia (MFPA) (1975–1979); Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Período
1928–2015
Área
Ditaduras no Brasil
Regiões
Brasil
Temas
Mulheres e feminismos, Repressão, violência política e direitos, Estado, poder e democracia, Partido e organização

Therezinha Godoy Zerbini foi assistente social e advogada e fundou, em 1975, o Movimento Feminino pela Anistia (MFPA), uma das primeiras organizações a pedir publicamente a anistia aos perseguidos pela ditadura de 1964 1 2. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) registra o MFPA como pioneiro na luta sistemática pela anistia e como o "primeiro movimento legalmente constituído para o enfrentamento direto do regime militar" 2.

Casada com um general punido por resistir ao golpe, ela própria foi presa em 1970 por ter ajudado a conseguir o local do congresso clandestino da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna, em 1968 1 3. Sua trajetória é central para entender o papel das mulheres na resistência e na campanha pela anistia, e também as divergências dentro dessa campanha, já que suas posições sobre o alcance da anistia a afastaram de outros movimentos 4.

Origem, profissão e família

Fatos documentados

As fontes consultadas concordam que Therezinha Zerbini nasceu em 1928, ela morreu em 2015 aos 87 anos, segundo o artigo acadêmico de Ana Rita Fonteles Duarte e a exposição de motivos de um projeto de lei de Porto Alegre 3 5; o dia e o local de nascimento não foram confirmados em fonte aberta nesta pesquisa. O Instituto Vladimir Herzog descreve-a como assistente social, advogada e ativista de direitos humanos, e registra que trabalhou como assistente social no Hospital do Mandaqui, em São Paulo 1.

Em 1951 conheceu o general Euryale de Jesus Zerbini, com quem se casou 1. Em 1964, ele comandava a unidade do Exército em Caçapava (SP) e foi um dos quatro oficiais-generais que se opuseram ao golpe; foi preso, passado para a reserva e teve os direitos políticos cassados 6 1 4. A CNV menciona o general entre os militares cassados que participaram, junto com o PCB e outros, de uma articulação de oposição ao regime em meados dos anos 1960, que não prosperou 7. A condição de mulher de militar perseguido marca a trajetória de Therezinha e, mais tarde, o perfil do movimento que criou.

Ibiúna e a prisão de 1970

Fatos documentadosTestemunho

Em 1968, Therezinha ajudou frei Tito de Alencar Lima, dominicano ligado ao movimento estudantil, a obter o sítio em Ibiúna (SP) onde se realizou o congresso clandestino da UNE, dissolvido pela polícia em outubro daquele ano 1 3. Na entrevista de 2006, ela se referiu ao episódio como "o grande crime" pelo qual foi perseguida 3.

Segundo Duarte, foi detida em novembro de 1969 e liberada depois de depoimento no DOPS; em fevereiro de 1970 foi presa pela Operação Bandeirante (Oban) 4. O Instituto Vladimir Herzog data a prisão de 11 de fevereiro de 1970 e relata que ela passou cinco dias na Oban, onde presenciou a tortura de frei Tito, cerca de uma semana no DOPS e aproximadamente seis meses no Presídio Tiradentes, processada com base na Lei de Segurança Nacional 1. As fontes registram que ela própria não foi torturada 1 4. No Tiradentes, segundo a Fundação Perseu Abramo, dividiu cela com a futura presidente Dilma Rousseff 6. Na entrevista, ela disse ter ficado à disposição do regime por "praticamente um ano", em duas fases 3.

A CNV registra que a advogada Therezinha Godoy esteve presa no DOI-CODI de São Paulo em 1970 7. Há divergência sobre o ano da primeira prisão: o catálogo de uma exposição do Senado (2025) fala em "presa em 1968", data que não coincide com as demais fontes e pode confundir o congresso de Ibiúna com a prisão 8.

