Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), depois Secretaria de Políticas para as Mulheres (2010) e Ministério das Mulheres (2023)
Reforma institucional · SPM
Formular, coordenar e articular no governo federal políticas para as mulheres. Antes de 2003, a promoção de políticas para eliminar a discriminação da mulher cabia ao Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, criado pela Lei nº 7.353/1985 com canais permanentes de relação com o movimento…
Também: SPM · Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher (Ministério da Justiça, 2002) · Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, 2016; Ministério da Justiça e Cidadania, 2016 a 2017) · Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres (Secretaria de Governo da Presidência, 2017; Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, 2019 a 2022)

Índice e ficha
- Período
- 08/1985
- Área
- Lula e seus governos
- Regiões
- Brasil
- Temas
- Estado, poder e democracia, Mulheres e feminismos, Repressão, violência política e direitos
A MP nº 103/2003, convertida na Lei nº 10.683/2003, transformou a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, órgão da Presidência da República com titular de prerrogativas equivalentes às de ministro, e transferiu para ela o CNDM. Cabia à Secretaria assessorar o Presidente na formulação, coordenação e articulação de políticas para as mulheres, elaborar o planejamento de gênero e campanhas educativas e antidiscriminatórias nacionais. Decreto de 2003 pôs sob coordenação da Secretaria e do CNDM a 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para 2004, para propor diretrizes ao Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, aprovado pelo Decreto nº 5.390/2005 e acompanhado por comitê coordenado pela Secretaria. Em 2010 tornou-se Secretaria de Políticas para as Mulheres; em 2016 foi extinta como órgão da Presidência, e a área passou a secretaria de outros ministérios; a Lei nº 14.600/2023, conversão da MP nº 1.154/2023, manteve a criação do Ministério das Mulheres.12345678910111213
Nos governos Lula
- Integrou iniciativas anteriores (primeiro mandato (2003–2006))34
- Reformulado no governo Lula (primeiro mandato (2003–2006))37
- Mantido no governo Lula (segundo mandato (2007–2010))14
- Reformulado no governo Lula (segundo mandato (2007–2010))84
- Reformulado no governo Lula (terceiro mandato (desde 2023))1315
Origem
A Medida Provisória nº 103, de 1º de janeiro de 2003, que dispôs sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, incluiu a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres entre os órgãos que integram a Presidência da República.3
A MP 103/2003 transformou a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher, do Ministério da Justiça, em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, e extinguiu o cargo de Secretário de Estado de Direitos da Mulher.3
Antecedentes
A Lei nº 7.353, de 29 de agosto de 1985, decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente José Sarney, criou o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), com a finalidade de promover em âmbito nacional políticas que visem a eliminar a discriminação da mulher.1
Pela Lei 7.353/1985, competia ao CNDM formular diretrizes e promover políticas em todos os níveis da administração pública visando à eliminação das discriminações que atingem a mulher e manter canais permanentes de relação com o movimento de mulheres; um terço do Conselho Deliberativo seria escolhido entre pessoas indicadas por movimentos de mulheres.1
A Lei nº 10.539, de 23 de setembro de 2002, conversão da Medida Provisória nº 37/2002, sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, criou na estrutura do Ministério da Justiça a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher e o cargo de natureza especial de Secretário de Estado dos Direitos da Mulher.2
O que foi instituído
A MP 103/2003 criou o cargo de natureza especial de Secretário Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, com prerrogativas, garantias, vantagens e direitos equivalentes aos de Ministro de Estado.3
A MP 103/2003 foi convertida na Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que manteve a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres entre os órgãos que integram a Presidência da República.4
A MP 1.154/2023 foi convertida na Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que manteve a criação do Ministério das Mulheres por desmembramento do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.13
A Lei 14.600/2023 incluiu a Ministra de Estado das Mulheres entre os cargos de Ministro de Estado.13
Alterações
A Lei nº 12.314, de 19 de agosto de 2010, conversão da MP 483/2010, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, transformou a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres em Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.8
Com a Lei 12.314/2010, a estrutura básica da Secretaria passou a ser o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, o Gabinete, a Secretaria-Executiva e até 3 Secretarias.4
