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Exército Lulaacervo documental

Iniciativa diplomática

Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (Global Alliance against Hunger and Poverty)

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a sessão de abertura da Reunião Ministerial da Força Tarefa para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, na sede da ONG Ação da Cidadania. Rio de Janeiro - RJ.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a sessão de abertura da Reunião Ministerial da Força Tarefa para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, na sede da ONG Ação da Cidadania. Rio de Janeiro - RJ.Foto: Ricardo Stuckert / PR, CC BY-SA

Também conhecido como Força-Tarefa para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (G20, 2024).

Problema
Fome e pobreza. Ao receber a presidência do G20 em Nova Delhi, em 10 de setembro de 2023, o presidente Lula anunciou que a presidência brasileira criaria duas forças-tarefas, uma delas a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.
Público
Segundo a própria Aliança, em junho de 2026 eram mais de 215 membros, incluindo mais de 107 países, 31 organizações internacionais, 14 instituições financeiras internacionais e mais de 63 organizações filantrópicas e não governamentais.
Como funciona
Segundo os documentos fundadores, a proposta foi negociada numa força-tarefa do G20 com cinco reuniões formais, a partir de relatórios de base da FAO, ODI, SPIAC-B, UNICEF, PMA e Banco Mundial. No discurso de 24 de julho de 2024, Lula declarou que a Aliança seria gerida por um secretariado nas sedes da FAO em Roma e em Brasília, com estrutura temporária até 2030, e que não exigiria fundos novos, direcionando recursos já existentes. Segundo o sítio da Aliança, depois do lançamento no G20 ela passou a funcionar como plataforma global independente.

Relações internacionaisCombate à fome

Relação com os governos Lula

Criado no governo Lula · Terceiro mandato (desde 2023) · a partir de setembro de 2023 até novembro de 2024

No discurso de encerramento da Cúpula do G20 em Nova Delhi, em 10 de setembro de 2023, quando recebeu a presidência do grupo, o presidente Lula anunciou que a presidência brasileira criaria duas forças-tarefas, uma delas a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.[1]

No prefácio dos documentos fundadores, assinado pelo presidente Lula, o governo afirma que o Brasil decidiu colocar o estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza entre as prioridades de sua presidência do G20.[2]

Segundo os documentos fundadores, a Força-Tarefa do G20 para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza realizou cinco reuniões formais, a primeira de 21 a 23 de fevereiro, culminando na reunião ministerial de 24 de julho.[3]

Execução compartilhada · Terceiro mandato (desde 2023) · a partir de fevereiro de 2024

Os documentos fundadores registram que FAO, ODI, SPIAC-B, UNICEF, PMA e Banco Mundial foram autores dos cinco relatórios de base apresentados à Força-Tarefa.[4]

Na Declaração de Líderes do Rio de Janeiro, os líderes do G20 afirmaram ter lançado a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e convidaram países, organismos internacionais, bancos multilaterais, centros de conhecimento e instituições filantrópicas a aderir.[5]

Origem e antecedentes

Marco de origem: proposta anterior ao governo, Terceiro mandato (desde 2023).

No discurso de encerramento da Cúpula do G20 em Nova Delhi, em 10 de setembro de 2023, quando recebeu a presidência do grupo, o presidente Lula anunciou que a presidência brasileira criaria duas forças-tarefas, uma delas a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.[1]

Investigação de antecedentes: nova estrutura instituída (14 de outubro de 2026).

Alcance: Discurso de Lula em Nova Delhi (10/09/2023, cópia do Planalto no Internet Archive); documentos fundadores da Força-Tarefa do G20 (2024, cópia do G20 Information Centre); Termos de Referência e notícias do sítio oficial da Aliança (2024 a 2026); notas da FAO (jul. e nov. 2024); Declarações de Líderes do G20 (Rio 2024, Joanesburgo 2025) e do BRICS (Rio 2025); coletiva da ONU sobre a Ação contra a Fome e a Pobreza (2004, Internet Archive); nota sobre a Aliança Global para a Segurança Alimentar alemã. Sem norma brasileira própria localizada (API de legislação do Senado, 2023 a 2025).