Violência contra familiares

TestemunhoConclusão de comissão
Conteúdo sensívelEsta seção menciona violência sexual contra uma adolescente durante visita a presa política (sem detalhes).Ler este trecho

No texto sobre violações no meio militar, a CNV registra o depoimento público de Eugenia Zerbini, filha do general Euryale, que relatou ter sofrido violência sexual aos 16 anos, quando visitava a mãe presa no DOI-CODI de São Paulo, em 1970; a comissão observa que esse não foi um caso isolado entre familiares de militares perseguidos 7. O depoimento foi prestado em audiência pública conjunta da CNV e da Comissão da Verdade de São Paulo, em abril de 2014 7. O caso mostra como a repressão atingia também familiares, inclusive menores, de pessoas perseguidas.

O Movimento Feminino pela Anistia (1975)

Fatos documentadosDocumento de época

Em 1975, declarado pela ONU Ano Internacional da Mulher, Therezinha Zerbini lançou em São Paulo o Movimento Feminino pela Anistia 2 3. Segundo a Fundação Perseu Abramo, o lançamento foi anunciado durante sessão da conferência da ONU do Ano Internacional da Mulher, na Cidade do México, em meados de 1975 6; a data exata de fundação varia entre as fontes. No Rio Grande do Sul, o livro de atas do núcleo gaúcho começa em 20 de junho de 1975, e a imprensa de Porto Alegre noticiou a campanha a partir de 21 de junho 9.

O MFPA organizou-se como entidade civil legal, com dois objetivos estatutários registrados pela CNV: lutar por todo homem atingido em sua dignidade e cidadania e promover a mulher cultural, social e civicamente 2. Seus núcleos se espalharam pelo país, e no primeiro ano o "Manifesto da Mulher Brasileira" em favor da anistia reuniu 16 mil assinaturas 2, com peso especial do Rio Grande do Sul, segundo a FPA 6. Na entrevista, Therezinha contou ter fotocopiado o manifesto e distribuído cem cópias no primeiro lote para coleta de assinaturas 3. Em 1977 o movimento lançou o boletim Maria Quitéria 10.

Para a FPA, o apoio da Igreja Católica, do MDB e de associações profissionais deu ao MFPA existência legal e abriu espaço para setores médios sem vínculo com a esquerda organizada 6. A estratégia, mulheres, mães e familiares falando em nome da pacificação e da família, num momento em que a repressão ainda era intensa, é lida pela historiografia como uma forma de resistência possível dentro dos limites do regime 4. A documentação do núcleo gaúcho está preservada no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (fundo MFPA, coleção Licia Peres/Mila Cauduro, 1975–1999), sem restrição de acesso 9.

O Comitê Brasileiro pela Anistia e as divergências

Fatos documentadosInterpretação historiográficaDebate em aberto

Em 14 de fevereiro de 1978 foi fundado no Rio de Janeiro o Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA), que reunia militantes do MFPA, estudantes, advogados de presos políticos, artistas e membros da Igreja, e lançou a bandeira da anistia "ampla, geral e irrestrita"; o CBA de São Paulo começou a atuar em 12 de maio de 1978 2. Os comitês assumiram as reivindicações dos familiares de mortos e desaparecidos: esclarecimento das circunstâncias, entrega dos restos mortais e responsabilização dos torturadores 2.

A relação com Therezinha foi conflituosa. Segundo Duarte, ela via o CBA como tentativa de grupos de esquerda de dirigir o processo e "aparelhar" o MFPA; os dois movimentos se unificaram formalmente num encontro em Brasília, em agosto de 1978, mas os conflitos continuaram 4. A historiadora registra que o MFPA nacional não defendia a fórmula "ampla, geral e irrestrita": Therezinha concebia a anistia como "pacto nacional" de pacificação, aceitava que acusados de "crimes de sangue" ficassem de fora naquele momento e, em 2005, disse que os militares "precisavam tanto da anistia como nós", uma anistia recíproca 4. O manifesto do MFPA, transcrito na entrevista, falava em "anistia ampla e geral" 3. Há, portanto, versões diferentes: a exposição de motivos de um projeto de lei de Porto Alegre (2023) afirma que ela liderou em 1978 um comitê pela anistia ampla, geral e irrestrita, o que contradiz a análise acadêmica 5.

