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Exército Lulaacervo documental
InstituiçãoPublicado

Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)

Órgão de propaganda e censura do Estado Novo (1939–1945)

Órgão criado pelo Decreto-Lei nº 1.915, de 27/12/1939, diretamente subordinado ao presidente, que centralizou a propaganda do Estado Novo e a censura da imprensa, do rádio, do cinema e do teatro. Dirigido por Lourival Fontes até 1942, foi extinto em 25/5/1945 e substituído pelo DNI.

Também: DIP · D. I. P. · Departamento Nacional de Propaganda (DNP, 1938–1939, antecessor) · Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (DPDC, 1934–1938, antecessor) · Departamento Oficial de Publicidade (DOP, 1931–1934, antecessor) · DEIP (departamentos estaduais)

Índice e ficha

O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) foi criado pelo Decreto-Lei nº 1.915, de 27 de dezembro de 1939, "diretamente subordinado ao Presidente da República", com a missão de "centralizar, coordenar, orientar e superintender a propaganda nacional" e de "fazer a censura" do teatro, do cinema, do rádio, da "literatura social e política" e da imprensa 1. Para o DHBB, tornou-se "o órgão coercitivo máximo da liberdade de pensamento e expressão durante o Estado Novo e o porta-voz autorizado do regime" 2.

O DIP não inventou o controle da informação: herdou a estrutura de três órgãos anteriores (1931–1939) e operou sob uma Constituição, a de 1937, que já autorizava a censura prévia 2 3. Ele pertence ao Estado Novo (1937–1945), e por isso não foi o responsável pela queima de livros de Jorge Amado em Salvador, em 1937, dois anos antes de sua criação (ver Capitães da Areia).

Antecessores: DOP, DPDC e DNP (1931–1939)

Fatos documentados
  • Departamento Oficial de Publicidade (DOP), 1931. Criado em 2 de julho de 1931 no Ministério da Justiça, como apêndice da Agência Nacional, atuava sobretudo na radiodifusão e no fornecimento de informações oficiais à imprensa 2.
  • Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (DPDC), 1934. Depois de uma fase experimental confiada ao diretor da Imprensa Nacional, Vargas criou o DPDC em 10 de julho de 1934, ainda no Ministério da Justiça, sob a direção do jornalista sergipano Lourival Fontes, "manifesto admirador do fascismo italiano". O DPDC abrangia rádio, cultura e cinema e estimulou filmes educativos com prêmios e favores fiscais 2. Em entrevista de 1935, Fontes elogiou publicamente o fascismo 4.
  • Departamento Nacional de Propaganda (DNP), 1938. Depois do golpe de 10 de novembro de 1937, o DPDC ocupou o Palácio Tiradentes, antiga sede da Câmara, e no início de 1938 foi transformado em DNP, que passou a exercer "a censura e o controle de todos os meios de comunicação" 2. Em 7 de fevereiro de 1938 o DNP proibiu transmissões radiofônicas em língua estrangeira e a importação e circulação de jornais e revistas publicados no exterior; em junho de 1938 determinou o fechamento de jornais pernambucanos acusados de atividade político-partidária 2 4.

O Decreto-Lei nº 300, de 1938, condicionou a isenção de taxas alfandegárias sobre o papel de imprensa à autorização do Ministério da Justiça, dada mediante numerosas exigências. Com isso, segundo o DHBB, "o governo passou a controlar diretamente a imprensa, concedendo os favores fiscais apenas àqueles jornais que seguissem a orientação governamental" 2. Os verbetes do DHBB divergem sobre a data (fim de fevereiro ou 7 de março de 1938) 2 4.

Base legal, atribuições e estrutura

Documento de épocaFatos documentados

A Constituição de 1937 (art. 122, nº 15) permitia que a lei prescrevesse "a censura prévia da imprensa, do teatro, do cinematógrafo, da radiodifusão", facultando à autoridade "proibir a circulação, a difusão ou a representação"; declarava que a imprensa "exerce uma função de caráter público" e que nenhum jornal podia recusar a inserção de comunicados do governo 3.

