Indicador
Mortalidade infantil
Óbitos de menores de 1 ano por mil nascidos vivos, estimados com correção de sub-registro (IBGE, Projeções da População, Revisão 2024).
- Unidade
- por mil nascidos vivos
- População
- Nascidos vivos
- Território
- Brasil
- Periodicidade
- Anual
- Direção desejável
- Quanto menor, melhor
Comparações
Base e fim sempre dentro da mesma série. A regra de escolha dos anos está ao lado de cada comparação.
- 2002 → 2010: 24,8 → 15,0 por mil nascidos vivos (-39,7%).
Série: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024. Regra: Último ano antes do primeiro mandato (2002) e último ano completo do segundo (2010), na mesma série. Anos a partir de 2023 são projeção e não entram em comparação.
IBGE, Projeções da População, Revisão 2024
Estimativa demográfica (método das componentes): óbitos do SIM 1999-2023 com ajuste de cobertura (curva logística por sexo e grupo etário, incluindo 0 ano); óbitos de menores de 1 ano contados por coorte de nascimento (ano de análise + ano seguinte); denominador = nascidos vivos estimados com correção de sub-registro/subnotificação. 2000-2022 = período das estimativas; 2023-2070 = projeções (2023 usa dados preliminares de registros; ver notas).
Ficha metodológica (da documentação citada; sem metadados por API)
- Variável
- TMI_T (taxa de mortalidade infantil, ambos os sexos)
- Unidade na fonte
- por mil nascidos vivos
- Território
- Brasil
- População
- Nascidos vivos (estimados no capítulo de fecundidade)
- Frequência na fonte
- anual
- Valor anual
- Valor anual da revisão; 2000–2022 estimativa, 2023 em diante projeção
- Valores
- taxa
- Ajuste sazonal
- não se aplica
- Revisões
- Cada revisão das Projeções reescreve a série (2022: 10,88 na revisão 2018; 12,42 na revisão 2024).
- Metadados
- consulta oficial (conferida em 2026-10-14)
Tabela com todos os valores (25 períodos)
| Período | Valor | Situação | Mandato no ano |
|---|---|---|---|
| 2000 | 28,1 | revisado | outro governo |
| 2001 | 26,2 | revisado | outro governo |
| 2002 | 24,8 | revisado | outro governo |
| 2003 | 23,9 | revisado | Lula 1 |
| 2004 | 22,1 | revisado | Lula 1 |
| 2005 | 20,7 | revisado | Lula 1 |
| 2006 | 19,1 | revisado | Lula 1 |
| 2007 | 17,9 | revisado | Lula 2 |
| 2008 | 17,0 | revisado | Lula 2 |
| 2009 | 16,2 | revisado | Lula 2 |
| 2010 | 15,0 | revisado | Lula 2 |
| 2011 | 14,8 | revisado | outro governo |
| 2012 | 14,3 | revisado | outro governo |
| 2013 | 14,0 | revisado | outro governo |
| 2014 | 13,5 | revisado | outro governo |
| 2015 | 12,7 | revisado | outro governo |
| 2016 | 12,3 | revisado | outro governo |
| 2017 | 12,7 | revisado | outro governo |
| 2018 | 12,5 | revisado | outro governo |
| 2019 | 12,1 | revisado | outro governo |
| 2020 | 11,4 | revisado | outro governo |
| 2021 | 12,2 | revisado | outro governo |
| 2022 | 12,4 | revisado | outro governo |
| 2023 | 12,5 | preliminar | Lula 3 |
| 2024 | 12,2 | preliminar | Lula 3 |
Baixar CSV · Consulta original (aba '4) INDICADORES'; coluna AA = TMI_T (ambos os sexos); filtro LOCAL = 'Brasil' (CÓD. 0, SIGLA BR); linhas 8 (2000) a 32 (2024))
UN IGME (via Banco Mundial)
Modelo estatístico do UN IGME que reconcilia todas as fontes disponíveis (registro vital, censos, pesquisas) e ajusta uma linha de tendência por país; padronizado para comparação entre países. Publicado com 1 casa decimal. Revisado a cada rodada do UN IGME (toda a série pode mudar).
