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Exército Lulaacervo documental
Política públicaPublicado

Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), depois Secretaria de Políticas para as Mulheres (2010) e Ministério das Mulheres (2023)

Reforma institucional · SPM

Formular, coordenar e articular no governo federal políticas para as mulheres. Antes de 2003, a promoção de políticas para eliminar a discriminação da mulher cabia ao Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, criado pela Lei nº 7.353/1985 com canais permanentes de relação com o movimento…

Também: SPM · Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher (Ministério da Justiça, 2002) · Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, 2016; Ministério da Justiça e Cidadania, 2016 a 2017) · Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres (Secretaria de Governo da Presidência, 2017; Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, 2019 a 2022)

A ministra da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres, Nilcéia Freire, durante o seminário A Mulher na Reforma Política, na Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados.
Antonio Cruz/ABr, CC BY 3.0 br (Creative Commons Attribution 3.0 br).

Índice e ficha
Período
08/1985
Área
Lula e seus governos
Regiões
Brasil
Temas
Estado, poder e democracia, Mulheres e feminismos, Repressão, violência política e direitos

A MP nº 103/2003, convertida na Lei nº 10.683/2003, transformou a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, órgão da Presidência da República com titular de prerrogativas equivalentes às de ministro, e transferiu para ela o CNDM. Cabia à Secretaria assessorar o Presidente na formulação, coordenação e articulação de políticas para as mulheres, elaborar o planejamento de gênero e campanhas educativas e antidiscriminatórias nacionais. Decreto de 2003 pôs sob coordenação da Secretaria e do CNDM a 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para 2004, para propor diretrizes ao Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, aprovado pelo Decreto nº 5.390/2005 e acompanhado por comitê coordenado pela Secretaria. Em 2010 tornou-se Secretaria de Políticas para as Mulheres; em 2016 foi extinta como órgão da Presidência, e a área passou a secretaria de outros ministérios; a Lei nº 14.600/2023, conversão da MP nº 1.154/2023, manteve a criação do Ministério das Mulheres.12345678910111213

Nos governos Lula

Fatos documentados
  • Integrou iniciativas anteriores (primeiro mandato (2003–2006))34
  • Reformulado no governo Lula (primeiro mandato (2003–2006))37
  • Mantido no governo Lula (segundo mandato (2007–2010))14
  • Reformulado no governo Lula (segundo mandato (2007–2010))84
  • Reformulado no governo Lula (terceiro mandato (desde 2023))1315

Origem

Fatos documentados

A Medida Provisória nº 103, de 1º de janeiro de 2003, que dispôs sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, incluiu a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres entre os órgãos que integram a Presidência da República.3

A MP 103/2003 transformou a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher, do Ministério da Justiça, em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, e extinguiu o cargo de Secretário de Estado de Direitos da Mulher.3

Antecedentes

Fatos documentados

A Lei nº 7.353, de 29 de agosto de 1985, decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente José Sarney, criou o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), com a finalidade de promover em âmbito nacional políticas que visem a eliminar a discriminação da mulher.1

Pela Lei 7.353/1985, competia ao CNDM formular diretrizes e promover políticas em todos os níveis da administração pública visando à eliminação das discriminações que atingem a mulher e manter canais permanentes de relação com o movimento de mulheres; um terço do Conselho Deliberativo seria escolhido entre pessoas indicadas por movimentos de mulheres.1

A Lei nº 10.539, de 23 de setembro de 2002, conversão da Medida Provisória nº 37/2002, sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, criou na estrutura do Ministério da Justiça a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher e o cargo de natureza especial de Secretário de Estado dos Direitos da Mulher.2

O que foi instituído

Fatos documentados

A MP 103/2003 criou o cargo de natureza especial de Secretário Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, com prerrogativas, garantias, vantagens e direitos equivalentes aos de Ministro de Estado.3

A MP 103/2003 foi convertida na Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que manteve a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres entre os órgãos que integram a Presidência da República.4

A MP 1.154/2023 foi convertida na Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que manteve a criação do Ministério das Mulheres por desmembramento do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.13

A Lei 14.600/2023 incluiu a Ministra de Estado das Mulheres entre os cargos de Ministro de Estado.13

Alterações

Fatos documentados

A Lei nº 12.314, de 19 de agosto de 2010, conversão da MP 483/2010, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, transformou a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres em Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.8

Com a Lei 12.314/2010, a estrutura básica da Secretaria passou a ser o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, o Gabinete, a Secretaria-Executiva e até 3 Secretarias.4