O Decreto-Lei nº 1.915/1939 atribuiu ao DIP, entre outras funções 1:

  • centralizar a propaganda nacional, interna e externa, e superintender o turismo;
  • fazer a censura do teatro, do cinema, das funções recreativas e esportivas, da radiodifusão, da literatura social e política e da imprensa, esta "quando a esta forem cominadas as penalidades previstas por lei";
  • proibir a entrada de publicações estrangeiras "nocivas aos interesses brasileiros" e interditar edições que ofendessem "o crédito do país e suas instituições ou a moral";
  • organizar e dirigir o programa de radiodifusão oficial do governo;
  • autorizar mensalmente a devolução dos depósitos feitos pelas empresas jornalísticas para importar papel, "uma vez demonstrada, a seu juizo, a eficiência e a utilidade pública" dos jornais.

O departamento tinha cinco divisões, Divulgação, Radiodifusão, Cinema e Teatro, Turismo e Imprensa, e serviços auxiliares 1. O DHBB descreve suas funções: a Divisão de Rádio fazia "censura prévia de programas radiofônicos e de letras a serem musicadas"; a de Teatro e Cinema censurava previamente filmes e peças e publicava no Diário Oficial a lista dos censurados; a de Imprensa exercia a censura, controlava a imprensa nacional e estrangeira e autorizava previamente a circulação de periódicos 2.

O Decreto-Lei nº 1.949, de 30 de dezembro de 1939, criou o Conselho Nacional de Imprensa, de seis membros (três nomeados pelo presidente e três eleitos pela ABI e por sindicatos de proprietários e de jornalistas do Rio), para assistir a Divisão de Imprensa na aplicação de penalidades; determinou que jornais e periódicos contribuíssem "para a obra de esclarecimento da opinião popular em torno dos planos de reconstrução material e de reerguimento nacional"; e regulou a censura de filmes por certificados válidos por cinco anos 5.

Direção

Fatos documentados

Lourival Fontes (1899–1967), que dirigira o DPDC e o DNP, foi o primeiro diretor-geral do DIP, de 1939 a julho de 1942 4. Na crise de julho de 1942 sobre a participação brasileira na guerra, ficou ao lado do ministro interino da Justiça, Vasco Leitão da Cunha, contra o chefe de polícia Filinto Müller; em 17 de julho foram afastados Filinto, Francisco Campos, Leitão da Cunha e Lourival Fontes 2 6. Sucederam-no o major Antônio José Coelho dos Reis (agosto de 1942) e o capitão Amílcar Dutra de Meneses (abril de 1943) 2. Fontes seria depois chefe do Gabinete Civil de Vargas (1951–1954) e senador por Sergipe 4.

Propaganda: rádio, cinema, publicações e culto a Vargas

Fatos documentados

O DIP executava com exclusividade os serviços de propaganda e publicidade de todo o governo federal e organizava as homenagens a Vargas 2.

A Hora do Brasil

Fatos documentadosDebate em aberto

O programa oficial de rádio é o símbolo mais duradouro da propaganda varguista. As fontes divergem sobre sua origem: o DHBB atribui ao DNP (1938) a inauguração da Hora do Brasil, transmitida diariamente por todas as estações, com uma hora de duração 2; o verbete sobre Lourival Fontes diz que "cabia ao DNP irradiar diariamente" o informativo 4. Um trabalho acadêmico sobre a história do programa data a primeira transmissão do fim de julho de 1935, ainda sem cadeia nacional, com transmissão para todo o país a partir de janeiro de 1938 e obrigatoriedade em 1939 7. A explicação mais provável é que o programa de 1935 tenha sido ampliado e tornado nacional em 1938; a datação exata depende de fonte primária (ver pendências).

Sob o DIP, a Divisão de Rádio organizava a Hora do Brasil 2. Em 1942, os pronunciamentos do ministro do Trabalho, Alexandre Marcondes Filho, produzidos pelo DIP e irradiados no programa, eram publicados no dia seguinte no jornal A Manhã 8, um exemplo da articulação entre propaganda e política trabalhista (ver Política trabalhista e sindical (1930–1945)).

Cinejornais, revistas e concursos

Fatos documentados

A Divisão de Cinema e Teatro devia instituir "um cinejornal com versões sonoras", origem do Cine-jornal brasileiro distribuído nos cinemas de todo o país 2. O DIP editou a revista Cultura Política, dirigida por Almir de Andrade, que reunia ideólogos do regime (Francisco Campos, Almir de Andrade, Lourival Fontes) e colaborações ocasionais de intelectuais de outras correntes, como Nelson Werneck Sodré, Graciliano Ramos e Gilberto Freyre, que escreviam sobre suas áreas; publicou ainda Estudos e Conferências (1940) e Dos Jornais (1941), que transcrevia artigos favoráveis ao governo 2.