Ficha metodológica (da documentação citada; sem metadados por API)
- Variável
- SP.DYN.IMRT.IN (UN IGME)
- Unidade na fonte
- por mil nascidos vivos
- Território
- Brasil
- População
- Nascidos vivos
- Frequência na fonte
- anual
- Valor anual
- Estimativa anual do modelo do UN IGME
- Valores
- taxa
- Ajuste sazonal
- não se aplica
- Revisões
- Modelo estatístico revisto a cada rodada; suaviza a tendência para comparação internacional.
- Metadados
- consulta oficial (conferida em 2026-10-14)
Tabela com todos os valores (25 períodos)
| Período | Valor | Situação | Mandato no ano |
|---|---|---|---|
| 2000 | 29,1 | revisado | outro governo |
| 2001 | 27,3 | revisado | outro governo |
| 2002 | 25,6 | revisado | outro governo |
| 2003 | 24,0 | revisado | Lula 1 |
| 2004 | 22,4 | revisado | Lula 1 |
| 2005 | 21,0 | revisado | Lula 1 |
| 2006 | 19,7 | revisado | Lula 1 |
| 2007 | 18,6 | revisado | Lula 2 |
| 2008 | 17,6 | revisado | Lula 2 |
| 2009 | 16,7 | revisado | Lula 2 |
| 2010 | 16,0 | revisado | Lula 2 |
| 2011 | 15,3 | revisado | outro governo |
| 2012 | 14,8 | revisado | outro governo |
| 2013 | 14,4 | revisado | outro governo |
| 2014 | 14,0 | revisado | outro governo |
| 2015 | 13,7 | revisado | outro governo |
| 2016 | 14,6 | revisado | outro governo |
| 2017 | 13,3 | revisado | outro governo |
| 2018 | 13,1 | revisado | outro governo |
| 2019 | 12,9 | revisado | outro governo |
| 2020 | 12,8 | revisado | outro governo |
| 2021 | 12,7 | revisado | outro governo |
| 2022 | 12,6 | revisado | outro governo |
| 2023 | 12,4 | revisado | Lula 3 |
| 2024 | 12,3 | revisado | Lula 3 |
Quebras de série
ibge-projecoes-2024 × unigme-banco-mundial: Estimativa demográfica do IBGE e modelo estatístico do UN IGME para comparação internacional: não se misturam.
O indicador SP.DYN.IMRT.IN do Banco Mundial tem como fonte o UN IGME, que usa modelos estatísticos para obter uma linha de tendência de melhor estimativa por país.[10]
Contexto e interpretação
Na Revisão 2024 das Projeções da População, o IBGE chama de estimativas o período de 2000 a 2022 e de projeções o período de 2023 a 2070.[1]
O IBGE define estimativas como dados do período passado, já ocorrido, e projeções como o período futuro, para o qual são traçadas hipóteses.[2]
O ponto de partida das projeções é 2022, mas o IBGE usou dados preliminares dos registros de 2023 para nascimentos e óbitos.[3]
Os óbitos usados na Revisão 2024 são os registros do SIM, do Ministério da Saúde, de 1999 a 2023, com informações preliminares para 2023.[4]
Para a taxa de mortalidade infantil, o IBGE utilizou no denominador os dados de nascidos vivos, provenientes da metodologia descrita na seção de fecundidade.[5]
Para o grupo de 0 ano, o IBGE contou os óbitos da coorte de nascimento (óbitos de menores de 1 ano no ano de análise e no ano seguinte), e não os óbitos de 0 ano ocorridos no ano de análise.[6]
O IBGE estimou a cobertura anual dos registros de óbitos, por sexo e grupo etário (incluindo 0 ano de idade), ajustando um modelo logístico a estudos de cobertura; nos anos mais recentes a cobertura está próxima da completude.[7]
Os parâmetros da curva de cobertura de óbitos foram: cobertura do SIM estimada para 2000, cobertura da metodologia Busca Ativa de 2004 a 2012 e cobertura pelo Método de Captura e Recaptura de 2015 a 2022.[8]
A projeção da esperança de vida ao nascer foi um ajuste logístico com base em dois pontos: a estimativa para 2023 e o valor da tábua limite, alocado em 2100.[9]
Pela série UN IGME no Banco Mundial (SP.DYN.IMRT.IN), a mortalidade infantil do Brasil foi 25.6 em 2002, 16 em 2010, 12.6 em 2022 e 12.3 em 2024, por mil nascidos vivos.[11]
Segundo as notas do TabNet do SIM e do SINASC, há dados finais disponíveis até 2024; os dados de 2025 são preliminares.[12]
No IDB 2012 (RIPSA/MS), a taxa de mortalidade infantil (óbitos de menores de 1 ano por 1.000 nascidos vivos) foi estimada com dados do SIM e do SINASC corrigidos por fatores da Pesquisa de Busca Ativa.[13]
O que ainda falta documentar
- Metodologia: Valores da Revisão 2024 só existem em planilha, formato que a conferência automática não lê.