Responsabilidades

  • Presidência da República e presidência brasileira do G20 (proposta e coordenação política) formulação

    No discurso de encerramento da Cúpula do G20 em Nova Delhi, em 10 de setembro de 2023, quando recebeu a presidência do grupo, o presidente Lula anunciou que a presidência brasileira criaria duas forças-tarefas, uma delas a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.[1]

  • FAO, ODI, SPIAC-B, UNICEF, PMA e Banco Mundial (relatórios de base à Força-Tarefa) parceria

    Os documentos fundadores registram que FAO, ODI, SPIAC-B, UNICEF, PMA e Banco Mundial foram autores dos cinco relatórios de base apresentados à Força-Tarefa.[4]

Cronologia

Cronologia de Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (Global Alliance against Hunger and Poverty)
DataFaseO que aconteceu
setembro de 2023AnúncioEm Nova Delhi, ao receber a presidência do G20, Lula anuncia a criação da força-tarefa Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.[1]
fevereiro de 2024InícioPrimeira reunião formal da Força-Tarefa do G20 (21 a 23 de fevereiro), início da negociação.[3]

O que foi instituído

Na reunião ministerial da Força-Tarefa em 24 de julho de 2024, na sede da Ação da Cidadania no Rio de Janeiro, com a presença do presidente Lula, os documentos fundadores foram aprovados por aclamação, segundo o sítio da Aliança.[6]

Funcionamento

Uma cesta de referência de programas e instrumentos de política baseados em evidências está no centro da ação da Aliança em cada país; a inclusão de um programa na cesta não implica endosso de nenhum membro, segundo os Termos de Referência.[7]

No mesmo discurso, o presidente Lula afirmou que a Aliança não exigiria fundos novos e direcionaria recursos globais e regionais já existentes e dispersos.[8]

Governança

Segundo a página de membros da Aliança, no caso de entidades não governamentais, a adesão está sujeita à aprovação por consenso do Conselho de Campeões da Aliança.[9]

A missão da Aliança é, do lançamento até 2030, apoiar e acelerar os esforços para erradicar a fome e a pobreza (ODS 1 e 2) e reduzir as desigualdades (ODS 10), segundo os Termos de Referência.[10]

Os Termos de Referência preveem um Mecanismo de Apoio chefiado por um diretor, financiado por contribuições voluntárias dos membros e sediado numa organização internacional existente ligada ao mandato da Aliança.[11]

No discurso de 24 de julho de 2024, o presidente Lula declarou que a Aliança seria gerida por um secretariado nas sedes da FAO em Roma e em Brasília, com estrutura pequena e temporária até 2030, e que metade dos custos seria coberta pelo Brasil.[12]

Segundo o sítio da Aliança, depois do lançamento no G20 a Aliança passou a funcionar como plataforma global independente; a estrutura completa de governança deveria estar operacional em meados de 2025, e até lá o Brasil daria apoio interino a funções como comunicação e aprovação de novos membros.[13]

Segundo o sítio da Aliança, os primeiros 18 membros do Conselho de Campeões foram anunciados em 18 de novembro de 2024, e o Conselho, quando completo, terá até 50 membros, incluindo 25 países e 25 organizações.[14]

Execução

Em 28 de junho, a Força-Tarefa concluiu em nível técnico todos os documentos da iniciativa, segundo o sítio da Aliança.[15]

Segundo o sítio da Aliança, o programa CASH+ da Zâmbia pretende alcançar 2 milhões de domicílios de baixa renda até 2031, com custo estimado de US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 1,2 bilhão já estão financiados.[16]

Orçamento e execução financeira

Valores nominais, salvo indicação. Anunciado, autorizado, empenhado, liquidado e pago são coisas diferentes e aparecem com o tipo indicado. Nas linhas do SIOP, "pago" é o pago no próprio exercício (restos a pagar quitados depois não entram), e uma ação orçamentária pode financiar mais de um programa: o texto diz quando a ação é só parte dele.