O departamento promoveu concursos de monografias apologéticas e de música popular, num deles, Aquarela do Brasil, de Ari Barroso, ficou em primeiro lugar, distribuiu folhetos sobre a obra do governo, "principalmente no campo da legislação trabalhista", e espalhou a fotografia oficial de Vargas por repartições, escolas, clubes, estações, bancos e casas comerciais 2. O DHBB atribui ao DIP a construção de imagens idealizadas de Vargas, como a de "pai dos pobres" 2. No exterior, a Divisão de Turismo publicou Travel in Brazil, com mais de 25 mil exemplares distribuídos nos Estados Unidos 2.

Formas de controle da imprensa: da proibição à autocensura

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

As fontes permitem distinguir mecanismos diferentes, que não devem ser confundidos sob o rótulo genérico de "censura":

  • Proibição formal e censura prévia. Base constitucional (art. 122, nº 15) e legal (Decretos-Leis nº 1.915 e 1.949/1939) 3 1. Casos registrados: em dezembro de 1940 o DIP proibiu os cinejornais de exibir notícias sobre a Inglaterra; em janeiro de 1941 proibiu críticas aos Estados Unidos; em agosto de 1941 proibiu a circulação dos cerca de 60 jornais editados em línguas estrangeiras 2.
  • Cortes e vetos prévios. Censura de programas de rádio, letras de música, filmes e peças, com certificados de aprovação 2 5.
  • Registro obrigatório. Em 1941 haviam sido submetidos ao DIP e ao Conselho Nacional de Imprensa 2.699 pedidos de registro de jornais, revistas e outras publicações, dos quais 412 negados e 508 em diligência; registraram-se também agências telegráficas, oficinas gráficas, correspondentes estrangeiros e agências de publicidade 2.
  • Pressão econômica. Dependência do papel importado (Decreto-Lei nº 300/1938 e devolução de depósitos a juízo do DIP) e centralização, a partir de 1940, das verbas de publicidade do Banco do Brasil e de outras instituições, distribuídas "entre os jornais de sua preferência" 2 1.
  • Intervenção e apreensão. Em 25 de março de 1940, policiais da Força Pública invadiram a redação de O Estado de S. Paulo; o jornal foi devolvido no dia seguinte e novamente ocupado por ordem do interventor Ademar de Barros, quando a polícia anunciou ter encontrado armas escondidas no forro, versão oficial que a pesquisa registra a partir do jornalista Juarez Bahia. O jornal voltou a circular em 7 de abril com nova direção e linha editorial 8 e permaneceu sob intervenção do DIP até o fim do Estado Novo; A Noite e A Manhã também sofreram intervenção em 1940 2.
  • Adesão, negociação e autocensura. Vandré Teotônio da Silva sustenta que a imprensa manteve com o regime uma relação "situacionista": apoiava o governo quando conveniente, opunha-se quando não, e ajustou-se pela censura e pela autocensura para sobreviver; a memória posterior das empresas jornalísticas teria minimizado essa proximidade 8. O autor dialoga com o estudo clássico de Silvana Goulart 9.

DEIPs: a capilaridade estadual

Fatos documentados

Por decreto de 4 de setembro de 1940, o poder do DIP foi ampliado com a instalação, em cada estado, de um Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda (DEIP), com as mesmas atribuições. A partir de outubro de 1940, o Ministério da Justiça passou a coordenar todos os órgãos de divulgação do país, inclusive o DIP 2. O número do decreto e a atuação de cada DEIP não foram conferidos nesta redação.

Crise e extinção (1942–1945)

Fatos documentadosDocumento de época

A crise de julho de 1942, a tentativa de Filinto Müller de impedir a passeata estudantil de 4 de julho a favor dos Aliados, dividiu o governo e derrubou o diretor do DIP junto com o chefe de polícia 2 6. Com o avanço aliado e a pressão pela redemocratização, o DIP perdeu espaço: não reagiu à entrevista de José Américo de Almeida a Carlos Lacerda, publicada pelo Correio da Manhã em fevereiro de 1945; em março, o próprio Vargas disse que, normalizada a situação internacional, o órgão trataria só da cultura brasileira 2.

