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AcontecimentoPublicado

Massacres na Indonésia (1965–1966)

Campanha de extermínio contra o PKI e pessoas a ele associadas após o Movimento 30 de Setembro

Depois da ação do Movimento 30 de Setembro (1965), o exército indonésio sob Suharto e milícias civis mataram centenas de milhares de pessoas acusadas de ligação com o Partido Comunista (PKI) e prenderam centenas de milhares. Diplomatas dos EUA, Reino Unido e Austrália acompanharam e apoiaram a campanha.

Também: Massacres de 1965 · Genocídio indonésio de 1965–1966 · Peristiwa 1965

Índice e ficha
Período
1965–1966 (episódios até 1969)
Lugares
Java Central, Java Oriental, Bali, Sumatra, Aceh, Flores, Jacarta, Ilha de Buru (prisões)
Vítimas
Sem contagem oficial. Estimativas de 78 mil (comissão de 1965) a 3 milhões (atribuição não corroborada); consenso acadêmico de 400–500 mil (Cribb), podendo ser metade ou o dobro; limite superior de cerca de 1 milhão usado por HRW, Melvin e Bevins. Pelo menos 600 mil presos segundo autoridades indonésias dos anos 1970, frequentemente estimados em 1 milhão. Fontes: relatório final do IPT 1965 (2016) e documentos do National Security Archive (2017).
Área
Comunismo
Regiões
Ásia
Temas
Repressão, violência política e direitos, Estado, poder e democracia, Relações internacionais, Partido e organização

Entre outubro de 1965 e março de 1966, com focos esparsos até 1969, o exército indonésio e milícias civis por ele armadas e incentivadas mataram, segundo o consenso acadêmico mais citado, entre 400 mil e 500 mil pessoas, número que pode ser a metade ou o dobro disso, acusadas de pertencer ou simpatizar com o Partido Comunista da Indonésia (PKI) e suas organizações de massa 1. Centenas de milhares de pessoas foram presas sem julgamento, algumas por mais de uma década 1.

O pretexto foi a ação do Movimento 30 de Setembro (G30S), que na madrugada de 1.º de outubro de 1965 sequestrou e matou seis generais e um tenente do exército em Jacarta. O general Suharto, que debelou o movimento em poucas horas, atribuiu-o ao PKI e usou a crise para desmontar o poder do presidente Sukarno e construir o regime da "Nova Ordem", que governaria até 1998 2 3.

Este verbete aplica à repressão anticomunista o mesmo método usado para a violência de Estados comunistas: distinguir fatos documentados, estimativas com autoria e método, documentos de época e interpretações. Documentos diplomáticos estadunidenses desclassificados em 2017 mostram que a embaixada dos EUA acompanhava em detalhe a campanha de assassinatos e que Washington a apoiou 3.

Antecedentes: Sukarno, o exército e o PKI

Fatos documentados

Nos anos de "democracia guiada" de Sukarno (1959–1965), o poder equilibrava-se entre o presidente, o exército e o PKI, que, com suas organizações de massa, a central sindical SOBSI, que declarava mais de 3 milhões de filiados, a frente camponesa BTI, a organização de mulheres Gerwani, a associação cultural Lekra, era um dos maiores partidos comunistas do mundo fora do bloco socialista 1. A afirmação, frequente, de que era o terceiro maior partido comunista do mundo, depois do soviético e do chinês, não foi conferida em fonte primária. O PKI era legal, participava do governo de unidade de Sukarno e era dirigido por D. N. Aidit.

O exército, cujo comando era majoritariamente anticomunista, tinha laços de formação e de cooperação com os EUA. A tensão incluía a campanha do PKI por reforma agrária, que gerava conflitos locais com proprietários e organizações religiosas, e a proposta de armar operários e camponeses como "quinta força".

O Movimento 30 de Setembro

Fatos documentadosDebate em aberto

Na madrugada de 1.º de outubro de 1965, um grupo autodenominado Movimento 30 de Setembro, com oficiais de unidades da guarda presidencial e de outras forças, sequestrou e matou seis generais e um tenente; os corpos foram jogados num poço em Lubang Buaya, junto à base aérea de Halim, nos arredores de Jacarta 1. O movimento anunciou ter agido para proteger Sukarno de um suposto "conselho de generais" golpista, e foi derrotado no mesmo dia pelas tropas sob comando de Suharto, então chefe da reserva estratégica (Kostrad).