No governo Dilma Rousseff, o Decreto nº 7.959, de 13 de março de 2013, atribuiu à Secretaria de Políticas para as Mulheres dispor sobre o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres para o período de 2013 a 2015, com consulta prévia aos ministérios responsáveis.16

No governo Dilma Rousseff, a Medida Provisória nº 696, de 2 de outubro de 2015, extinguiu o cargo de Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e transformou o cargo de secretário-executivo da Secretaria em Secretário Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.17

A Lei nº 13.266, de 5 de abril de 2016, conversão da MP 696/2015, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, extinguiu a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e criou o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, que passou a ter em sua estrutura básica o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.9

A Medida Provisória nº 726, de 12 de maio de 2016, editada pelo vice-presidente Michel Temer no exercício do cargo de Presidente da República e convertida na Lei nº 13.341/2016, extinguiu o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos e transferiu suas competências para o Ministério da Justiça e Cidadania, ressalvadas as competências sobre políticas para a juventude.1011

A Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019, sancionada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, transformou o Ministério dos Direitos Humanos no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, cuja estrutura básica incluía a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.12

Execução

Fatos documentados

Segundo o Ipea (2008), em 2004 o governo federal, por meio da SPM e em parceria com o CNDM, realizou a I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a primeira conferência nacional convocada pelo governo federal na área, que reuniu centenas de milhares de mulheres em suas etapas municipais e estaduais.18

Funcionamento

Fatos documentados

Pela MP 103/2003, competia à Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres assessorar direta e imediatamente o Presidente da República na formulação, coordenação e articulação de políticas para as mulheres, elaborar e implementar campanhas educativas e antidiscriminatórias de caráter nacional e elaborar o planejamento de gênero, tendo como estrutura básica o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, o Gabinete e até três Subsecretarias.3

Decreto de 15 de julho de 2004 instituiu Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres de acordo com as prioridades do planejamento governamental e as diretrizes da I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres.6

O Decreto nº 5.390, de 8 de março de 2005, aprovou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), atribuiu à Secretaria Especial a edição de metas, prioridades e ações e instituiu o Comitê de Articulação e Monitoramento do PNPM.7

O anexo do Decreto 5.390/2005 organizou os objetivos do I PNPM em cinco blocos: autonomia, igualdade no mundo do trabalho e cidadania; educação inclusiva e não sexista; saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos; enfrentamento à violência contra as mulheres; e gestão e monitoramento do Plano.7

Pela Lei 14.600/2023, constituem áreas de competência do Ministério das Mulheres a formulação, coordenação e execução de políticas e diretrizes de garantia dos direitos das mulheres, a articulação de políticas para as mulheres nas 3 esferas federativas, campanhas educativas e antidiscriminatórias e o acompanhamento da legislação sobre ações afirmativas.13

Governança

Fatos documentados

A MP 103/2003 transferiu o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher do Ministério da Justiça para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e determinou que o Conselho fosse presidido pelo titular da Secretaria, com composição e funcionamento revistos por ato do Poder Executivo até 30 de junho de 2003.3

A MP 103/2003 determinou que a Secretaria constituísse, em até noventa dias, grupo de trabalho integrado por representantes da Secretaria e da sociedade para elaborar proposta de regulamentação do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.3

Decreto de 18 de dezembro de 2003 convocou a 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para 17 a 19 de junho de 2004, sob coordenação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, com o objetivo de propor diretrizes para o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.5

Na redação original do Decreto 5.390/2005, o Comitê de Articulação e Monitoramento do PNPM era coordenado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e integrado por representantes de ministérios, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher; em 2007 passou a incluir representantes de organismos estaduais e municipais de políticas para as mulheres.7

O Decreto 6.412/2008 atribuiu ao CNDM participar da organização das conferências nacionais de políticas públicas para as mulheres.19

Segundo guia do governo do Piauí, a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres foi convocada pela Portaria nº 132/2024 do Ministério das Mulheres, com etapa nacional prevista para 29 de setembro a 1º de outubro de 2025 e tema “Mais Democracia, Mais Igualdade e Mais Conquistas para Todas”.20

Orçamento e execução financeira

Fatos documentados

Segundo o Ipea (2008), os recursos da SPM somavam R$ 13,48 milhões no Ploa 2007 e aumentaram para R$ 42,85 milhões com as emendas aprovadas no Congresso Nacional, valor que praticamente se iguala ao Ploa 2008; para o Ipea, esse aumento inicial se deve ao lançamento do Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra as Mulheres. O Ipea registra também que o volume de recursos contingenciados permanecia muito elevado: até o início de dezembro de 2007, somente 58% do total aprovado na LOA 2007 havia sido disponibilizado para movimentação e empenho.18