Em 23 de maio de 1945, depois da anistia, o diretor Amílcar Dutra de Meneses autorizou a transmissão do discurso de Prestes no comício do estádio do Vasco da Gama; o ministro da Guerra, Eurico Dutra, protestou, o governo mandou suspender a transmissão e o diretor foi exonerado 2. O Decreto-Lei nº 7.582, de 25 de maio de 1945, extinguiu o DIP e criou o Departamento Nacional de Informações (DNI), subordinado ao Ministério da Justiça 10.

A extinção não acabou com a censura: entre as competências do DNI estava "fazer a censura do Teatro, do Cinema, de funções recreativas e esportivas de qualquer natureza, da radiodifusão" 10. A continuidade da censura de diversões públicas ajuda a entender por que, em 1964, a ditadura militar encontrou estruturas e práticas já existentes, ver Censura na ditadura militar.

Interpretações

Interpretação historiográficaDebate em aberto

A historiografia associa o DIP à montagem de uma "verdade oficial" e ao culto da personalidade de Vargas 9 2. Estudos comparativos aproximam a propaganda varguista da peronista 11. Em direção complementar, pesquisas sobre jornais interditados mostram que a propaganda não foi só imposição: dependeu de jornalistas, intelectuais e empresas que aderiram, negociaram ou se calaram 8. Luciano Martins, no DHBB, ressalta uma diferença em relação aos fascismos europeus: o Estado Novo "só procurou criar sua máquina de propaganda dois anos depois de implantado", e a glorificação de Vargas como "pai dos pobres" só começou três anos e meio após o golpe 12.

Indicadores

Cada número traz fonte, série, unidade, período e limitações. Números de séries ou universos diferentes não se comparam nem se somam.

IndicadorValorPeríodoFonte e sérieLimitações
Pedidos de registro de publicações submetidos ao DIP2.699 pedidos; 412 negados; 508 em diligência pedidosaté 1941Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), verbete temáticoDHBB, verbete "Departamento de Imprensa e Propaganda"Número sem fonte primária indicada no trecho; não informa critérios das recusas nem quantos títulos deixaram de circular.

No portal Ditaduras no Brasil

Governo Provisório (1930–1934) · Governo constitucional de Vargas (1934–1937) · Estado Novo (1937–1945) · Nacional

Censura e propagandaGovernos e instituiçõesCultura e cotidiano

Cronologia

  1. 2 de julho de 1931

    Criação do Departamento Oficial de Publicidade (DOP).2

  2. 10 de julho de 1934

    Criação do Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (DPDC), dirigido por Lourival Fontes.2

  3. julho de 1935 (data disputada)

    Primeira transmissão do programa oficial que viria a ser a Hora do Brasil.7

  4. 10 de novembro de 1937

    Constituição de 1937 autoriza a censura prévia da imprensa, do teatro, do cinema e do rádio.3

  5. 1938

    DPDC é transformado em Departamento Nacional de Propaganda (DNP).2

  6. 7 de fevereiro de 1938

    Proibidas transmissões em língua estrangeira e a circulação de publicações do exterior.2

  7. junho de 1938

    DNP determina o fechamento de jornais pernambucanos.4

  8. 27 de dezembro de 1939

    Decreto-Lei nº 1.915 cria o DIP.1

  9. 30 de dezembro de 1939

    Decreto-Lei nº 1.949 regula imprensa e propaganda e cria o Conselho Nacional de Imprensa.5

  10. 25 de março de 1940

    Invasão da redação de O Estado de S. Paulo; o jornal fica sob intervenção até 1945.8

  11. 4 de setembro de 1940

    Decreto cria os DEIPs estaduais.2

  12. dezembro de 1940

    DIP proíbe cinejornais de exibir notícias sobre a Inglaterra.2

  13. agosto de 1941

    Proibidos cerca de 60 jornais em línguas estrangeiras.2

  14. 17 de julho de 1942

    Lourival Fontes é afastado na crise com Filinto Müller.2

  15. fevereiro de 1945

    Entrevista de José Américo no Correio da Manhã circula sem reação do DIP.2

  16. 23 de maio de 1945

    Transmissão do comício de Prestes é suspensa; diretor do DIP é exonerado.2

  17. 25 de maio de 1945

    Decreto-Lei nº 7.582 extingue o DIP e cria o DNI.10

Bibliografia comentada

  • Rejane Araújo. Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), verbete temático

    Síntese mais completa disponível em acesso aberto, com antecessores, estrutura, casos de censura e números de registro (1941).