Quem organizou o G30S é questão historiográfica central. John Roosa, em Pretext for Mass Murder (2006), analisou fontes novas, entre elas o documento escrito pelo general Supardjo, um dos participantes, e estudou o papel de Sjam e do "Birô Especial" do PKI e de Aidit; sua tese é que se tratou de uma ação mal planejada de um núcleo restrito, e que Suharto a explorou como pretexto, responsabilizando o PKI como um todo 2. A presença de Aidit na base de Halim é um dos elementos que a versão oficial usou para responsabilizar o partido 1. A embaixada dos EUA registrou na época que muitos dos presos e mortos como membros do PKI aparentemente nem sabiam da existência do G30S 3.

A propaganda de Lubang Buaya

Fatos documentadosDocumento de época

A imprensa controlada pelo exército divulgou que os generais haviam sido torturados e mutilados, com participação de mulheres da Gerwani em rituais sexuais. A autópsia oficial, encomendada pelo próprio Suharto, mostrou que a história de mutilação era falsa; Sukarno criticou na época a imprensa por publicar relatos sem base 1. Mesmo assim, a versão foi institucionalizada: em 1973 abriu-se ao público o complexo-monumento de Lubang Buaya, e a partir de 1983 um filme oficial, A traição do Movimento 30 de Setembro, tornou-se exibição obrigatória, sobretudo em escolas, a cada aniversário do episódio 1.

O tribunal popular de 2015 concluiu que essa campanha de propaganda ajudou a justificar a perseguição, as detenções, os assassinatos e a violência sexual contra mulheres acusadas de pertencer à Gerwani 1.

A campanha de extermínio

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

Os assassinatos começaram poucas semanas depois de 1.º de outubro, atingiram primeiro Java Central e Java Oriental, depois Bali, com surtos menores em outras ilhas; em sua maior parte terminaram em março de 1966, mas houve episódios até 1969 1. O PKI e suas organizações foram proibidos, e a Resolução XXV/1966 da Assembleia Consultiva Provisória (MPRS), de 5 de julho de 1966, proibiu a difusão do comunismo e do marxismo-leninismo 1.

Quem matou. A síntese de Robert Cribb, citada pelo tribunal popular, resume que a responsabilidade foi dividida entre unidades do exército e grupos civis de vigilantes: em alguns casos o exército matou diretamente; em muitos, forneceu armas, treinamento rudimentar e forte incentivo às milícias que executaram a maior parte das mortes 1. Documentos da embaixada dos EUA registram a participação de grupos muçulmanos como a Nahdlatul Ulama e sua juventude Ansor, frequentemente com incentivo do exército, e relatam que, em Java Central, as mortes se davam "aparentemente a mando do general Suharto" 3. Geoffrey Robinson sustenta que a violência não foi espontânea nem fruto de conflitos religiosos e sociais, mas uma campanha deliberada conduzida pelo exército 4; Jess Melvin, com base em cerca de 3.000 páginas de documentos militares de Aceh, argumenta que houve uma campanha coordenada nacionalmente e que os massacres configuram genocídio no sentido da Convenção de 1948 5.

Quem morreu. Além de membros e simpatizantes do PKI, foram mortos sindicalistas, camponeses da BTI, professores, artistas, ativistas, pessoas de origem chinesa e muitos sem qualquer ligação com o partido, inclusive apoiadores de Sukarno e membros do Partido Nacionalista (PNI) 6 1. Mulheres associadas à Gerwani foram vítimas de violência sexual sistemática 1.

Número de vítimas: estimativas e métodos

Fatos documentadosDebate em aberto

Não há contagem oficial. A natureza das mortes, dispersas, noturnas, em pequenos grupos, faz de qualquer total uma composição de relatos parciais 1. As principais estimativas, segundo o relatório final do tribunal popular e outras fontes:

  • 78.000, comissão de apuração nomeada por Sukarno, estimativa inicial considerada baixa até por membros da comissão 1.
  • cerca de 1 milhão, levantamento do comando de segurança Kopkamtib em meados de 1966, por amostragem, com 800 mil em Java Central e Oriental e 100 mil em Bali e em Sumatra cada; Robert Cribb o considerou "tentativa genuína", mas sem conclusões confiáveis 1.
  • 3 milhões, atribuído ao comandante das forças especiais, Sarwo Edhie, em relato indireto e sem corroboração 1.
  • 400 a 500 mil, consenso acadêmico resumido por Cribb (2001), que adverte que o número correto pode ser metade ou o dobro; é a faixa adotada pelo tribunal popular de 2015–2016, que ressalva que, dado o sigilo oficial, o número pode ser bem maior ou menor 1.
  • cerca de 500 mil mortos e mais de 1 milhão de detidos, Robinson 4; documentos da embaixada falavam, já em dezembro de 1965, em pelo menos 100 mil mortos, e em cerca de 80 mil em Bali 3.
  • até 1 milhão, limite superior usado por Human Rights Watch e por autores como Jess Melvin e Vincent Bevins 6 5 7.