Também houve atritos com grupos feministas: ela rejeitava o rótulo de feminista para o MFPA e afastou-se do jornal Brasil Mulher 4 3. Duarte argumenta que essas posições explicam por que o MFPA, embora pioneiro, ocupa lugar secundário nas memórias dominantes da redemocratização, e lê as entrevistas de Therezinha como disputa por protagonismo 4.

A Lei da Anistia e depois

Fatos documentadosDocumento de época

A Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979, anistiou crimes políticos e "conexos" cometidos entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979 e excluiu os condenados por "terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal" 11. Era menos do que pediam os comitês da anistia ampla e, na interpretação que prevaleceu depois, acabou abrangendo também agentes do Estado, tema do debate sobre justiça de transição. A CNV ressalta que a campanha da anistia não se reduz à lei aprovada 2.

Depois da lei, Therezinha dissolveu o MFPA e propôs transformá-lo num movimento de direitos humanos 3. Colaborou com Leonel Brizola na tentativa de refundar o PTB e, em seguida, na criação do PDT 1 10; aos 80 anos ainda dirigia o partido em sua cidade, segundo Duarte 4.

Recebeu homenagens públicas: foi homenageada na sessão solene do Congresso Nacional pelo Dia Internacional da Mulher, em 11 de março de 2008 12 (a exposição de motivos de Porto Alegre fala em prêmio Bertha Lutz, o que o registro do Senado não confirma 5), e pela prefeitura de São Paulo em maio de 2014 1. Morreu em São Paulo em 14 de março de 2015 5 10.

Mulheres na resistência à ditadura

Interpretação historiográficaFatos documentados

A CNV situa o MFPA num movimento mais amplo: nos anos 1970 surgiram em São Paulo grupos como Brasil Mulher e Nós Mulheres, além de organizações femininas de bairro, que debatiam trabalho, direitos e temas antes silenciados 2. Mulheres estiveram presentes em todas as formas de oposição, nas organizações armadas, nos movimentos de familiares, nas pastorais e nos movimentos de bairro, e foram alvo de formas específicas de violência, inclusive sexual, registradas pela CNV 7 13.

O caso de Therezinha mostra uma estratégia particular: usar a identidade de mãe, esposa e cidadã, e a cobertura legal de uma entidade civil, para levar a anistia ao espaço público quando a oposição organizada ainda era duramente reprimida 6 4. Essa estratégia de resistência não armada conviveu e divergiu com outras, a luta armada de organizações como a de Carlos Marighella, a ação das igrejas de dom Paulo Evaristo Arns e a dos advogados de presos políticos, que também fundaram o CBA 2.

Situação documentada

As categorias não se somam: uma mesma pessoa pode ter sido presa, exilada e depois desaparecida.

  • Sobrevivente
  • Familiar atingido(a)
Reconhecimento oficial
O que não se sabe
Data exata da primeira detenção (1969 × 1970; catálogo do Senado diz 1968), duração total da prisão e eventual processo na Justiça Militar não conferidos em fonte primária (BNM Digital, Arquivo Público do Estado de SP).

Informações sobre processos e reparações conferidas até 19 de outubro de 2026; podem ter mudado depois.

No portal Ditaduras no Brasil

Ditadura de 1964–1985 · Transição e Nova República (1985–) · Sudeste, Sul, Nacional (SP, RS, RJ)

ResistênciasPessoasVítimas e sobreviventesTransiçãoMemória, verdade e justiça

Citações

Cada citação traz o grau de confirmação: frase famosa sem fonte localizada não é tratada como autêntica.

Cronologia

  1. 1928

    Nascimento.3

  2. 1951

    Conhece o general Euryale de Jesus Zerbini, com quem se casa.1

  3. 1964

    O general Zerbini se opõe ao golpe, é preso, reformado e cassado.6

  4. 1968

    Ajuda frei Tito a obter o sítio do congresso clandestino da UNE em Ibiúna.1

  5. novembro de 1969

    Detida e liberada depois de depoimento no DOPS.4

  6. 11 de fevereiro de 1970

    Presa pela Operação Bandeirante; depois DOPS e cerca de seis meses no Presídio Tiradentes.1

