Sistema · Sisu
Sistema de Seleção Unificada (Sisu)
- Problema
- Segundo Machado e Szerman (2021), antes de 2010 a seleção para a educação superior era totalmente descentralizada: o estudante se candidatava a cada instituição, fazia o exame próprio dela (o vestibular) e pagava uma taxa de inscrição por exame. Segundo o MEC, a proposta do Sisu tinha como principais objetivos ampliar a democratização do acesso às vagas públicas do ensino superior e possibilitar maior mobilidade acadêmica.
- Público
- Segundo o MEC, candidatos a vagas em cursos de graduação oferecidas pelas instituições públicas de educação superior que participam do Sisu por meio de adesão.
- Como funciona
- Segundo o MEC, o Sisu foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010; a unidade responsável no ministério é a Secretaria de Educação Superior (Sesu). Segundo o MEC, a reformulação do Enem tornou possível usar a nota do exame, a partir da edição de 2009, como parâmetro único na seleção para as instituições públicas; o Enem foi criado em 1998 para avaliar a qualidade do ensino médio, segundo Machado e Szerman (2021). Segundo a página do Sisu, a inscrição é gratuita, pela internet, com até duas opções de curso, e quem não é selecionado pode disputar vagas não preenchidas pela lista de espera. Desde 2013, segundo o MEC, há reserva de vagas para cotistas no Sisu para aplicar a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012).
Relação com os governos Lula
Criado no governo Lula · Segundo mandato (2007–2010) · a partir de janeiro de 2010 até 2010
Segundo o MEC, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, destinado à seleção de candidatos para vagas em cursos de graduação oferecidas pelas instituições públicas de educação superior participantes por meio de adesão.[1]
Segundo a página do SiSU no MEC (captura de dezembro de 2009), a proposta tinha como principais objetivos ampliar a democratização do acesso às vagas públicas do ensino superior, possibilitar maior mobilidade acadêmica e induzir a reestruturação dos currículos do ensino médio.[2]
Execução compartilhada · Segundo mandato (2007–2010) · a partir de janeiro de 2010 até 2010
Segundo o MEC, a primeira edição do Sisu, no primeiro semestre de 2010, teve 51 instituições participantes, que ofereceram 47.913 vagas em bacharelados, licenciaturas e cursos superiores de tecnologia, com seleção pela nota do Enem 2009.[3]
Reformulado no governo Lula · Terceiro mandato (desde 2023) · a partir de novembro de 2023
Segundo o MEC, a Portaria n. 2.027/2023 atualiza as regras para a classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), de acordo com os aprimoramentos da nova Lei de Cotas (Lei n. 14.723/23), sancionada em novembro de 2023, e as mudanças já serão observadas a partir da próxima edição do Sisu, em janeiro de 2024.[4]
Segundo o MEC, em 2024 a edição do Sisu terá somente uma etapa de inscrição, com vagas de cursos com início previsto das aulas para o primeiro e o segundo semestre de 2024; o candidato não poderá escolher em qual semestre irá ingressar, porque isso dependerá da sua classificação no curso pretendido, mas concorrerá às vagas do ano inteiro com uma única inscrição.[5]
Segundo o MEC, diferentemente dos anos anteriores, em 2024, a lista de espera poderá ser utilizada durante todo o ano pelas instituições de educação superior participantes, para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular.[6]
Segundo o MEC, o Edital nº 29/2026 estabelece o cronograma e os procedimentos para adesão das instituições públicas de educação superior ao Sisu+ 2026, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu); de acordo com o Edital nº 36/2026, o período de inscrição dos estudantes vai de 15 a 19 de junho, e poderão participar da etapa complementar apenas os candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026.[7]
Execução compartilhada · Terceiro mandato (desde 2023) · a partir de 2023
Segundo o MEC, o Sisu do primeiro semestre de 2023 terminou com 1.073.024 inscritos por CPF e ofertou mais de 226 mil vagas em 128 instituições públicas, 63 delas universidades federais; a segunda edição de 2023 teve 305.797 inscritos.[8]
Segundo levantamento do MEC, o Sisu 2024 teve 1.271.301 inscritos para 264.181 vagas e 239.872 aprovados, sendo 102.005 na ampla concorrência e 137.867 em cotas e ações afirmativas das instituições.[9]
Segundo o MEC, o Edital nº 29/2025, publicado no DOU em 23 de dezembro, regeu o Sisu 2026, com 274.876 vagas, 136 instituições participantes e 7.388 cursos em 593 municípios.[10]
Segundo o MEC, o Sisu 2026 teve 271.789 aprovados na chamada regular (129.386 na ampla concorrência, 124.064 em cotas e 18.339 em ações afirmativas próprias das instituições), o que preencheu 99,14% das vagas ofertadas nessa chamada.[11]
Segundo o mesmo acórdão, na edição do Sisu 2024 só 52% dos candidatos aprovados na chamada regular efetivaram a matrícula, e mais de 25 mil vagas novas deixaram de ser ocupadas por falta de candidatos na lista de espera.[12]
Origem e antecedentes
Marco de origem: norma de criação, Segundo mandato (2007–2010).
