Trilha de estudo
Anticolonialismo e libertação nacional
Marxismo, nacionalismo e luta anticolonial na África, na Ásia e na América Latina, e a repressão anticomunista.
Começar a trilha- 1PessoaJosé Carlos Mariátegui
Um marxismo pensado a partir do Peru.
Jornalista e intelectual peruano, fundador da revista Amauta (1926) e do Partido Socialista do Peru (1928), autor dos Sete ensaios de interpretação da realidade peruana (1928). Propôs um socialismo 'indo-americano' e divergiu da Internacional Comunista. Morreu em Lima em 1930.
- 2ObraSete ensaios de interpretação da realidade peruana
A obra e a questão indígena e agrária.
Livro de José Carlos Mariátegui publicado em Lima em 1928, que interpreta a história econômica, a questão indígena e agrária, a educação, a religião, o regionalismo e a literatura do Peru a partir do marxismo. É considerado obra fundadora do marxismo latino-americano.
- 3PessoaAmílcar Cabral
Teoria e prática da libertação na Guiné-Bissau e em Cabo Verde.
Agrônomo formado em Lisboa, fundador e secretário-geral do PAIGC, dirigiu a luta armada contra o colonialismo português na Guiné a partir de 1963 e formulou uma teoria própria da libertação nacional. Foi assassinado em Conacri em 20 de janeiro de 1973.
- 4País e experiência históricaVietnã
Do Partido Comunista da Indochina ao Doi Moi.
Trajetória do movimento comunista vietnamita e dos Estados que ele governou: a República Democrática do Vietnã (1945/1954–1976), no Norte, e a República Socialista do Vietnã, desde 1976. Inclui guerras, reforma agrária, campos de reeducação, refugiados e o Doi Moi.
- 5PessoaThomas Sankara
O governo revolucionário de Burkina Faso, 1983–1987.
Capitão do exército voltense que chefiou o Conselho Nacional da Revolução de 1983 a 1987, rebatizou o país como Burkina Faso e conduziu um programa anti-imperialista com reformas sociais e forte repressão a opositores. Foi morto no golpe de 15 de outubro de 1987.
- 6AcontecimentoMassacres na Indonésia (1965–1966)
A destruição do PKI e o papel de potências estrangeiras.
Depois da ação do Movimento 30 de Setembro (1965), o exército indonésio sob Suharto e milícias civis mataram centenas de milhares de pessoas acusadas de ligação com o Partido Comunista (PKI) e prenderam centenas de milhares. Diplomatas dos EUA, Reino Unido e Austrália acompanharam e apoiaram a campanha.