  7. junho de 1975

    Lançamento do Movimento Feminino pela Anistia; núcleo do RS registra suas primeiras atas.9

  8. 1975

    Manifesto da Mulher Brasileira pela anistia reúne 16 mil assinaturas.2

  9. 1977

    MFPA lança o boletim Maria Quitéria.10

  10. 14 de fevereiro de 1978

    Fundação do Comitê Brasileiro pela Anistia, no Rio de Janeiro.2

  11. agosto de 1978

    Encontro em Brasília unifica formalmente MFPA e CBA.4

  12. 28 de agosto de 1979

    Sanção da Lei nº 6.683 (Lei da Anistia).11

  13. 11 de março de 2008

    Homenageada em sessão solene do Congresso Nacional.12

  14. maio de 2014

    Homenageada pela prefeitura de São Paulo.1

  15. 14 de março de 2015

    Morre em São Paulo.5

Bibliografia comentada

  • Ana Rita Fonteles Duarte. O Movimento Feminino pela Anistia na luta contra a ditadura no Brasil: entrevista com Therezinha Zerbini (2019)

    Entrevista de 2006 publicada com apresentação crítica: a principal fonte em primeira pessoa sobre o MFPA e a prisão.

  • Ana Rita Fonteles Duarte. Memória, disputas, resistência e ressentimento: a luta pelo protagonismo na narrativa de Therezinha Zerbini (2020)

    Análise historiográfica das memórias de Therezinha, das divergências com o CBA e com feministas e de sua concepção de anistia como pacificação.

  • Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, vol. II, Texto 9, A resistência da sociedade civil às graves violações de direitos humanos (2014)

    Síntese oficial da campanha da anistia (MFPA, CBA, congressos), com datas de fundação dos comitês.

  • Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Meio de busca, Fundo Movimento Feminino pela Anistia (Coleção Licia Peres / Mila Cauduro), 1975–1999

    Instrumento de pesquisa do acervo do núcleo gaúcho do MFPA, com atas, recortes de imprensa e dossiês (1975–1979).

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Instituto Vladimir Herzog. Therezinha Zerbini, Memórias da Ditadura (personagens). Memórias da Ditadura.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  2. 2Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, vol. II, Texto 9, A resistência da sociedade civil às graves violações de direitos humanos. Comissão Nacional da Verdade, Brasília, 2014.[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]O site oficial da CNV (cnv.memoriasreveladas.gov.br) recusou o acesso automatizado em 19/10/2026; o PDF foi lido em cópia integral espelhada no Marxists Internet Archive. Conferir paginação e redação na edição oficial antes de publicar.
  3. 3Ana Rita Fonteles Duarte. O Movimento Feminino pela Anistia na luta contra a ditadura no Brasil: entrevista com Therezinha Zerbini. Revista Estudos Feministas, v. 27, n. 1, e53564 (DOI 10.1590/1806-9584-2019v27n153564), Florianópolis, 2019.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Entrevista realizada em 31/08/2006 na casa da entrevistada, em São Paulo.
  4. 4Ana Rita Fonteles Duarte. Memória, disputas, resistência e ressentimento: a luta pelo protagonismo na narrativa de Therezinha Zerbini. Tempo, v. 26, n. 2 (DOI 10.1590/TEM-1980-542X2020v260210), 2020.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]
  5. 5Vereadora Dilce Abgail Rodrigues Pereira. Minuta de Projeto de Lei do Legislativo, denomina Rua Therezinha Zerbini (Porto Alegre), com exposição de motivos. Câmara Municipal de Porto Alegre (processo 299.00133/2023-64), 2023.[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]Exposição de motivos de projeto de lei de homenagem; não é pesquisa histórica.
  6. 6Pedro Camarão. Julho de 1975 – Movimento Feminino Pela Anistia é lançado (A semana na história). Fundação Perseu Abramo, Revista Focus (10/07/2022), 2022.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Fundação ligada ao PT; texto de divulgação histórica.
  7. 7Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, vol. II, Texto 1, Violações de direitos humanos no meio militar. Comissão Nacional da Verdade, Brasília, 2014.[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]O site oficial da CNV (cnv.memoriasreveladas.gov.br) recusou o acesso automatizado em 19/10/2026; o PDF foi lido em cópia integral espelhada no Marxists Internet Archive. Conferir paginação e redação na edição oficial antes de publicar.
  8. 8Senado Federal, Museu do Senado. Mulheres na redemocratização, catálogo da exposição. Senado Federal, 2025.[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
  9. 9Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Meio de busca, Fundo Movimento Feminino pela Anistia (Coleção Licia Peres / Mila Cauduro), 1975–1999. Secretaria de Estado da Cultura do RS, Memórias Reveladas.[Arquivo · consultada em 19 de outubro de 2026]
  10. 10Ciça Carboni. Especial 7 de setembro: mulheres na política, de Maria Quitéria a Therezinha Zerbini. TVT News (06/09/2024), 2024.[Imprensa · consultada em 19 de outubro de 2026]
  11. 11Presidência da República. Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979, Concede anistia e dá outras providências. Planalto, legislação, 1979.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  12. 12Senado Federal. Pronunciamento de Serys Slhessarenko em 11/03/2008 (sessão solene do Congresso Nacional pelo Dia Internacional da Mulher). Senado Federal, pronunciamentos, 2008.[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]
  13. 13Comissão Nacional da Verdade (texto sob responsabilidade do conselheiro Paulo Sérgio Pinheiro). Relatório da Comissão Nacional da Verdade, vol. II, Texto 4, Violações de direitos humanos nas igrejas cristãs. Comissão Nacional da Verdade, Brasília, 2014.[Fonte oficial · consultada em 19 de outubro de 2026]O site oficial da CNV (cnv.memoriasreveladas.gov.br) recusou o acesso automatizado em 19/10/2026; o PDF foi lido em cópia integral espelhada no Marxists Internet Archive. Conferir paginação e redação na edição oficial antes de publicar.