Segundo o MEC, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, destinado à seleção de candidatos para vagas em cursos de graduação oferecidas pelas instituições públicas de educação superior participantes por meio de adesão.[1]
Antecedentes
- Seleção descentralizada por vestibulares próprios de cada instituição (até 2009) iniciativa semelhante, sem sucessão declarada pela fonte Segundo Machado e Szerman (2021), antes de 2010 a seleção para a educação superior era totalmente descentralizada: o estudante se candidatava a cada instituição, fazia o exame próprio dela (o vestibular) e pagava uma taxa de inscrição por exame.[13]
- Enem (criado em 1998) e sua reformulação de 2009, base da nota usada no Sisu (dossiê enem) base técnica anterior Segundo a página do SiSU no MEC (captura de dezembro de 2009), o Ministério da Educação apresentou uma proposta de reformulação do Enem que tornou possível usar a nota do exame, a partir da edição de 2009, como parâmetro único na seleção para as instituições públicas de educação superior.[14]
- Uso do Enem como bonificação em processos seletivos de graduação (93 instituições em 1999) iniciativa semelhante, sem sucessão declarada pela fonte Segundo capítulo publicado pelo Ipea (Teramatsu e Straforini), os resultados do Enem eram usados para bonificação da nota em processos seletivos de graduação por 93 instituições de educação superior em 1999.[15]
- Uso do Enem na seleção do ProUni para bolsas em instituições particulares (desde 2004) iniciativa semelhante, sem sucessão declarada pela fonte Segundo o mesmo capítulo do Ipea, publicado em 2022, desde 2004 os resultados do Enem também são utilizados para concessão de bolsas de estudo em IES particulares no ProUni, e, à época, os processos para o ProUni e Fies ocorriam após o Sisu.[16]
Investigação de antecedentes: nova estrutura instituída (14 de outubro de 2026).
Alcance: Portaria Normativa MEC nº 2/2010 (cópia do MEC no Internet Archive) e texto compilado de 2011; páginas e documentos do sítio sisu.mec.gov.br de 2009 a 2011 no Internet Archive (página inicial de dezembro de 2009, Manual de Processo de outubro de 2009, Edital MEC nº 1/2010, Portaria Normativa nº 6/2010); Balanço Social da SESu 2003-2014; capítulo do Ipea (Teramatsu e Straforini, 2022) sobre Enem e Sisu; Machado e Szerman (2021) sobre a seleção antes e depois do Sisu. Não foi localizado documento da proposta do MEC à Andifes (2009).
Responsabilidades
- Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior (Sesu), gestão do sistema e editais gestão federal
A unidade responsável pelo Sisu no MEC é a Secretaria de Educação Superior (Sesu), segundo a página do sistema.[17]
- Tribunal de Contas da União (Acórdãos 2376/2022, 961/2025 e 875/2026) controle
Na auditoria operacional do Acórdão 875/2026 (Sesu/MEC e sessenta e nove universidades federais), o relator registra, com base no Censo da Educação Superior, declínio da ocupação de vagas novas na rede federal a partir de 2020, de um patamar histórico na casa dos 90% para a faixa de 75%; em 2022, apenas 75% das 297 mil vagas novas foram preenchidas.[18]
Cronologia
| Data | Fase | O que aconteceu |
|---|---|---|
| 2009 | Anúncio | MEC apresenta proposta de reformulação do Enem para uso da nota como parâmetro único de seleção nas instituições públicas.[14] |
| janeiro de 2010 | Norma | Portaria Normativa MEC nº 2, de 26 de janeiro de 2010, institui e regulamenta o Sisu.[1] |
| janeiro de 2010 | Lançamento | Primeira edição (primeiro semestre de 2010), com 51 instituições e 47.913 vagas, segundo o MEC.[3] |
| 2013 | Execução | Sisu passa a aplicar a reserva de vagas da Lei nº 12.711/2012.[19] |
| janeiro de 2024 | Execução | Sisu 2024 com edição única anual e lista de espera ao longo do ano.[5] |
| junho de 2026 | Execução | Sisu+, etapa complementar do Sisu 2026 para vagas que ficaram disponíveis.[7] |
Funcionamento
Segundo a página do Sisu no MEC, a inscrição é gratuita e feita pela internet com conta gov.br; o candidato responde aos questionários de perfil social e econômico usados para aplicar a Lei de Cotas e escolhe até duas opções de curso, e quem não é selecionado pode disputar vagas não preenchidas pela lista de espera.[20]
Execução
Segundo o capítulo do Ipea, na primeira seleção de 2019 participaram do Sisu 127 instituições de educação superior em todas as unidades da federação, com 235.461 vagas em 559 municípios.[21]
Resultados observados
Resultado observado durante o mandato pode ter outras causas além do programa.
Segundo Machado e Szerman (2021), entre 2010 e 2017 a fração de cursos de instituições públicas que usavam o Sisu para selecionar estudantes passou de 20% para 75%.[22]
Segundo o capítulo do Ipea, em 2013 13,1% dos 118.994 matriculados pelo Sisu tinham feito migração interestadual (15.699 deslocamentos), e 6.682 migraram entre regiões, 5,6% do total de matriculados pelo Sisu.[23]
Avaliações de impacto
Avaliações com desenho causal estão indicadas; associação não é prova de efeito.