Segundo o Correio Braziliense, o ministro Wellington Dias estimou, na reunião ministerial de julho, que a estrutura administrativa custaria entre R$ 101 milhões e R$ 113 milhões (US$ 18 milhões a US$ 20 milhões) até 2030, dos quais o Brasil arcaria com cerca de R$ 51 milhões a R$ 57 milhões (US$ 9 milhões a US$ 10 milhões).[17]

Beneficiários

Fluxo anual, estoque num mês e total acumulado não se somam entre si.

Em junho de 2026, a Aliança informou ter mais de 215 membros, incluindo mais de 107 países, 31 organizações internacionais, 14 instituições financeiras internacionais e mais de 63 organizações filantrópicas e não governamentais.[18]

Contexto

Na Declaração do Rio de Janeiro da XVII Cúpula do BRICS (6 e 7 de julho de 2025), os líderes reconheceram a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza como iniciativa importante de cooperação internacional.[19]

Origem

Segundo o sítio da Aliança (com informações da comunicação do MDS), a ideia da Aliança partiu do presidente Lula, foi proposta na Cúpula do G20 em Nova Delhi e desenvolvida durante a presidência brasileira do grupo.[20]

Fontes e evidências

  1. 1. No discurso de encerramento da Cúpula do G20 em Nova Delhi, em 10 de setembro de 2023, quando recebeu a presidência do grupo, o presidente Lula anunciou que a presidência brasileira criaria duas forças-tarefas, uma delas a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

    • Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da Cúpula do G20 · Presidência da República (Planalto) Comunicação de governo
      Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 3 de novembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Presidência da República (Planalto).
      Onde: subtítulo do discurso. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “Discurso lido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encerramento da Cúpula do G20, quando houve a transmissão da Presidência do bloco da Índia para o Brasil, em Nova Delhi, em 10 de setembro de 2023”
    • Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da Cúpula do G20 · Presidência da República (Planalto) Comunicação de governo
      Lida em cópia arquivada (Internet Archive (Wayback Machine), captura de 3 de novembro de 2023); endereço original: www.gov.br. O arquivo preserva a cópia; o autor é Presidência da República (Planalto).
      Onde: corpo do discurso, após as três prioridades. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “Duas forças-tarefas serão criadas: a Aliança Global contra a a Fome e a Pobreza; e a Mobilização Global contra a Mudança do Clima.”
  2. 2. No prefácio dos documentos fundadores, assinado pelo presidente Lula, o governo afirma que o Brasil decidiu colocar o estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza entre as prioridades de sua presidência do G20.

    • Global Alliance against Hunger and Poverty: Foundational Documents · Presidência brasileira do G20, Força-Tarefa para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (MDS, MRE, Ministério da Fazenda e Ipea) Registro oficial
      Onde: Foreword, p. 4. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “Determined to contribute to addressing these scourges that afflict our societies, Brazil decided to place the establishment of a Global Alliance against Hunger and Poverty among the priorities of its G20 presidency.”
  3. 3. Segundo os documentos fundadores, a Força-Tarefa do G20 para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza realizou cinco reuniões formais, a primeira de 21 a 23 de fevereiro, culminando na reunião ministerial de 24 de julho.

    • Global Alliance against Hunger and Poverty: Foundational Documents · Presidência brasileira do G20, Força-Tarefa para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (MDS, MRE, Ministério da Fazenda e Ipea) Registro oficial
      Onde: Acknowledgements, p. 6. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “The G20 Task Force for the Establishment of a Global Alliance against Hunger and Poverty has held five formal meetings, starting 21–23 February this year, and culminating in its Ministerial Meeting on 24 July.”
  4. 4. Os documentos fundadores registram que FAO, ODI, SPIAC-B, UNICEF, PMA e Banco Mundial foram autores dos cinco relatórios de base apresentados à Força-Tarefa.