Segundo o Ipea (2011), em 2009 a SPM executou 95,8% de seu orçamento, a mais alta proporção de orçamento liquidado entre as secretarias especiais, e as transferências para estados, municípios e organizações privadas responderam por 73,3% do orçamento liquidado.21

Em 2004, a unidade orçamentária 20122 (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) teve dotação inicial de R$ 26.192.020, autorizado (lei mais créditos) de R$ 24.867.020 e pago no exercício de R$ 14.815.597, segundo o SIOP.22

Em 2007, a unidade orçamentária 20122 (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) teve dotação inicial de R$ 48.429.938, autorizado de R$ 48.799.938 e pago no exercício de R$ 24.757.394, segundo o SIOP.23

Em 2010, a unidade orçamentária 20122 teve dotação inicial de R$ 88.312.429, autorizado de R$ 89.715.636, empenhado de R$ 75.849.029 e pago no exercício de R$ 50.929.039, segundo o SIOP.14

Em 2015, a unidade orçamentária 65101 (Secretaria de Políticas para as Mulheres) teve dotação inicial de R$ 260.387.406, autorizado de R$ 266.413.888, empenhado de R$ 144.962.097 e pago no exercício de R$ 71.194.339, segundo o SIOP.24

Em 2018, a unidade orçamentária 20122, então denominada Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, teve dotação inicial de R$ 114.810.299, autorizado de R$ 70.571.405 e pago no exercício de R$ 38.511.554, segundo o SIOP.25

Segundo o Ipea (citando Tokarski et al., 2022b), o II PNPM contava com investimento nominal de cerca de R$ 7 bilhões em ações específicas para as mulheres e mais de R$ 10 bilhões em ações universais; o primeiro PNPM não tinha compromisso orçamentário com as ações e os órgãos setoriais.26

Em 2023, a unidade orçamentária 65101 (Ministério das Mulheres, Administração Direta) não teve dotação inicial própria; o autorizado foi de R$ 149.006.993, o empenhado de R$ 147.124.619 e o pago no exercício de R$ 27.206.726, segundo o SIOP.27

Em 2024, a unidade orçamentária 65101 (Ministério das Mulheres) teve dotação inicial de R$ 480.620.937, autorizado de R$ 317.681.213, empenhado de R$ 308.679.618 e pago no exercício de R$ 76.602.936, segundo o SIOP.15

Em 2025, a unidade orçamentária 65101 (Ministério das Mulheres) teve dotação inicial de R$ 370.538.893, autorizado de R$ 314.305.842, empenhado de R$ 300.271.912 e pago no exercício de R$ 118.300.787, segundo o SIOP.28

Limitações

Fatos documentados

Segundo o Ipea (2008), a avaliação feita na II CNPM apontou avanços (maior incorporação da transversalidade de gênero, maior inserção de gênero, raça e etnia no orçamento e no planejamento, ampliação dos conselhos dos direitos da mulher) e obstáculos, como a baixa divulgação do PNPM e ações e diretrizes ainda não traduzidas do ponto de vista orçamentário.18

Segundo o Ipea (2011), os Planos Nacionais de Políticas para as Mulheres procuraram traduzir as políticas do governo federal para as mulheres, mas não foram integralmente executados, e muitas de suas ações eram de difícil monitoramento.21

Segundo o Ipea (2022), muitas das ações concretas previstas para a área de enfrentamento da violência contra as mulheres, mesmo aquelas consideradas prioritárias, como a Casa da Mulher Brasileira, não conseguiram ter seu orçamento executado.29

Contexto

Fatos documentados

Segundo o Ipea (2011), a MP 483/2010, convertida na Lei 12.314/2010, conferiu a quatro secretarias da Presidência, entre elas a de Políticas para as Mulheres, o status de ministério, com estrutura mais parecida com a de um ministério e assento no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.21

Para o Ipea (2022), o símbolo de um novo momento foi a fusão da SPM com outras secretarias num ministério guarda-chuva, seguida, a partir de 2016, de sucessivas perdas de relevância institucional, de orçamentos e de importância do tema na agenda política.29

No acervo

Documento de época

Cronologia

  1. agosto de 1985

    Lei 7.353/1985 cria o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.1

  2. setembro de 2002

    Lei 10.539/2002 cria a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher no Ministério da Justiça (governo FHC).2

  3. janeiro de 2003

    MP 103/2003 transforma a Secretaria de Estado em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência e transfere o CNDM.3

  4. maio de 2003

    Lei 10.683/2003, conversão da MP 103/2003.4

  5. 2004

    I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, convocada em dezembro de 2003.18