Machado e Szerman (2021), explorando a adesão escalonada dos cursos ao Sisu com dados administrativos, estimam que, após a centralização, a participação de estudantes de outros estados aumenta 2,9 pontos percentuais, equivalentes a 20,4% da taxa de migração de referência, na especificação preferida dos autores.[24]
Segundo Machado e Szerman (2021), após a adesão ao Sisu os cursos registram queda de 1,2 ponto percentual (2,3%) na participação de mulheres entre ingressantes e aumento de 0,9% na idade média; com base em características como raça e frequência a escola pública no ensino médio, os autores indicam que estudantes de baixo nível socioeconômico não são afetados de forma desproporcional.[25]
Segundo Machado e Szerman (2021), os efeitos da centralização sobre notas e migração são mais fortes nas instituições do tercil superior da distribuição de qualidade, e as do tercil inferior só absorvem o aumento de idade.[26]
Auditorias
Na auditoria operacional do TCU sobre a política de cotas (Acórdão 2376/2022, período de 2013 a 2022), a equipe técnica apontou que a regulamentação do Sisu vinculava o candidato à modalidade de concorrência escolhida e não permitia reclassificá-lo na ampla concorrência mesmo com nota suficiente; o relator deixou de adotar a recomendação proposta para esse achado, por falta, nos autos, das motivações dos formuladores da política.[27]
No mesmo Acórdão 2376/2022, o TCU recomendou ao MEC estudos de revisão do critério de renda da Lei 12.711/2012, inclusive sobre a abrangência da faixa de renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo per capita.[28]
No Acórdão 875/2026, o TCU recomendou ao MEC mudanças no Sisu e no Sisu Gestão, entre elas a categoria “Matrícula em Análise” e uma segunda lista de espera (lista de suplentes) para aprovados em segunda opção que não se matricularam.[29]
Limitações
No mesmo encontro, segundo o MEC, o pró-reitor de graduação da UFMG relatou número crescente de estudantes que concluem a seleção no Sisu mas nunca comparecem às aulas, tanto cotistas quanto de ampla concorrência.[30]
Segundo o capítulo do Ipea, a adoção do Sisu ampliou apenas a mobilidade geográfica estudantil potencial: a mobilidade efetiva continua dependendo sobretudo da renda, os estudantes preferem instituições próximas e as migrações motivadas pelo Sisu ainda são reduzidas.[31]
O capítulo do Ipea registra como problema na etapa de ingresso as vagas não preenchidas ou ociosas e cita, como ajustes após a implantação, o critério de inclusão regional adotado por algumas instituições e a redução do número de chamadas no Sisu.[32]
Contexto
Segundo o MEC, o Pé-de-Meia Licenciaturas, destaque do Sisu 2025, pagará, do início ao fim do curso, o valor mensal de R$ 1.050 para os estudantes aprovados em cursos presenciais de licenciaturas pelo Sisu e que se inscreverem para a bolsa e forem aprovados; as bolsas serão pagas pela Capes e, para 2025, o MEC disponibilizou até 12 mil bolsas.[33]
Segundo o MEC, antes da criação do Sisu o candidato precisava enfrentar uma maratona de vestibulares isolados em diferentes instituições, modelo que limitava as opções de escolha e gerava altos custos para os estudantes com inscrições, deslocamentos e estadias.[34]
Antecedentes
Segundo Machado e Szerman (2021), o Enem foi criado em 1998 como exame opcional de um dia para avaliar a qualidade do ensino médio; o exame tem dossiê próprio (enem).[35]
Machado e Szerman (2021) registram que o Ministério da Educação iniciou uma série de reformas em 2008, das quais as mais importantes foram a reformulação do Enem em 2009 e a criação do Sisu em janeiro de 2010.[36]
Fontes e evidências
1. Segundo o MEC, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, destinado à seleção de candidatos para vagas em cursos de graduação oferecidas pelas instituições públicas de educação superior participantes por meio de adesão.
- Portaria Normativa MEC nº 2, de 26 de janeiro de 2010 (institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Norma oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 11 de março de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: cabeçalho e ementa. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Edição número 18 de 27/01/2010”
- Portaria Normativa MEC nº 2, de 26 de janeiro de 2010 (institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Norma oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 11 de março de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: ementa. Consultado em 14 de outubro de 2026.“PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010 Institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada, sistema informatizado gerenciado pelo Ministério da Educação, para seleção de candidatos a vagas em cursos de graduação disponibilizadas pelas instituições públicas de educação superior dele participantes.”
- Portaria Normativa MEC nº 2, de 26 de janeiro de 2010 (institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Norma oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 11 de março de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: art. 23 e assinatura. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Art. 23 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD”
- Sisu: Linha do Tempo · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: 2010. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Janeiro: criação do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, destinado à seleção de candidatos para vagas em cursos de graduação oferecidas pelas instituições públicas de educação superior participantes por meio de adesão.”
- Portaria Normativa MEC nº 2, de 26 de janeiro de 2010 (institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Norma oficial
2. Segundo a página do SiSU no MEC (captura de dezembro de 2009), a proposta tinha como principais objetivos ampliar a democratização do acesso às vagas públicas do ensino superior, possibilitar maior mobilidade acadêmica e induzir a reestruturação dos currículos do ensino médio.
- SiSU - Sistema de Seleção Unificada (página inicial, área de instituições) · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 6 de dezembro de 2009); endereço original: sisu.mec.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção O que é o SiSU?. Consultado em 14 de outubro de 2026.“A proposta tem como principais objetivos ampliar a democratização do acesso às vagas públicas do ensino superior, possibilitar uma maior mobilidade acadêmica e induzir a reestruturação dos currículos do ensino médio.”
- SiSU - Sistema de Seleção Unificada (página inicial, área de instituições) · Ministério da Educação Comunicação de governo
3. Segundo o MEC, a primeira edição do Sisu, no primeiro semestre de 2010, teve 51 instituições participantes, que ofereceram 47.913 vagas em bacharelados, licenciaturas e cursos superiores de tecnologia, com seleção pela nota do Enem 2009.
- Como funciona o SiSU (página do Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 30 de janeiro de 2010); endereço original: sisu.mec.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: Como funciona o SiSU, parágrafos 1 e 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Nesta primeira edição, 51 instituições oferecem 47.913 vagas em bacharelados, licenciaturas e cursos superiores de tecnologia.”
- Como funciona o SiSU (página do Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 30 de janeiro de 2010); endereço original: sisu.mec.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: Como funciona o SiSU, parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O Sistema de Seleção Unificada (SiSU) foi desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) para selecionar os candidatos às vagas das instituições federais que utilizarão a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 como única fase de seu processo seletivo.”
- A democratização e expansão da educação superior no país 2003-2014 (Balanço Social SESu 2003-2014) · Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior Registro oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de outubro de 2020); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior.