- Resultados observados: Contagens de 2022 do SIM e do SINASC sem documento estático conferível.
Fontes e evidências
1. Na Revisão 2024 das Projeções da População, o IBGE chama de estimativas o período de 2000 a 2022 e de projeções o período de 2023 a 2070.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 11 impressa (p. 13 do PDF), seção 'Método das Componentes Demográficas'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“calculadas para o período de 2000 a 2022 (período das estimativas) e de 2023 a 2070”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 11 impressa (p. 13 do PDF), linha seguinte. Consultado em 13 de outubro de 2026.“(período das projeções) utilizando-se o Método das Componentes Demográficas.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
2. O IBGE define estimativas como dados do período passado, já ocorrido, e projeções como o período futuro, para o qual são traçadas hipóteses.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 11 impressa (p. 13 do PDF), nota de rodapé 2. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Como estimativas nos referimos aos dados estimados para o período passado, já ocorrido. Como projeções nos referimos ao período a futuro, ou seja, período para o qual são traçadas hipóteses”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
3. O ponto de partida das projeções é 2022, mas o IBGE usou dados preliminares dos registros de 2023 para nascimentos e óbitos.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 31 impressa (p. 33 do PDF), capítulo Fecundidade, 'Dados Básicos'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Embora o ponto de partida para as projeções seja o ano de 2022, para os nascimentos (e também para os óbitos) dados preliminares dos registros para o ano de 2023 foram utilizados.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
4. Os óbitos usados na Revisão 2024 são os registros do SIM, do Ministério da Saúde, de 1999 a 2023, com informações preliminares para 2023.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 22 impressa (p. 24 do PDF), capítulo Mortalidade, 'Dados básicos'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Os dados de óbitos utilizados foram os registros de óbitos provenientes do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM)3, de 1999 a 20234, disponibilizadas pelo Ministério da Saúde.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 24 do PDF (p. 22 impressa), nota de rodapé 4. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Informações preliminares para 2023 disponíveis em:”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
5. Para a taxa de mortalidade infantil, o IBGE utilizou no denominador os dados de nascidos vivos, provenientes da metodologia descrita na seção de fecundidade.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 23 impressa (p. 25 do PDF), início da página. Consultado em 13 de outubro de 2026.“utilizados, no denominador, os dados de nascidos vivos, provenientes da metodologia descrita na seção de fecundidade, para estimar a taxa de mortalidade infantil.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
6. Para o grupo de 0 ano, o IBGE contou os óbitos da coorte de nascimento (óbitos de menores de 1 ano no ano de análise e no ano seguinte), e não os óbitos de 0 ano ocorridos no ano de análise.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 23 impressa (p. 25 do PDF), capítulo Mortalidade. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Para o grupo etário de 0 ano de idade foram considerados os registros de óbitos da coorte de nascimento, e, não, os óbitos de 0 ano ocorridas no ano de análise.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 23 impressa (p. 25 do PDF), frase seguinte. Consultado em 13 de outubro de 2026.“ano corrente de análise e no ano seguinte, completando os óbitos da coorte de crianças de 0 ano nascida no ano de análise.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