Rede de relações

Ligações documentadas com tipo, período e fonte. Verbetes ainda planejados aparecem tracejados e sem link.

dirigiu

debateu com

relacionado a

vítima de

Compartilhe

Peças para as redes

Geradas a partir deste verbete. Cada peça leva o endereço do verbete, onde ficam as fontes e o contexto.

Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP, rascunho assistido por IA
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
1.598 palavras · 13 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoPesquisado: entrevista de 2006 publicada na Revista Estudos Feministas (2019) e artigo na revista Tempo (2020), ambos de Ana Rita Fonteles Duarte (SciELO); página do Memórias da Ditadura (IVH); Fundação Perseu Abramo (2022); vol. II da CNV (Textos 1 e 9); catálogo da exposição do Senado (2025); pronunciamento no Senado de 11/03/2008; exposição de motivos do PLL 607/23 de Porto Alegre; instrumento de pesquisa do fundo MFPA no Arquivo Histórico do RS; TVT News (2024); Lei 6.683/1979 no Planalto. Não há verbete do DHBB localizado. PENDÊNCIAS: (1) data e local de nascimento (fontes de referência divergem: 16/04 ou 12/12/1928); (2) primeira prisão: 1968 (Senado), novembro de 1969 (Duarte) ou fevereiro de 1970 (IVH, CNV), conferir em processo da Justiça Militar (BNM Digital) e no acervo DEOPS/APESP; (3) data exata de fundação do MFPA (abril, junho ou julho de 1975) e circunstâncias do anúncio no México; (4) homenagem de 2008 (prêmio Bertha Lutz não confirmado pelo registro do Senado); (5) a relação com o congresso de Ibiúna é de apoio, não de filiação à UNE; (6) a menção ao depoimento de Eugenia Zerbini (pessoa viva) foi limitada ao que a CNV publicou; avaliar na revisão se deve permanecer; (7) a relação com instituicao:operacao-bandeirante usa id planejado.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

Encontrou um erro? Escreva pela página de correções citando o verbete e a seção. Correções ficam registradas neste histórico.

Como citar: Therezinha Zerbini. In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/therezinha-zerbini.

Continue explorando

Preferências de leitura
Tamanho do texto
Fonte