    • Global Alliance against Hunger and Poverty: Foundational Documents · Presidência brasileira do G20, Força-Tarefa para o Estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (MDS, MRE, Ministério da Fazenda e Ipea) Registro oficial
      Onde: Acknowledgements, p. 7. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “A special acknowledgement goes to FAO, ODI, SPIAC-B, UNICEF, WFP, and the World Bank for their authorship of the five reports to the Task Force on social protection, poverty reduction, food and nutrition security, resilience and the critical issue of mobilizing and better aligning finance for fighting hunger and poverty.”
  5. 5. Na Declaração de Líderes do Rio de Janeiro, os líderes do G20 afirmaram ter lançado a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e convidaram países, organismos internacionais, bancos multilaterais, centros de conhecimento e instituições filantrópicas a aderir.

    • G20 Rio de Janeiro Leaders' Declaration · G20 (Declaração de Líderes; texto mantido pelo G20 Information Centre, Universidade de Toronto) Registro oficial
      Onde: parágrafo sobre fome e pobreza. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “In light of this, we have launched the Global Alliance against Hunger and Poverty and welcome its innovative approach to mobilizing finance and knowledge sharing to support the implementation of country-led, country-owned, large-scale and evidence-based programs aiming at reducing hunger and poverty worldwide.”
    • G20 Rio de Janeiro Leaders' Declaration · G20 (Declaração de Líderes; texto mantido pelo G20 Information Centre, Universidade de Toronto) Registro oficial
      Onde: parágrafo sobre fome e pobreza. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “We invite all countries, international organizations, multilateral development banks, knowledge centers and philanthropic institutions to join the Alliance”
  6. 6. Na reunião ministerial da Força-Tarefa em 24 de julho de 2024, na sede da Ação da Cidadania no Rio de Janeiro, com a presença do presidente Lula, os documentos fundadores foram aprovados por aclamação, segundo o sítio da Aliança.

  7. 7. Uma cesta de referência de programas e instrumentos de política baseados em evidências está no centro da ação da Aliança em cada país; a inclusão de um programa na cesta não implica endosso de nenhum membro, segundo os Termos de Referência.

    • Global Alliance Against Hunger and Poverty: Terms of Reference and Governance Framework · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Registro oficial
      Onde: Terms of Reference, seção sobre a cesta de políticas. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “To keep the Alliance’s focus on the national program level, a reference basket of evidence- based programmes and policy instruments lies at the core of every concrete action by the Global Alliance at the country level.”
    • Global Alliance Against Hunger and Poverty: Terms of Reference and Governance Framework · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Registro oficial
      Onde: Terms of Reference, seção sobre a cesta de políticas. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “Inclusion of programmes and policy instruments in the basket does not imply endorsement by any Alliance member of any particular instrument or programme.”
  8. 8. No mesmo discurso, o presidente Lula afirmou que a Aliança não exigiria fundos novos e direcionaria recursos globais e regionais já existentes e dispersos.

  9. 9. Segundo a página de membros da Aliança, no caso de entidades não governamentais, a adesão está sujeita à aprovação por consenso do Conselho de Campeões da Aliança.

    • Members (Members of the Global Alliance; Become a member) · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Registro oficial
      Onde: seção Membership. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “In the case of non-governmental entities, membership is subject to approval by consensus of the Alliance’s Board of Champions.”
  10. 10. A missão da Aliança é, do lançamento até 2030, apoiar e acelerar os esforços para erradicar a fome e a pobreza (ODS 1 e 2) e reduzir as desigualdades (ODS 10), segundo os Termos de Referência.

  11. 11. Os Termos de Referência preveem um Mecanismo de Apoio chefiado por um diretor, financiado por contribuições voluntárias dos membros e sediado numa organização internacional existente ligada ao mandato da Aliança.

    • Global Alliance Against Hunger and Poverty: Terms of Reference and Governance Framework · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Registro oficial
      Onde: Terms of Reference, Global Alliance Support Mechanism. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “Headed by a Director, the Global Alliance’s Support Mechanism is composed of a small, dynamic, multi-agency team potentially drawn from secondments by the UN and its Agencies and Programmes, IFIs and other international organizations, among others, funded by voluntary contributions from Alliance members”
    • Global Alliance Against Hunger and Poverty: Terms of Reference and Governance Framework · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Registro oficial
      Onde: Terms of Reference, Global Alliance Support Mechanism. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “The Support Mechanism is hosted within an existing international organization/structure closely related to the mandate of the Global Alliance, in order to create synergy and leverage existing structures.”
  12. 12. No discurso de 24 de julho de 2024, o presidente Lula declarou que a Aliança seria gerida por um secretariado nas sedes da FAO em Roma e em Brasília, com estrutura pequena e temporária até 2030, e que metade dos custos seria coberta pelo Brasil.