Onde: p. 59-60, seção Sistema de Seleção Unificada. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Do processo seletivo do primeiro semestre de 2010, do qual participaram 51 instituições,”
- Como funciona o SiSU (página do Sistema de Seleção Unificada) · Ministério da Educação Comunicação de governo
4. Segundo o MEC, a Portaria n. 2.027/2023 atualiza as regras para a classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), de acordo com os aprimoramentos da nova Lei de Cotas (Lei n. 14.723/23), sancionada em novembro de 2023, e as mudanças já serão observadas a partir da próxima edição do Sisu, em janeiro de 2024.
- Portaria MEC nº 2.027, de 16 de novembro de 2023 (impressão da página do DOU) · Ministério da Educação Norma oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 3 de outubro de 2026); endereço original: sisu.mec.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: cabeçalho e ementa. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Publicado em: 20/11/2023 | Edição: 219 | Seção: 1 | Página: 49”
- Portaria MEC nº 2.027, de 16 de novembro de 2023 (impressão da página do DOU) · Ministério da Educação Norma oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 3 de outubro de 2026); endereço original: sisu.mec.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: ementa. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Altera a Portaria Normativa MEC nº 18, de 11 de outubro de 2012, que dispõe sobre a implementação das reservas de vagas em instituições federais de ensino de que tratam a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, e a Portaria Normativa MEC nº 21, de 5 de novembro de 2012, que dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada - Sisu.”
- MEC atualiza regra de classificação no Sisu · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 9 de dezembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“a Portaria n. 2.027/2023, que atualiza as regras para a classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), de acordo com os aprimoramentos da nova Lei de Cotas (Lei n. 14.723/23), sancionada em novembro de 2023. Com isso, as mudanças já serão observadas a partir da próxima edição do Sisu, em janeiro de 2024.”
- Portaria MEC nº 2.027, de 16 de novembro de 2023 (impressão da página do DOU) · Ministério da Educação Norma oficial
5. Segundo o MEC, em 2024 a edição do Sisu terá somente uma etapa de inscrição, com vagas de cursos com início previsto das aulas para o primeiro e o segundo semestre de 2024; o candidato não poderá escolher em qual semestre irá ingressar, porque isso dependerá da sua classificação no curso pretendido, mas concorrerá às vagas do ano inteiro com uma única inscrição.
- Publicado edital do Sisu 2024 · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de dezembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafos 1 e 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta sexta-feira, 29 de dezembro, o Edital n. 22/2023, referente ao processo seletivo de 2024 para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu).”
- Publicado edital do Sisu 2024 · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de dezembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Em 2024, a edição do Sisu terá somente uma etapa de inscrição de candidatos às vagas ofertadas pelas instituições participantes. Serão ofertadas vagas de cursos com início previsto das aulas para o primeiro e o segundo semestre de 2024”
- Publicado edital do Sisu 2024 · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de dezembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: regras para vagas do segundo semestre. Consultado em 14 de outubro de 2026.“o candidato não poderá escolher em qual semestre irá ingressar, porque isso dependerá da sua classificação no curso pretendido, mas concorrerá às vagas do ano inteiro com uma única inscrição”
- Publicado edital do Sisu 2024 · Ministério da Educação Comunicação de governo
6. Segundo o MEC, diferentemente dos anos anteriores, em 2024, a lista de espera poderá ser utilizada durante todo o ano pelas instituições de educação superior participantes, para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular.
- Publicado edital do Sisu 2024 · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de dezembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Lista de espera. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Diferentemente dos anos anteriores, em 2024, a lista de espera poderá ser utilizada durante todo o ano pelas instituições de educação superior participantes, para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular.”
- Publicado edital do Sisu 2024 · Ministério da Educação Comunicação de governo
7. Segundo o MEC, o Edital nº 29/2026 estabelece o cronograma e os procedimentos para adesão das instituições públicas de educação superior ao Sisu+ 2026, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu); de acordo com o Edital nº 36/2026, o período de inscrição dos estudantes vai de 15 a 19 de junho, e poderão participar da etapa complementar apenas os candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026.
- MEC abre adesão ao Sisu+ para instituições públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de abril de 2026); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“o Edital nº 29/2026 que estabelece o cronograma e os procedimentos para adesão das instituições públicas de educação superior ao Sisu+ 2026, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).”
- MEC abre adesão ao Sisu+ para instituições públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de abril de 2026); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 5. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Contudo, poderão participar da etapa complementar apenas os candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026.”
- Sisu+ 2026: inscrições começam em 15 de junho · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 22 de maio de 2026); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“o Edital nº 36/2026, que dispõe sobre o cronograma e demais procedimentos relativos ao Sisu+, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).”
- Sisu+ 2026: inscrições começam em 15 de junho · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 22 de maio de 2026); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“De acordo com o edital, o período de inscrição dos estudantes vai de 15 a 19 de junho, por meio do Portal de Acesso Único.”
- MEC abre adesão ao Sisu+ para instituições públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
8. Segundo o MEC, o Sisu do primeiro semestre de 2023 terminou com 1.073.024 inscritos por CPF e ofertou mais de 226 mil vagas em 128 instituições públicas, 63 delas universidades federais; a segunda edição de 2023 teve 305.797 inscritos.
- Sistema de Seleção Unificada 2023 tem 1.073.024 inscritos · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 23 de março de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafos 1 e 4. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre de 2023 foi encerrado com 1.073.024 inscritos por CPF.”
- Sistema de Seleção Unificada 2023 tem 1.073.024 inscritos · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 23 de março de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 4. Consultado em 14 de outubro de 2026.“A primeira edição do Sisu 2023, que seleciona estudantes para universidades públicas, ofertou mais de 226 mil vagas em 128 instituições públicas participantes, 63 delas universidades federais.”
- Segunda edição de 2023 do Sisu teve 305 mil inscritos · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 27 de junho de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“A segunda edição de 2023 do processo seletivo para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve 305.797 inscritos”
- Sistema de Seleção Unificada 2023 tem 1.073.024 inscritos · Ministério da Educação Comunicação de governo
9. Segundo levantamento do MEC, o Sisu 2024 teve 1.271.301 inscritos para 264.181 vagas e 239.872 aprovados, sendo 102.005 na ampla concorrência e 137.867 em cotas e ações afirmativas das instituições.