Essas cifras não devem ser somadas nem tratadas como placar. A diferença entre elas expressa limites reais de evidência.

Prisões em massa e Buru

Fatos documentados

O número total de presos políticos (tapol) é frequentemente dado como 1 milhão; em meados dos anos 1970, autoridades falavam em 500, 600 ou 750 mil pessoas detidas nos anos seguintes a 1965. Em abril de 1975, o chanceler Adam Malik declarou que cerca de 600 mil haviam sido detidos e que restavam cerca de 20 mil 1. Os presos foram classificados em categorias por procedimentos que incluíam testes psicológicos e que substituíam o processo legal 1.

Os da categoria considerada mais grave e sem processo foram em grande parte enviados à ilha de Buru, nas Molucas: segundo o historiador Asvi Warman Adam, ouvido pelo tribunal, pelo menos 11.600 presos foram mantidos em 23 campos de trabalho forçado, abrindo lavouras na selva, até serem libertados em 1978–1979, sob pressão internacional 1. Os ex-presos e suas famílias continuaram por décadas a sofrer restrições de direitos civis, de deslocamento e de trabalho 1.

Apoio e conhecimento dos EUA, do Reino Unido e da Austrália

Documento de épocaFatos documentadosInterpretação historiográfica

Em 17 de outubro de 2017, o National Security Archive publicou 39 documentos selecionados entre cerca de 30 mil páginas de arquivos da embaixada dos EUA em Jacarta (1964–1968), desclassificados pelo National Declassification Center depois de pressão de ativistas, cineastas e senadores 3. Segundo a edição organizada pelo historiador Brad Simpson:

  • a embaixada tinha conhecimento detalhado de que o exército conduzia uma campanha de assassinatos em massa e acompanhava quais dirigentes do PKI eram executados;
  • autoridades dos EUA apoiaram o esforço do exército para destruir o movimento sindical de esquerda;
  • no fim de 1965, Washington caminhava para ajuda encoberta ao exército, incluindo dinheiro, equipamentos de comunicação e armas;
  • a embaixada avaliou que a China não foi fator principal no G30S 3.

Os documentos da CIA sobre o período continuam sigilosos 6. O relatório do tribunal popular concluiu que os EUA deram apoio suficiente ao exército sabendo que ele conduzia um programa de assassinatos em massa, a evidência mais clara sendo o fornecimento de listas de nomes de dirigentes do PKI, e que o Reino Unido e a Austrália conduziram campanha sustentada de propaganda que repetia a versão falsa do exército, mesmo depois de evidentes os massacres; os três governos estavam plenamente informados por seus diplomatas 1.

A partir desses e de outros documentos, Bevins argumenta que a destruição do PKI se tornou modelo invocado por anticomunistas em outros países, inclusive na América Latina, sob o nome de "método Jacarta" 7. É uma tese interpretativa, discutida por resenhistas.

Memória, negação e reconhecimento na Indonésia

Fatos documentadosInterpretação historiográfica

Durante a Nova Ordem (1966–1998), a versão oficial dominou escolas, monumentos e cinema, e o tema dos massacres foi praticamente interditado 1. Depois da queda de Suharto, sobreviventes, historiadores e organizações de direitos humanos ampliaram a pesquisa. Em 2012, a Comissão Nacional de Direitos Humanos (Komnas HAM) qualificou os eventos de 1965–1966 como violação grave de direitos humanos; o governo da época respondeu, pela voz de um ministro, que as mortes tinham sido justificadas para salvar o país 6.

Em 11 de janeiro de 2023, o presidente Joko Widodo reconheceu que "violações graves de direitos humanos ocorreram" em doze episódios do passado, o primeiro da lista sendo os assassinatos em massa ligados ao G30S em 1965–1966, expressou pesar e prometeu reparar direitos das vítimas sem impedir processos judiciais 8. O reconhecimento não incluiu responsabilização penal. A resolução de 1966 que proíbe a difusão do marxismo-leninismo seguia em vigor quando o tribunal popular publicou seu relatório, em 2016 1.