  6. março de 2005

    Decreto 5.390/2005 aprova o I Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e institui o comitê de monitoramento.7

  7. agosto de 2010

    Lei 12.314/2010 transforma a Secretaria Especial em Secretaria de Políticas para as Mulheres, com titular Ministro de Estado.8

  8. março de 2013

    Decreto 7.959/2013 (governo Dilma) trata do PNPM 2013 a 2015.16

  9. outubro de 2015

    MP 696/2015 (governo Dilma) extingue o cargo de ministra chefe da Secretaria.17

  10. abril de 2016

    Lei 13.266/2016 extingue a Secretaria da Presidência e cria o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos.9

  11. maio de 2016

    MP 726/2016 (governo Temer) transfere as competências ao Ministério da Justiça e Cidadania.10

  12. junho de 2019

    Lei 13.844/2019 (governo Bolsonaro) cria o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, com a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.12

  13. junho de 2023

    Lei 14.600/2023, conversão da MP 1.154/2023.13

  14. 2024

    Portaria 132/2024 do Ministério das Mulheres convoca a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para 2025 (realização não verificada).20

Imagens

A ministra da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres, Nilcéia Freire, durante o seminário A Mulher na Reforma Política, na Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados.
A ministra da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres, Nilcéia Freire, durante o seminário A Mulher na Reforma Política, na Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados.Antonio Cruz/ABr. Origem: Wikimedia Commons e acervos oficiais (página de origem). Licença: CC BY 3.0 br (Creative Commons Attribution 3.0 br).

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Lei nº 7.353, de 29 de agosto de 1985 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 1985.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-07).
  2. 2Lei nº 10.539, de 23 de setembro de 2002 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-11).
  3. 3Medida Provisória nº 103, de 1º de janeiro de 2003 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2003.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-04).
  4. 4Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003 (texto compilado) (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-06).
  5. 5Decreto de 18 de dezembro de 2003 (convoca a 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres), publicação original. Câmara dos Deputados (Legislação Informatizada).[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]
  6. 6Decreto de 15 de julho de 2004 (Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres). Senado Federal (Legislação).[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]
  7. 7Decreto nº 5.390, de 8 de março de 2005 (texto compilado) (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-05).
  8. 8Lei nº 12.314, de 19 de agosto de 2010 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2010.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2025-01-14).
  9. 9Lei nº 13.266, de 5 de abril de 2016 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-05).
  10. 10Medida Provisória nº 726, de 12 de maio de 2016 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2016.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2025-01-14).
  11. 11Lei nº 13.341, de 29 de setembro de 2016 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-09).
  12. 12Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2019.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2024-12-18).
  13. 13Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2023.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2024-12-27).
  14. 14SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2010 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  15. 15SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2024 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  16. 16Decreto nº 7.959, de 13 de março de 2013 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-07-11).
  17. 17Medida Provisória nº 696, de 2 de outubro de 2015 (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República, 2015.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2025-01-14).
  18. 18Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 15 (2008), capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
  19. 19Decreto nº 6.412, de 25 de março de 2008 (texto compilado) (cópia do Planalto no Internet Archive). Presidência da República.[Fonte primária · consultada em 14 de outubro de 2026]Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), 2026-10-11).
  20. 20Guia das Conferências Municipais da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Governo do Estado do Piauí.[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  21. 21Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 19 (2011), capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
  22. 22SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2004 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  23. 23SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2007 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  24. 24SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2015 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  25. 25SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2018 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  26. 26Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 30, capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]
  27. 27SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2023 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  28. 28SIOP, consulta SPARQL: execução das unidades orçamentárias 20122 e 65101 no exercício 2025 (dotação inicial, autorizado, empenhado, liquidado, pago). Ministério do Planejamento e Orçamento (SIOP, dados abertos do orçamento).[Fonte oficial · consultada em 14 de outubro de 2026]
  29. 29Políticas Sociais: acompanhamento e análise, n. 29 (2022), capítulo Igualdade de Gênero. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).[Historiografia · consultada em 14 de outubro de 2026]

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Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Exército Lula, a partir das afirmações conferidas do acervo
Criado em
20 de outubro de 2026
Atualizado em
14 de outubro de 2026
Extensão
2.212 palavras · 29 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 20 de outubro de 2026 · criacaoVerbete montado com as afirmações elegíveis do dossiê, cada uma com as fontes em que foi conferida.Exército Lula (geração automática a partir do acervo)

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Como citar: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), depois Secretaria de Políticas para as Mulheres (2010) e Ministério das Mulheres (2023). In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/secretaria-politicas-mulheres.

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