- Sisu 2024 teve mais de 239 mil aprovados · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 7 de fevereiro de 2024); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“A edição de 2024 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) recebeu a inscrição de 1.271.301 pessoas, que concorreram a 264.181 vagas. De acordo com levantamento do Ministério da Educação (MEC), foram aprovados 239.872 candidatos no processo seletivo , sendo 102.005 na ampla concorrência e 137.867 n a modalidade de cotas e ações afirmativas das instituições”
- Sisu 2024 teve mais de 239 mil aprovados · Ministério da Educação Comunicação de governo
10. Segundo o MEC, o Edital nº 29/2025, publicado no DOU em 23 de dezembro, regeu o Sisu 2026, com 274.876 vagas, 136 instituições participantes e 7.388 cursos em 593 municípios.
- Sisu 2026 ofertará 274,8 mil vagas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 26 de dezembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ofertará 274.876 vagas em cursos de graduação gratuitos de instituições públicas de educação superior em todo o país.”
- Sisu 2026 ofertará 274,8 mil vagas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 26 de dezembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O Edital nº 29/2025, que trata do cronograma e dos demais procedimentos relativos ao processo seletivo do Sisu 2026, foi publicado nesta terça-feira, 23 de dezembro, no Diário Oficial da União (DOU).”
- Sisu 2026 ofertará 274,8 mil vagas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 26 de dezembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“com a participação de 136 instituições de ensino superior e oferta de 7.388 cursos disponíveis em 593 municípios”
- Sisu 2026 ofertará 274,8 mil vagas · Ministério da Educação Comunicação de governo
11. Segundo o MEC, o Sisu 2026 teve 271.789 aprovados na chamada regular (129.386 na ampla concorrência, 124.064 em cotas e 18.339 em ações afirmativas próprias das instituições), o que preencheu 99,14% das vagas ofertadas nessa chamada.
- Sisu 2026: 99% das vagas são preenchidas na chamada regular · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de janeiro de 2026); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 teve 271.789 candidatos aprovados, sendo 129.386 na ampla concorrência, 124.064 na modalidade de cotas e 18.339 por meio de ações afirmativas das próprias instituições de educação superior. Com isso, 99,14% das mais de 274 mil vagas ofertadas foram preenchidas na chamada regular.”
- Sisu 2026: 99% das vagas são preenchidas na chamada regular · Ministério da Educação Comunicação de governo
12. Segundo o mesmo acórdão, na edição do Sisu 2024 só 52% dos candidatos aprovados na chamada regular efetivaram a matrícula, e mais de 25 mil vagas novas deixaram de ser ocupadas por falta de candidatos na lista de espera.
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: voto do relator, achados 6 e 7. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Na edição do Sisu 2024, dados consolidados revelam que apenas 52% dos candidatos aprovados nessa fase concretizam efetivamente a sua matrícula.”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: voto do relator, achado 7. Consultado em 14 de outubro de 2026.“mais de 25 mil vagas não foram ocupadas no Sisu 2024 por falta de candidatos na lista de espera”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
13. Segundo Machado e Szerman (2021), antes de 2010 a seleção para a educação superior era totalmente descentralizada: o estudante se candidatava a cada instituição, fazia o exame próprio dela (o vestibular) e pagava uma taxa de inscrição por exame.
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: seção 2.1 (Higher Education in Brazil), p. 5. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Prior to 2010, admissions were completely decentralized. Students directly applied to each institution and had to take a”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: seção 2.1 (Higher Education in Brazil), p. 5. Consultado em 14 de outubro de 2026.“known as the Vestibular. They also had to pay an application fee for each exam.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
14. Segundo a página do SiSU no MEC (captura de dezembro de 2009), o Ministério da Educação apresentou uma proposta de reformulação do Enem que tornou possível usar a nota do exame, a partir da edição de 2009, como parâmetro único na seleção para as instituições públicas de educação superior.
- SiSU - Sistema de Seleção Unificada (página inicial, área de instituições) · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 6 de dezembro de 2009); endereço original: sisu.mec.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção O que é o SiSU?. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O Ministério da Educação apresentou uma proposta de reformulação do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM. Essa reformulação tornou possível a utilização da nota deste exame, a partir de sua edição referente ao ano de 2009, como parâmetro único na seleção de candidatos para ingresso nas instituições públicas de educação superior.”
- SiSU - Sistema de Seleção Unificada (página inicial, área de instituições) · Ministério da Educação Comunicação de governo
15. Segundo capítulo publicado pelo Ipea (Teramatsu e Straforini), os resultados do Enem eram usados para bonificação da nota em processos seletivos de graduação por 93 instituições de educação superior em 1999.
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 3, p. 132. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Os resultados do Enem eram utilizados para fins de bonificação da nota em processos seletivos de cursos de graduação por 93 IES em 1999 (Inep, 2000).”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
16. Segundo o mesmo capítulo do Ipea, publicado em 2022, desde 2004 os resultados do Enem também são utilizados para concessão de bolsas de estudo em IES particulares no ProUni, e, à época, os processos para o ProUni e Fies ocorriam após o Sisu.
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 3, p. 132. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Desde 2004, os resultados deste exame também são utilizados para concessão de bolsas de estudo em IES particulares no ProUni”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 3, p. 132. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Atualmente, os processos para o ProUni e Fies ocorrem após o Sisu”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
17. A unidade responsável pelo Sisu no MEC é a Secretaria de Educação Superior (Sesu), segundo a página do sistema.
- Sistema de Seleção Unificada (Sisu) · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: Resumo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“UNIDADE RESPONSÁVEL: Secretaria de Educação Superior (Sesu).”