Cinema. Os documentários de Joshua Oppenheimer O ato de matar (The Act of Killing, 2012) e O peso do silêncio (The Look of Silence, 2014), o primeiro com antigos executores que reencenam os assassinatos, ajudaram a romper o silêncio internacional sobre o tema 1 9.

Historiografia

Interpretação historiográficaDebate em aberto
  • Robert Cribb organizou em 1990 a primeira tentativa sistemática de reunir e criticar as estimativas, ainda referência para a discussão dos números 1.
  • John Roosa (Pretext for Mass Murder, 2006) reexaminou o G30S e o uso que Suharto fez dele 2.
  • Geoffrey B. Robinson (The Killing Season, 2018) sustenta que a violência foi campanha deliberada do exército, facilitada por EUA, Reino Unido e outras potências 4.
  • Jess Melvin (The Army and the Indonesian Genocide, 2018) usa arquivos militares de Aceh para demonstrar a coordenação nacional e defender a qualificação de genocídio 5.
  • Vincent Bevins (The Jakarta Method, 2020), jornalista, liga o caso indonésio a uma rede global de violência anticomunista apoiada pelos EUA na Guerra Fria 7.

O debate atual gira em torno de quatro questões: a autoria do G30S; o grau de coordenação central versus dinâmicas locais; a qualificação jurídica (crime contra a humanidade, genocídio ou "politicídio", já que a Convenção de 1948 não protege grupos políticos); e o peso do apoio estrangeiro. Ver Comunismo e Antifascismo para o contexto mais amplo da violência política no século XX.

Citações

Cada citação traz o grau de confirmação: frase famosa sem fonte localizada não é tratada como autêntica.

Cronologia

  1. 1 de outubro de 1965

    Movimento 30 de Setembro sequestra e mata seis generais e um tenente em Jacarta; Suharto debela o movimento.1

  2. outubro de 1965

    Início da campanha de prisões e assassinatos, primeiro em Java Central e Oriental.1

  3. dezembro de 1965

    Embaixada dos EUA registra pelo menos 100 mil mortos e cerca de 80 mil em Bali.3

  4. março de 1966

    Fim da fase principal dos massacres; surtos continuam até 1969.1

  5. 5 de julho de 1966

    Resolução XXV/MPRS/1966 proíbe a difusão do comunismo/marxismo-leninismo.1

  6. abril de 1975

    Chanceler Adam Malik fala em cerca de 600 mil detidos desde 1965.1

  7. 1979

    Libertação dos últimos presos de Buru (1978–1979).1

  8. 1983

    Filme oficial sobre o G30S torna-se exibição obrigatória anual.1

  9. 2012

    Komnas HAM qualifica os eventos como violação grave de direitos humanos.6

  10. 10 de novembro de 2015

    Audiências do Tribunal Popular Internacional em Haia (até 13 de novembro).1

  11. 20 de julho de 2016

    Relatório final do IPT 1965.1

  12. 17 de outubro de 2017

    National Security Archive publica documentos da embaixada dos EUA.3

  13. 11 de janeiro de 2023

    Presidente Joko Widodo reconhece violações graves, incluindo os assassinatos de 1965–1966.8

Bibliografia comentada

  • IPT 1965 Foundation. Final Report of the IPT 1965: Findings and Documents of the International People's Tribunal on Crimes against Humanity Indonesia 1965 (2016)

    Relatório extenso e de acesso aberto, com síntese das estimativas, documentos diplomáticos, testemunhos e análise jurídica. É peça de um tribunal de opinião ligado às vítimas; seus dados são citados com essa natureza.

  • Brad Simpson (org.). U.S. Embassy Tracked Indonesia Mass Murder 1965 (Briefing Book n. 607) (2017)

    Seleção comentada de documentos primários da embaixada dos EUA; base documental para o papel estadunidense.

  • John Roosa. Pretext for Mass Murder: The September 30th Movement and Suharto's Coup d'État in Indonesia (2006)

    Estudo fundamental sobre o G30S e seu uso como pretexto.

  • Geoffrey B. Robinson. The Killing Season (2018)

    Síntese histórica abrangente sobre a violência de 1965–1966 e seu legado.

  • Jess Melvin. The Army and the Indonesian Genocide: Mechanics of Mass Murder (2018)

    Pesquisa com documentos militares inéditos de Aceh; argumento pela qualificação de genocídio.