7. O IBGE estimou a cobertura anual dos registros de óbitos, por sexo e grupo etário (incluindo 0 ano de idade), ajustando um modelo logístico a estudos de cobertura; nos anos mais recentes a cobertura está próxima da completude.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 25 impressa (p. 27 do PDF), seção 'Ajuste da cobertura do registro de óbitos'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“A estimativa anual da cobertura de óbitos para o Brasil e Unidades da Federação, por sexo e grupos etários (0 ano de idade, 1 a 4 anos e 5 anos ou mais) foi elaborada ajustando-se um modelo logístico aos pontos observados nos estudos citados acima.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 25 impressa (p. 27 do PDF), fim da seção. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Nos anos mais recentes, nos três grupos etários analisados e para ambos os sexos, a cobertura dos registros está bem próxima da completude total.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
8. Os parâmetros da curva de cobertura de óbitos foram: cobertura do SIM estimada para 2000, cobertura da metodologia Busca Ativa de 2004 a 2012 e cobertura pelo Método de Captura e Recaptura de 2015 a 2022.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 25 impressa (p. 27 do PDF), lista de parâmetros. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Cobertura ajustada para dados do SIM/MS, tendo como base a cobertura estimada no ano 2000 (Albuquerque; Senna, 2005);”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 25 impressa (p. 27 do PDF), lista de parâmetros. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Cobertura de informação de óbitos que utiliza metodologia do Busca Ativa, dos anos de 2004 a 2012;”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 25 impressa (p. 27 do PDF), lista de parâmetros. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Cobertura estimada pelo Método de Captura e Recaptura, dos anos de 2015 a 2022.”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
9. A projeção da esperança de vida ao nascer foi um ajuste logístico com base em dois pontos: a estimativa para 2023 e o valor da tábua limite, alocado em 2100.
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
Onde: p. 27 impressa (p. 29 do PDF), 'Projeções – Nível e padrão'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“realizado separadamente por sexo e Unidade da Federação, com base em dois pontos: estimativa, para 2023, e o valor da tábua limite, alocado em 2100”
- Projeções da População: Brasil e Unidades da Federação – Revisão 2024, 3ª edição (Série Relatórios Metodológicos v. 40) · IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais Estatística oficial
10. O indicador SP.DYN.IMRT.IN do Banco Mundial tem como fonte o UN IGME, que usa modelos estatísticos para obter uma linha de tendência de melhor estimativa por país.
- World Development Indicators – metadados de SP.DYN.IMRT.IN (Mortality rate, infant (per 1,000 live births)) · Banco Mundial (fonte: UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation) Organismo internacional
Onde: campo Statisticalconceptandmethodology. Consultado em 13 de outubro de 2026.“The method uses statistical models to obtain a best estimate trend line by fitting a country-specific regression model of mortality rates against their reference dates.”
- World Development Indicators – metadados de SP.DYN.IMRT.IN (Mortality rate, infant (per 1,000 live births)) · Banco Mundial (fonte: UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation) Organismo internacional
Onde: campo Source. Consultado em 13 de outubro de 2026.“UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation, UN Children's Fund (UNICEF), uri: www.childmortality.org;”
- World Development Indicators – metadados de SP.DYN.IMRT.IN (Mortality rate, infant (per 1,000 live births)) · Banco Mundial (fonte: UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation) Organismo internacional
11. Pela série UN IGME no Banco Mundial (SP.DYN.IMRT.IN), a mortalidade infantil do Brasil foi 25.6 em 2002, 16 em 2010, 12.6 em 2022 e 12.3 em 2024, por mil nascidos vivos.