- Portaria Normativa MEC nº 21, de 5 de novembro de 2012 (dispõe sobre o Sisu), texto compilado com alterações até a Portaria nº 1.127/2024 · Ministério da Educação Norma oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 10 de dezembro de 2025); endereço original: sisu.mec.gov.br. Texto compilado pelo MEC, com redações dadas por portarias posteriores; não substitui o publicado no DOU. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: art. 2º, § 2º. Consultado em 14 de outubro de 2026.“§ 2º A Secretaria de Educação Superior - SESu dará publicidade, por meio de editais, aos procedimentos relativos à adesão das instituições públicas e gratuitas de ensino superior e aos processos seletivos do Sisu.”
- Sistema de Seleção Unificada (Sisu) · Ministério da Educação Comunicação de governo
18. Na auditoria operacional do Acórdão 875/2026 (Sesu/MEC e sessenta e nove universidades federais), o relator registra, com base no Censo da Educação Superior, declínio da ocupação de vagas novas na rede federal a partir de 2020, de um patamar histórico na casa dos 90% para a faixa de 75%; em 2022, apenas 75% das 297 mil vagas novas foram preenchidas.
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: voto do relator. Consultado em 14 de outubro de 2026.“As estatísticas oficiais evidenciaram um declínio acentuado e contínuo na ocupação de vagas na rede federal a partir do ano de 2020, rompendo com um patamar histórico de ocupação na casa dos 90% para estagnar na faixa de preocupantes 75% nos anos mais recentes. Em 2022, por exemplo, apenas 75% das 297 mil vagas novas ofertadas foram preenchidas.”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: voto do relator. Consultado em 14 de outubro de 2026.“motivada por preocupantes dados extraídos do Censo da Educação Superior, em especial os de 2022 e 2023”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, preâmbulo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“auditoria operacional realizada na Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC) e em sessenta e nove universidades federais”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
19. Segundo o MEC, desde 2013 há reserva de vagas para cotistas no Sisu para aplicar a Lei nº 12.711/2012 (Lei de Cotas), sancionada no governo Dilma Rousseff, que reserva no mínimo 50% das vagas das instituições federais de educação superior a estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas; a lei tem dossiê próprio (lei-de-cotas).
- Sistema de Seleção Unificada (Sisu) · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: Apresentação, parágrafo 3. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Desde 2013, para a aplicação no Sisu das exigências da Lei nº 12.711/2012 - Lei de Cotas, há reserva de vagas para cotistas, que podem disputar essas vagas ao se inscrever na modalidade “Lei de Cotas”.”
- Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, publicação original · Câmara dos Deputados (Legislação Informatizada) Norma oficial
Onde: art. 1º. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Art. 1º As instituições federais de educação superior vinculadas ao Ministério da Educação reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso nos cursos de graduação, por curso e turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.”
- Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, publicação original · Câmara dos Deputados (Legislação Informatizada) Norma oficial
Onde: assinatura. Consultado em 14 de outubro de 2026.“DILMA ROUSSEFF”
- Sistema de Seleção Unificada (Sisu) · Ministério da Educação Comunicação de governo
20. Segundo a página do Sisu no MEC, a inscrição é gratuita e feita pela internet com conta gov.br; o candidato responde aos questionários de perfil social e econômico usados para aplicar a Lei de Cotas e escolhe até duas opções de curso, e quem não é selecionado pode disputar vagas não preenchidas pela lista de espera.
- Sisu: Como funciona · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Inscrições. Consultado em 14 de outubro de 2026.“A inscrição no Sisu é gratuita e deve ser realizada exclusivamente pela internet, no site Acesso Único.”
- Sisu: Como funciona · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Inscrições. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Para se inscrever, é necessário possuir uma conta ativa no gov.br.”
- Sisu: Como funciona · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Inscrições. Consultado em 14 de outubro de 2026.“No momento da inscrição, o candidato deve responder aos questionários de Perfil Social e de Perfil Econômico, utilizados para a aplicação da Lei de Cotas, e selecionar até duas opções de curso entre as ofertadas no processo seletivo.”
- Sisu: Como funciona · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 19 de novembro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Inscrições. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Caso não seja selecionado em nenhuma das opções de curso indicadas, o candidato ainda pode disputar as vagas eventualmente não preenchidas por meio da lista de espera”
- Sisu: Como funciona · Ministério da Educação Comunicação de governo
21. Segundo o capítulo do Ipea, na primeira seleção de 2019 participaram do Sisu 127 instituições de educação superior em todas as unidades da federação, com 235.461 vagas em 559 municípios.
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 4, p. 137. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Na primeira seleção de 2019, participaram 127 IES em todas as UFs, oferecendo 235.461 vagas em 559 municípios”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
22. Segundo Machado e Szerman (2021), entre 2010 e 2017 a fração de cursos de instituições públicas que usavam o Sisu para selecionar estudantes passou de 20% para 75%.
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Between 2010 and 2017, the fraction of programs from public institutions using the SISU platform to select their students increased from 20 to 75 percent.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
23. Segundo o capítulo do Ipea, em 2013 13,1% dos 118.994 matriculados pelo Sisu tinham feito migração interestadual (15.699 deslocamentos), e 6.682 migraram entre regiões, 5,6% do total de matriculados pelo Sisu.
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 4, p. 140, tabela 3. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Em 2013, 13,1% dos 118.994 matriculados pelo Sisu haviam efetuado migrações interestaduais, totalizando 15.699 deslocamentos (tabela 3).”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 4, p. 140. Consultado em 14 de outubro de 2026.“6.682 candidatos migraram entre regiões, o que corresponde a 42,8% dos deslocamentos interestaduais e a 5,6% do total de matriculados pelo Sisu”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
24. Machado e Szerman (2021), explorando a adesão escalonada dos cursos ao Sisu com dados administrativos, estimam que, após a centralização, a participação de estudantes de outros estados aumenta 2,9 pontos percentuais, equivalentes a 20,4% da taxa de migração de referência, na especificação preferida dos autores.