No governo Dilma Rousseff, o Decreto nº 7.959, de 13 de março de 2013, atribuiu à Secretaria de Políticas para as Mulheres dispor sobre o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres para o período de 2013 a 2015, com consulta prévia aos ministérios responsáveis.16
No governo Dilma Rousseff, a Medida Provisória nº 696, de 2 de outubro de 2015, extinguiu o cargo de Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e transformou o cargo de secretário-executivo da Secretaria em Secretário Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.17
A Lei nº 13.266, de 5 de abril de 2016, conversão da MP 696/2015, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, extinguiu a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e criou o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, que passou a ter em sua estrutura básica o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.9
A Medida Provisória nº 726, de 12 de maio de 2016, editada pelo vice-presidente Michel Temer no exercício do cargo de Presidente da República e convertida na Lei nº 13.341/2016, extinguiu o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos e transferiu suas competências para o Ministério da Justiça e Cidadania, ressalvadas as competências sobre políticas para a juventude.1011
A Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019, sancionada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, transformou o Ministério dos Direitos Humanos no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, cuja estrutura básica incluía a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.12
Execução
Segundo o Ipea (2008), em 2004 o governo federal, por meio da SPM e em parceria com o CNDM, realizou a I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a primeira conferência nacional convocada pelo governo federal na área, que reuniu centenas de milhares de mulheres em suas etapas municipais e estaduais.18
Funcionamento
Pela MP 103/2003, competia à Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres assessorar direta e imediatamente o Presidente da República na formulação, coordenação e articulação de políticas para as mulheres, elaborar e implementar campanhas educativas e antidiscriminatórias de caráter nacional e elaborar o planejamento de gênero, tendo como estrutura básica o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, o Gabinete e até três Subsecretarias.3
Decreto de 15 de julho de 2004 instituiu Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres de acordo com as prioridades do planejamento governamental e as diretrizes da I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres.6
O Decreto nº 5.390, de 8 de março de 2005, aprovou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), atribuiu à Secretaria Especial a edição de metas, prioridades e ações e instituiu o Comitê de Articulação e Monitoramento do PNPM.7
O anexo do Decreto 5.390/2005 organizou os objetivos do I PNPM em cinco blocos: autonomia, igualdade no mundo do trabalho e cidadania; educação inclusiva e não sexista; saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos; enfrentamento à violência contra as mulheres; e gestão e monitoramento do Plano.7
Pela Lei 14.600/2023, constituem áreas de competência do Ministério das Mulheres a formulação, coordenação e execução de políticas e diretrizes de garantia dos direitos das mulheres, a articulação de políticas para as mulheres nas 3 esferas federativas, campanhas educativas e antidiscriminatórias e o acompanhamento da legislação sobre ações afirmativas.13
Governança
A MP 103/2003 transferiu o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher do Ministério da Justiça para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e determinou que o Conselho fosse presidido pelo titular da Secretaria, com composição e funcionamento revistos por ato do Poder Executivo até 30 de junho de 2003.3
A MP 103/2003 determinou que a Secretaria constituísse, em até noventa dias, grupo de trabalho integrado por representantes da Secretaria e da sociedade para elaborar proposta de regulamentação do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.3
Decreto de 18 de dezembro de 2003 convocou a 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para 17 a 19 de junho de 2004, sob coordenação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, com o objetivo de propor diretrizes para o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.5
Na redação original do Decreto 5.390/2005, o Comitê de Articulação e Monitoramento do PNPM era coordenado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e integrado por representantes de ministérios, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher; em 2007 passou a incluir representantes de organismos estaduais e municipais de políticas para as mulheres.7
O Decreto 6.412/2008 atribuiu ao CNDM participar da organização das conferências nacionais de políticas públicas para as mulheres.19