  • Decreto-Lei nº 1.915, de 27 de dezembro de 1939 (cria o Departamento de Imprensa e Propaganda)

    Texto legal de criação: mostra a amplitude das atribuições, inclusive o controle do papel de imprensa.

  • Silvana Goulart. Sob a verdade oficial: ideologia, propaganda e censura no Estado Novo (1990)

    Estudo clássico sobre ideologia, propaganda e censura no Estado Novo.

  • Vandré Aparecido Teotônio da Silva. As cidades em ritmo de festa: a ressignificação do 1º de Maio na imprensa interditada do Estado Novo (1937-1945)

    Pesquisa sobre O Estado de S. Paulo e A Manhã que matiza a imagem da imprensa como mera vítima.

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1Decreto-Lei nº 1.915, de 27 de dezembro de 1939 (cria o Departamento de Imprensa e Propaganda). Presidência da República, Portal da Legislação (Planalto).[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  2. 2Rejane Araújo. Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), verbete temático. CPDOC/FGV, Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  3. 3Constituição dos Estados Unidos do Brasil, de 10 de novembro de 1937. Presidência da República, Portal da Legislação (Planalto).[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]Texto compilado com as leis constitucionais posteriores (inclusive a nº 7/1942, que deu nova redação ao art. 173).
  4. 4Fontes, Lourival, verbete biográfico. CPDOC/FGV, Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  5. 5Decreto-Lei nº 1.949, de 30 de dezembro de 1939 (atividades de imprensa e propaganda). Presidência da República, Portal da Legislação (Planalto).[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  6. 6Cunha, Vasco Leitão da, verbete biográfico. CPDOC/FGV, Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]
  7. 7Lidiane Leite de Matos. Voz do Brasil: do Estado Novo ao século XXI. Monografia de graduação em Comunicação Social, UFJF, 2001.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Trabalho de graduação; usado só para registrar a datação de 1935 e a divergência com o DHBB.
  8. 8Vandré Aparecido Teotônio da Silva. As cidades em ritmo de festa: a ressignificação do 1º de Maio na imprensa interditada do Estado Novo (1937-1945). Anais de simpósio da ANPUH.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Ano do simpósio não conferido (arquivo publicado no repositório da ANPUH em 2019).
  9. 9Silvana Goulart. Sob a verdade oficial: ideologia, propaganda e censura no Estado Novo. Marco Zero, São Paulo, 1990.[Historiografia · referência bibliográfica]
  10. 10Decreto-Lei nº 7.582, de 25 de maio de 1945 (extingue o DIP e cria o DNI). Presidência da República, Portal da Legislação (Planalto).[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]
  11. 11Maria Helena Capelato. Multidões em cena: propaganda política no varguismo e no peronismo. Papirus, Campinas, 1998.[Historiografia · referência bibliográfica]
  12. 12Luciano Martins. Estado Novo, verbete temático. CPDOC/FGV, Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB).[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]

Rede de relações

Ligações documentadas com tipo, período e fonte. Verbetes ainda planejados aparecem tracejados e sem link.

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Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP, rascunho assistido por IA
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
2.009 palavras · 12 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoPesquisado: verbetes do DHBB (DIP, Lourival Fontes, Vasco Leitão da Cunha, Estado Novo); Decretos-Leis nº 1.915/1939, 1.949/1939 e 7.582/1945 e Constituição de 1937 (Planalto); artigo de Vandré Teotônio da Silva (Anais ANPUH) sobre O Estado de S. Paulo e A Manhã; monografia de L. L. de Matos (UFJF, 2001) sobre a Voz do Brasil. Pendências: (1) datação da Hora do Brasil (1935 × 1938) e de sua obrigatoriedade (1938 × 1939) em fonte primária ou na EBC; (2) número e data do decreto que criou os DEIPs (4/9/1940 segundo o DHBB) e do Decreto-Lei nº 300/1938 (fevereiro ou 7 de março); (3) confirmar a data em que O Estado de S. Paulo foi devolvido aos proprietários (1945) e por qual ato; (4) ler Silvana Goulart, Maria Helena Capelato e Nelson Jahr Garcia; (5) conferir o ano do simpósio da ANPUH em que saiu o texto de Teotônio da Silva. Imagens candidatas (não verificadas): capas da revista Cultura Política e cartazes do DIP em acervos públicos, conferir licença antes de usar.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

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Como citar: Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP). In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/departamento-de-imprensa-e-propaganda.

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