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“In 2010, the Ministry of Education created the SISU system, a centralized clearinghouse that allocates students to tuition-free and prestigious public higher education institutions.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Resumo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Using detailed administrative data, we exploit the staggered adoption of a centralized clearinghouse across institutions to investigate the impacts on student composition.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“the share of out-of-state students increases by 2.9 percentage points, which corresponds to a 20.4 percent increase in the baseline migration rate.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
25. Segundo Machado e Szerman (2021), após a adesão ao Sisu os cursos registram queda de 1,2 ponto percentual (2,3%) na participação de mulheres entre ingressantes e aumento de 0,9% na idade média; com base em características como raça e frequência a escola pública no ensino médio, os autores indicam que estudantes de baixo nível socioeconômico não são afetados de forma desproporcional.
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“In 2010, the Ministry of Education created the SISU system, a centralized clearinghouse that allocates students to tuition-free and prestigious public higher education institutions.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“programs experience a 1.2 percentage points, equivalent to a 2.3 percent, decline in the share of female students and a 0.9 percent increase in the average age of incoming students”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“such as race and public high school attendance, suggesting that students from low socioeconomic status backgrounds are not disproportionately”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
26. Segundo Machado e Szerman (2021), os efeitos da centralização sobre notas e migração são mais fortes nas instituições do tercil superior da distribuição de qualidade, e as do tercil inferior só absorvem o aumento de idade.
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: Introdução, p. 3. Consultado em 14 de outubro de 2026.“In particular, the impacts of centralization on scores and migration are stronger for institutions in the top tercile of institutions’ quality distribution. Institutions in the bottom tercile, on the other hand, only absorb the increased impacts on age.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
27. Na auditoria operacional do TCU sobre a política de cotas (Acórdão 2376/2022, período de 2013 a 2022), a equipe técnica apontou que a regulamentação do Sisu vinculava o candidato à modalidade de concorrência escolhida e não permitia reclassificá-lo na ampla concorrência mesmo com nota suficiente; o relator deixou de adotar a recomendação proposta para esse achado, por falta, nos autos, das motivações dos formuladores da política.
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, preâmbulo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“auditoria operacional com o objetivo de avaliar a política de reserva de vagas para ingresso nas instituições federais de ensino no Brasil, no período de 2013 a 2022”
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: relatório, item 40. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Assim, o Sisu não permite a reclassificação de candidatos, ainda que possuam nota para classificação em ampla concorrência, ou seja, os estudantes ficam restritos à referida modalidade de concorrência (subcota) selecionada por ocasião da inscrição.”
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: voto do relator. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Deixo de adotar a recomendação proposta para tal achado, pois as motivações para o texto da Lei e para a interpretação dada pelo Ministério da Educação, principalmente na regulamentação do Sisu (Portaria Normativa MEC 21/2012), que envolve grande parte das Ifes, não foram trazidas aos autos”
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
28. No mesmo Acórdão 2376/2022, o TCU recomendou ao MEC estudos de revisão do critério de renda da Lei 12.711/2012, inclusive sobre a abrangência da faixa de renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo per capita.
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, item 9.2.3 e 9.2.3.1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“elabore estudos de revisão do critério de renda atualmente previsto na Lei 12.711/2012”
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, item 9.2.3.1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“abrangência da faixa de renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo per capita como critério de reserva de vagas”
- Acórdão 2376/2022 - Plenário (TC 004.907/2022-1), auditoria operacional sobre a implementação da política de cotas nas instituições federais de ensino · Tribunal de Contas da União Auditoria
29. No Acórdão 875/2026, o TCU recomendou ao MEC mudanças no Sisu e no Sisu Gestão, entre elas a categoria “Matrícula em Análise” e uma segunda lista de espera (lista de suplentes) para aprovados em segunda opção que não se matricularam.
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, item 9.1.2. Consultado em 14 de outubro de 2026.“implemente, nos sistemas Sisu e Sisu Gestão as seguintes modificações:”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, item 9.1.2.1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“instituição de nova categoria para as condições de matrícula do Sisu, informadas pelas instituições no período de ocupação da chamada regular: 'Matrícula em Análise'”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
Onde: acórdão, item 9.1.2.3. Consultado em 14 de outubro de 2026.“integrando, no entanto, uma segunda lista de espera (lista de suplentes), a ser criada, que passaria a valer após esgotada a lista de espera na forma hoje gerada”
- Acórdão 875/2026 - Plenário (TC 007.241/2024-0), auditoria operacional na Sesu/MEC e em universidades federais sobre acesso e não ocupação de vagas novas na graduação · Tribunal de Contas da União Auditoria
30. No mesmo encontro, segundo o MEC, o pró-reitor de graduação da UFMG relatou número crescente de estudantes que concluem a seleção no Sisu mas nunca comparecem às aulas, tanto cotistas quanto de ampla concorrência.
- Aperfeiçoar Sisu é prioridade para MEC e instituições públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 4 de abril de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 6. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O pró-reitor de graduação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Bruno Teixeira, lembrou que, apesar de a UFMG sempre receber o maior número de inscrições no Sisu entre as instituições participantes, há um problema com o número crescente de estudantes que concluem o processo de seleção, mas nunca comparecem às aulas.”
- Aperfeiçoar Sisu é prioridade para MEC e instituições públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 4 de abril de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 6. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Esses estudantes são tanto cotistas, em condições de maior vulnerabilidade, como também estudantes de ampla concorrência.”