Segundo guia do governo do Piauí, a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres foi convocada pela Portaria nº 132/2024 do Ministério das Mulheres, com etapa nacional prevista para 29 de setembro a 1º de outubro de 2025 e tema “Mais Democracia, Mais Igualdade e Mais Conquistas para Todas”.20
Orçamento e execução financeira
Segundo o Ipea (2008), os recursos da SPM somavam R$ 13,48 milhões no Ploa 2007 e aumentaram para R$ 42,85 milhões com as emendas aprovadas no Congresso Nacional, valor que praticamente se iguala ao Ploa 2008; para o Ipea, esse aumento inicial se deve ao lançamento do Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra as Mulheres. O Ipea registra também que o volume de recursos contingenciados permanecia muito elevado: até o início de dezembro de 2007, somente 58% do total aprovado na LOA 2007 havia sido disponibilizado para movimentação e empenho.18
Segundo o Ipea (2011), em 2009 a SPM executou 95,8% de seu orçamento, a mais alta proporção de orçamento liquidado entre as secretarias especiais, e as transferências para estados, municípios e organizações privadas responderam por 73,3% do orçamento liquidado.21
Em 2004, a unidade orçamentária 20122 (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) teve dotação inicial de R$ 26.192.020, autorizado (lei mais créditos) de R$ 24.867.020 e pago no exercício de R$ 14.815.597, segundo o SIOP.22
Em 2007, a unidade orçamentária 20122 (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) teve dotação inicial de R$ 48.429.938, autorizado de R$ 48.799.938 e pago no exercício de R$ 24.757.394, segundo o SIOP.23
Em 2010, a unidade orçamentária 20122 teve dotação inicial de R$ 88.312.429, autorizado de R$ 89.715.636, empenhado de R$ 75.849.029 e pago no exercício de R$ 50.929.039, segundo o SIOP.14
Em 2015, a unidade orçamentária 65101 (Secretaria de Políticas para as Mulheres) teve dotação inicial de R$ 260.387.406, autorizado de R$ 266.413.888, empenhado de R$ 144.962.097 e pago no exercício de R$ 71.194.339, segundo o SIOP.24
Em 2018, a unidade orçamentária 20122, então denominada Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, teve dotação inicial de R$ 114.810.299, autorizado de R$ 70.571.405 e pago no exercício de R$ 38.511.554, segundo o SIOP.25
Segundo o Ipea (citando Tokarski et al., 2022b), o II PNPM contava com investimento nominal de cerca de R$ 7 bilhões em ações específicas para as mulheres e mais de R$ 10 bilhões em ações universais; o primeiro PNPM não tinha compromisso orçamentário com as ações e os órgãos setoriais.26
Em 2023, a unidade orçamentária 65101 (Ministério das Mulheres, Administração Direta) não teve dotação inicial própria; o autorizado foi de R$ 149.006.993, o empenhado de R$ 147.124.619 e o pago no exercício de R$ 27.206.726, segundo o SIOP.27
Em 2024, a unidade orçamentária 65101 (Ministério das Mulheres) teve dotação inicial de R$ 480.620.937, autorizado de R$ 317.681.213, empenhado de R$ 308.679.618 e pago no exercício de R$ 76.602.936, segundo o SIOP.15
Em 2025, a unidade orçamentária 65101 (Ministério das Mulheres) teve dotação inicial de R$ 370.538.893, autorizado de R$ 314.305.842, empenhado de R$ 300.271.912 e pago no exercício de R$ 118.300.787, segundo o SIOP.28
Limitações
Segundo o Ipea (2008), a avaliação feita na II CNPM apontou avanços (maior incorporação da transversalidade de gênero, maior inserção de gênero, raça e etnia no orçamento e no planejamento, ampliação dos conselhos dos direitos da mulher) e obstáculos, como a baixa divulgação do PNPM e ações e diretrizes ainda não traduzidas do ponto de vista orçamentário.18
Segundo o Ipea (2011), os Planos Nacionais de Políticas para as Mulheres procuraram traduzir as políticas do governo federal para as mulheres, mas não foram integralmente executados, e muitas de suas ações eram de difícil monitoramento.21
Segundo o Ipea (2022), muitas das ações concretas previstas para a área de enfrentamento da violência contra as mulheres, mesmo aquelas consideradas prioritárias, como a Casa da Mulher Brasileira, não conseguiram ter seu orçamento executado.29
Contexto
Segundo o Ipea (2011), a MP 483/2010, convertida na Lei 12.314/2010, conferiu a quatro secretarias da Presidência, entre elas a de Políticas para as Mulheres, o status de ministério, com estrutura mais parecida com a de um ministério e assento no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.21
Para o Ipea (2022), o símbolo de um novo momento foi a fusão da SPM com outras secretarias num ministério guarda-chuva, seguida, a partir de 2016, de sucessivas perdas de relevância institucional, de orçamentos e de importância do tema na agenda política.29
No acervo
O dossiê completo, com a data de corte, o estado de cada afirmação, gráficos e o trecho de cada fonte, está em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), depois Secretaria de Políticas para as Mulheres (2010) e Ministério das Mulheres (2023).