- World Development Indicators – SP.DYN.IMRT.IN, Brazil (lastupdated 2026-10-08) · Banco Mundial; fonte primária UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (UNICEF, OMS, Banco Mundial, Divisão de População da ONU) Estatística oficial
Onde: registro date=2002. Consultado em 13 de outubro de 2026.“"countryiso3code":"BRA","date":"2002","value":25.6”
- World Development Indicators – SP.DYN.IMRT.IN, Brazil (lastupdated 2026-10-08) · Banco Mundial; fonte primária UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (UNICEF, OMS, Banco Mundial, Divisão de População da ONU) Estatística oficial
Onde: registro date=2010. Consultado em 13 de outubro de 2026.“"countryiso3code":"BRA","date":"2010","value":16”
- World Development Indicators – SP.DYN.IMRT.IN, Brazil (lastupdated 2026-10-08) · Banco Mundial; fonte primária UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (UNICEF, OMS, Banco Mundial, Divisão de População da ONU) Estatística oficial
Onde: registro date=2022. Consultado em 13 de outubro de 2026.“"countryiso3code":"BRA","date":"2022","value":12.6”
- World Development Indicators – SP.DYN.IMRT.IN, Brazil (lastupdated 2026-10-08) · Banco Mundial; fonte primária UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (UNICEF, OMS, Banco Mundial, Divisão de População da ONU) Estatística oficial
Onde: registro date=2024. Consultado em 13 de outubro de 2026.“"countryiso3code":"BRA","date":"2024","value":12.3”
- World Development Indicators – SP.DYN.IMRT.IN, Brazil (lastupdated 2026-10-08) · Banco Mundial; fonte primária UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (UNICEF, OMS, Banco Mundial, Divisão de População da ONU) Estatística oficial
12. Segundo as notas do TabNet do SIM e do SINASC, há dados finais disponíveis até 2024; os dados de 2025 são preliminares.
- TabNet – Óbitos infantis - Brasil (SIM), Linha = Ano do Óbito, Incremento = Óbitos p/Residênc, anos 2000-2024 · Ministério da Saúde – MS/SVSA/CGIAE (DATASUS) Estatística oficial
Onde: rodapé 'Notas' da tabela gerada. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Dados finais disponíveis até 2024 - data de extração 02/12/2025. Dados de 2025 - Preliminares - data de extração 28/07/2026.”
- TabNet – Nascidos vivos - Brasil (SINASC), Linha = Ano do nascimento, Incremento = Nascim p/resid.mãe, anos 2000-2024 · Ministério da Saúde – MS/SVSA/CGIAE (DATASUS) Estatística oficial
Onde: rodapé 'Notas' da tabela gerada. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Dados finais disponíveis até 2024 - data de extração 02/12/2025. Dados de 2025 - Preliminares - data de extração 28/07/2026.”
- TabNet – Óbitos infantis - Brasil (SIM), Linha = Ano do Óbito, Incremento = Óbitos p/Residênc, anos 2000-2024 · Ministério da Saúde – MS/SVSA/CGIAE (DATASUS) Estatística oficial
13. No IDB 2012 (RIPSA/MS), a taxa de mortalidade infantil (óbitos de menores de 1 ano por 1.000 nascidos vivos) foi estimada com dados do SIM e do SINASC corrigidos por fatores da Pesquisa de Busca Ativa.
- IDB 2012 – C.1 Taxa de mortalidade infantil, Brasil, 2000-2011 · Ministério da Saúde / RIPSA (DATASUS) Estatística oficial
Onde: tabela, linha Brasil, colunas 2002 e 2010 (2002 = 23,4; 2010 = 16,0). Consultado em 13 de outubro de 2026.“Número de óbitos infantis (menores de 1 ano) por 1.000 nascidos vivos”
- IDB 2012 – C.1 Taxa de mortalidade infantil, Brasil, 2000-2011 · Ministério da Saúde / RIPSA (DATASUS) Estatística oficial
Onde: notas da tabela. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Taxas estimadas com os dados informados ao SIM e ao SINASC corrigidos por fatores obtidos na Pesquisa de Busca Ativa realizada”
- IDB 2012 – C.1 Taxa de mortalidade infantil, Brasil, 2000-2011 · Ministério da Saúde / RIPSA (DATASUS) Estatística oficial