- Aperfeiçoar Sisu é prioridade para MEC e instituições públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
31. Segundo o capítulo do Ipea, a adoção do Sisu ampliou apenas a mobilidade geográfica estudantil potencial: a mobilidade efetiva continua dependendo sobretudo da renda, os estudantes preferem instituições próximas e as migrações motivadas pelo Sisu ainda são reduzidas.
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 4, p. 139. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Nota-se, porém, que a adoção do Sisu como mecanismo de seleção para o ensino superior ampliou apenas a mobilidade geográfica estudantil potencial. A mobilidade geográfica efetiva ainda depende dos mesmos fatores, primordialmente da renda, o que mantêm assimetrias nas oportunidades de acesso e reforça a impor tância das políticas afirmativas. A evidência é de que os estudantes dão preferência a IES próximas de sua origem e que as migrações motivadas pelo Sisu ainda são reduzidas,”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
32. O capítulo do Ipea registra como problema na etapa de ingresso as vagas não preenchidas ou ociosas e cita, como ajustes após a implantação, o critério de inclusão regional adotado por algumas instituições e a redução do número de chamadas no Sisu.
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 5, p. 143. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Quanto à etapa do ingresso (aprovação e matrícula), outro problema verificado se relaciona às vagas não preenchidas ou ociosas”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
Onde: seção 5, p. 143. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Algumas IES têm adotado o critério de inclusão regional, que beneficia os candidatos com residência mais próxima, e reduziu-se a quantidade de chamadas no Sisu, com a intenção de diminuir a evasão logo no início do curso.”
- Do Enem ao Sisu: cartografia da interiorização do acesso à educação superior no Brasil (capítulo 3 de Universidade e território: ensino superior e desenvolvimento regional no Brasil do século XXI) · Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); autores Gustavo Teramatsu e Rafael Straforini Estudo acadêmico
33. Segundo o MEC, o Pé-de-Meia Licenciaturas, destaque do Sisu 2025, pagará, do início ao fim do curso, o valor mensal de R$ 1.050 para os estudantes aprovados em cursos presenciais de licenciaturas pelo Sisu e que se inscreverem para a bolsa e forem aprovados; as bolsas serão pagas pela Capes e, para 2025, o MEC disponibilizou até 12 mil bolsas.
- Sisu: 97% das vagas são preenchidas em chamada regular · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 27 de janeiro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: parágrafo 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Um dos destaques da edição é o P é-de-Meia Licenciaturas, incentivo financeiro para estudantes que optarem por cursos que formam professores.”
- Sisu: 97% das vagas são preenchidas em chamada regular · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 27 de janeiro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Pé-de-Meia Licenciaturas. Consultado em 14 de outubro de 2026.“O programa pagará, do início ao fim do curso, o valor mensal de R$ 1.050 para os estudantes aprovados em cursos presenciais de licenciaturas pelo Sisu e que se inscreverem para a bolsa e forem aprovados.”
- Sisu: 97% das vagas são preenchidas em chamada regular · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 27 de janeiro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Pé-de-Meia Licenciaturas. Consultado em 14 de outubro de 2026.“As bolsas serão pagas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o benefício será válido para novas matrículas em cursos de licenciatura. Para 2025, o MEC disponibilizou até 12 mil bolsas.”
- Sisu: 97% das vagas são preenchidas em chamada regular · Ministério da Educação Comunicação de governo
34. Segundo o MEC, antes da criação do Sisu o candidato precisava enfrentar uma maratona de vestibulares isolados em diferentes instituições, modelo que limitava as opções de escolha e gerava altos custos para os estudantes com inscrições, deslocamentos e estadias.
- Sisu impulsiona inclusão nas universidades públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 22 de janeiro de 2025); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação.
Onde: seção Histórico. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Antes da criação do Sisu, o acesso ao ensino superior público era um desafio para os estudantes na maior parte do país, sendo preciso enfrentar uma verdadeira maratona de vestibulares isolados em diferentes instituições. O modelo não apenas limitava as opções de escolha, mas também gerava altos custos para os estudantes com inscrições, deslocamentos e estadias.”
- A democratização e expansão da educação superior no país 2003-2014 (Balanço Social SESu 2003-2014) · Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior Registro oficial
Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 29 de outubro de 2020); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior.
Onde: p. 59, seção Sistema de Seleção Unificada. Consultado em 14 de outubro de 2026.“os estudantes podem concorrer a vagas de instituições públicas de educação superior de diferentes regiões do país sem ter que arcar com custos de deslocamento e de taxas de inscrição inerentes à participação em vestibulares”
- Sisu impulsiona inclusão nas universidades públicas · Ministério da Educação Comunicação de governo
35. Segundo Machado e Szerman (2021), o Enem foi criado em 1998 como exame opcional de um dia para avaliar a qualidade do ensino médio; o exame tem dossiê próprio (enem).
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: seção 2.2 (The ENEM exam), p. 6. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Created in 1998, the ENEM exam was intended to be an optional one-day exam to evaluate the quality of secondary schools”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
36. Machado e Szerman (2021) registram que o Ministério da Educação iniciou uma série de reformas em 2008, das quais as mais importantes foram a reformulação do Enem em 2009 e a criação do Sisu em janeiro de 2010.
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: seção 2.1, p. 6. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Aiming to improve access to public higher education institutions, the Brazilian Ministry of Education introduced a series of reforms starting in 2008. The most important changes were the reformulation of the secondary education assessment exam (henceforth “ENEM”) in 2009, followed by the creation of a centralized admission clearinghouse, SISU”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
Onde: seção 2.1, p. 6. Consultado em 14 de outubro de 2026.“in January of 2010.”
- Centralized College Admissions and Student Composition (Machado e Szerman), versão aceita, setembro de 2021; publicado em Economics of Education Review, v. 85, 2021, DOI 10.1016/j.econedurev.2021.102184 · Cecilia Machado (FGV EPGE) e Christiane Szerman (Princeton University); repositório UCL Discovery Estudo acadêmico
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