Cronologia
agosto de 1985
Lei 7.353/1985 cria o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.1
setembro de 2002
Lei 10.539/2002 cria a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher no Ministério da Justiça (governo FHC).2
janeiro de 2003
MP 103/2003 transforma a Secretaria de Estado em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência e transfere o CNDM.3
maio de 2003
Lei 10.683/2003, conversão da MP 103/2003.4
2004
I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, convocada em dezembro de 2003.18
março de 2005
Decreto 5.390/2005 aprova o I Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e institui o comitê de monitoramento.7
agosto de 2010
Lei 12.314/2010 transforma a Secretaria Especial em Secretaria de Políticas para as Mulheres, com titular Ministro de Estado.8
março de 2013
Decreto 7.959/2013 (governo Dilma) trata do PNPM 2013 a 2015.16
outubro de 2015
MP 696/2015 (governo Dilma) extingue o cargo de ministra chefe da Secretaria.17
abril de 2016
Lei 13.266/2016 extingue a Secretaria da Presidência e cria o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos.9
maio de 2016
MP 726/2016 (governo Temer) transfere as competências ao Ministério da Justiça e Cidadania.10
junho de 2019
Lei 13.844/2019 (governo Bolsonaro) cria o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, com a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.12
junho de 2023
Lei 14.600/2023, conversão da MP 1.154/2023.13
2024
Portaria 132/2024 do Ministério das Mulheres convoca a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para 2025 (realização não verificada).20
Imagens

Fontes
“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.
- 1Lei nº 7.353, de 29 de agosto de 1985 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 1985.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-07).
- 2Lei nº 10.539, de 23 de setembro de 2002 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-11).
- 3Medida Provisória nº 103, de 1º de janeiro de 2003 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2003.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-04).
- 4Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003 (texto compilado) (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-06).
- 5Decreto de 18 de dezembro de 2003 (convoca a 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres), publicação original. Câmara dos Deputados (Legislação Informatizada).[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 6Decreto de 15 de julho de 2004 (Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres). Senado Federal (Legislação).[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 7Decreto nº 5.390, de 8 de março de 2005 (texto compilado) (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-05).
- 8Lei nº 12.314, de 19 de agosto de 2010 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2010.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2025-01-14).
- 9Lei nº 13.266, de 5 de abril de 2016 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-05).
- 10Medida Provisória nº 726, de 12 de maio de 2016 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2016.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2025-01-14).
- 11Lei nº 13.341, de 29 de setembro de 2016 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-09).
- 12Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2019.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2024-12-18).
- 13Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2023.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2024-12-27).
- 14SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2010 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 15SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2024 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 16Decreto nº 7.959, de 13 de março de 2013 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-07-11).
- 17Medida Provisória nº 696, de 2 de outubro de 2015 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2015.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2025-01-14).
- 18Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 15 (2008), capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 19Decreto nº 6.412, de 25 de março de 2008 (texto compilado) (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-11).
- 20Guia das Conferências Municipais da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Governo do Estado do Piauí.[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 21Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 19 (2011), capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 22SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2004 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 23SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2007 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 24SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2015 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 25SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2018 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 26Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 30, capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 27SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2023 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 28SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2025 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
- 29Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 29 (2022), capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
Rede de relações
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relacionado a
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- Primeiro governo LulaPaís e experiência histórica
- Segundo governo LulaPaís e experiência histórica
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Histórico e revisão
- Estado
- Publicado
- Autoria
- Exército Lula, a partir das afirmações conferidas do acervo
- Criado em
- 20 de outubro de 2026
- Atualizado em
- 14 de outubro de 2026
- Extensão
- 2.212 palavras · 29 fontes
- Revisão humana
- Tiago Moura Cesar do Nascimento
- 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
- 20 de outubro de 2026 · criacaoVerbete montado com as afirmações elegíveis do dossiê, cada uma com as fontes em que foi conferida.Exército Lula (geração automática a partir do acervo)
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Como citar: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), depois Secretaria de Políticas para as Mulheres (2010) e Ministério das Mulheres (2023). In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/secretaria-politicas-mulheres.