  13. 13. Segundo o sítio da Aliança, depois do lançamento no G20 a Aliança passou a funcionar como plataforma global independente; a estrutura completa de governança deveria estar operacional em meados de 2025, e até lá o Brasil daria apoio interino a funções como comunicação e aprovação de novos membros.

    • World Leaders Launch the Global Alliance Against Hunger and Poverty · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Comunicação de governo
      Onde: notícia de 18/11/2024, seção Mission and Governance. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “While the G20 served as the launchpad for this initiative, the Alliance will now function as an independent global platform, with continued support and momentum possible from future G20 presidencies. The full governance structure, including the Board of Champions and Support Mechanism, is set to be operational by mid-2025.”
    • World Leaders Launch the Global Alliance Against Hunger and Poverty · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Comunicação de governo
      Onde: notícia de 18/11/2024, seção Mission and Governance. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “Until then, Brazil will provide interim support for essential functions such as communication and new member approvals”
  14. 14. Segundo o sítio da Aliança, os primeiros 18 membros do Conselho de Campeões foram anunciados em 18 de novembro de 2024, e o Conselho, quando completo, terá até 50 membros, incluindo 25 países e 25 organizações.

  15. 15. Em 28 de junho, a Força-Tarefa concluiu em nível técnico todos os documentos da iniciativa, segundo o sítio da Aliança.

  16. 16. Segundo o sítio da Aliança, o programa CASH+ da Zâmbia pretende alcançar 2 milhões de domicílios de baixa renda até 2031, com custo estimado de US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 1,2 bilhão já estão financiados.

  17. 17. Segundo o Correio Braziliense, o ministro Wellington Dias estimou, na reunião ministerial de julho, que a estrutura administrativa custaria entre R$ 101 milhões e R$ 113 milhões (US$ 18 milhões a US$ 20 milhões) até 2030, dos quais o Brasil arcaria com cerca de R$ 51 milhões a R$ 57 milhões (US$ 9 milhões a US$ 10 milhões).

    • Aliança contra fome usará fundos já existentes, garante Lula ao G20 · Correio Braziliense Imprensa
      Onde: 6º parágrafo. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, disse a jornalistas que a estrutura administrativa deve custar entre R$ 101 milhões e R$ 113 milhões (US$ 18 milhões a US$ 20 milhões) até 2030. Desse montante, o Brasil arcará com cerca de R$ 51 milhões a R$ 57 milhões (US$ 9 milhões a US$ 10 milhões).”
  18. 18. Em junho de 2026, a Aliança informou ter mais de 215 membros, incluindo mais de 107 países, 31 organizações internacionais, 14 instituições financeiras internacionais e mais de 63 organizações filantrópicas e não governamentais.

  19. 19. Na Declaração do Rio de Janeiro da XVII Cúpula do BRICS (6 e 7 de julho de 2025), os líderes reconheceram a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza como iniciativa importante de cooperação internacional.

  20. 20. Segundo o sítio da Aliança (com informações da comunicação do MDS), a ideia da Aliança partiu do presidente Lula, foi proposta na Cúpula do G20 em Nova Delhi e desenvolvida durante a presidência brasileira do grupo.

    • A joint and ongoing journey: the creation of the Global Alliance against Hunger and Poverty · Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (sítio oficial, mantido pelo Mecanismo de Apoio) Comunicação de governo
      Onde: notícia de 17/07/2024, 4º parágrafo. Consultado em 14 de outubro de 2026.
      “The idea of forming the Alliance originated with President Luiz Inácio Lula da Silva and was first proposed during Brasil’s participation in the G20 Summit in New Delhi, India, last year. Since then, it has been further developed during Brasil’s current group presidency.”

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