  • Vincent Bevins. The Jakarta Method: Washington's Anticommunist Crusade and the Mass Murder Program that Shaped Our World (2020)

    Obra jornalística de divulgação, de grande circulação, que conecta a Indonésia à violência anticomunista na América Latina; útil como porta de entrada, com tese interpretativa forte.

Fontes

“Consultada” indica que o endereço foi aberto na data informada. “Referência bibliográfica” indica obra citada sem conferência de página nesta versão.

  1. 1IPT 1965 Foundation. Final Report of the IPT 1965: Findings and Documents of the International People's Tribunal on Crimes against Humanity Indonesia 1965. Haia / Jacarta, 2016.[Fonte primária · consultada em 19 de outubro de 2026]Relatório de tribunal de opinião (sem efeito jurídico vinculante), datado de 20 jul. 2016. Reúne e cita Cribb (1990, 2001), Pohlman (2013), relatórios da Komnas HAM e da Komnas Perempuan e testemunhos.
  2. 2John Roosa. Pretext for Mass Murder: The September 30th Movement and Suharto's Coup d'État in Indonesia. University of Wisconsin Press (série New Perspectives in Southeast Asian Studies), 2006.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Consultada a página descritiva do livro (sumário e apresentação), não o texto integral.
  3. 3Brad Simpson (org.). U.S. Embassy Tracked Indonesia Mass Murder 1965 (Briefing Book n. 607). National Security Archive, George Washington University, 2017.[Arquivo · consultada em 19 de outubro de 2026]39 documentos da embaixada dos EUA em Jacarta, selecionados de cerca de 30 mil páginas (1964–1968).
  4. 4Geoffrey B. Robinson. The Killing Season. Princeton University Press, 2018.[Historiografia · consultada em 19 de outubro de 2026]Consultada a página da editora (descrição), não o livro; subtítulo não exibido na página consultada.
  5. 5Jess Melvin. The Army and the Indonesian Genocide: Mechanics of Mass Murder. Routledge (série Rethinking Southeast Asia), 2018.[Historiografia · referência bibliográfica]Conhecida por catálogos e descrições editoriais.
  6. 6Human Rights Watch. Indonesia: US Documents Released on 1965-66 Massacres. 2017.[Obra de referência · consultada em 19 de outubro de 2026]Organização de direitos humanos; inclui a posição do governo indonésio em 2012.
  7. 7Vincent Bevins. The Jakarta Method: Washington's Anticommunist Crusade and the Mass Murder Program that Shaped Our World. PublicAffairs, 2020.[Historiografia · referência bibliográfica]Obra jornalística. Há tradução brasileira (O método Jacarta), cujos dados não foram conferidos.
  8. 8Indonesia acknowledges 12 past major human rights violations. Antara (agência estatal de notícias da Indonésia), 2023.[Imprensa · consultada em 19 de outubro de 2026]
  9. 9Joshua Oppenheimer (dir.). The Act of Killing (2012); The Look of Silence (2014).[Obra de referência · referência bibliográfica]Documentários; o relatório do IPT registra o papel do primeiro na ruptura do silêncio internacional.

Rede de relações

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ocorreu em

  • Comunismo na Indonésia (verbete planejado)País e experiência histórica

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Histórico e revisão

Estado
Publicado
Autoria
Redação UP, rascunho assistido por IA
Criado em
19 de outubro de 2026
Atualizado em
19 de outubro de 2026
Extensão
2.160 palavras · 9 fontes
Revisão humana
Tiago Moura Cesar do Nascimento
  1. 20 de outubro de 2026 · revisao editorialRevisão e publicação no Exército Lula.Tiago Moura Cesar do Nascimento
  2. 19 de outubro de 2026 · redacaoPesquisa no relatório final do IPT 1965 (texto integral), no briefing book 607 do National Security Archive, em Human Rights Watch (2017), Antara (2023) e nas páginas editoriais de Roosa (Project MUSE) e Robinson (Princeton UP). Melvin e Bevins conhecidos por catálogos e descrições. Pendentes: data e composição exatas da comissão de 1965 (78 mil), posição do PKI no ranking mundial, papel da Nahdlatul Ulama e da juventude do PNI em Bali, início dos envios a Buru (1969?), Supersemar (11/3/1966) e posse de Suharto (1967/1968), resposta oficial indonésia ao IPT.Redação assistida por IA (Claude), sem revisão humana

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Como citar: Massacres na Indonésia (1965–1966). In: Enciclopédia do Exército Lula. Versão de 20 de outubro de 2026. Disponível em: https://exercitolula.com.br/enciclopedia/massacres-na-indonesia-1965-1966.

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