Indicador
Desigualdade de renda (índice de Gini)
Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita (todas as fontes): 0 = perfeita igualdade, 1 = desigualdade máxima.
- Unidade
- índice (0 a 1)
- População
- Moradores de domicílios particulares permanentes
- Território
- Brasil
- Periodicidade
- Anual
- Direção desejável
- Quanto menor, melhor
Comparações
Base e fim sempre dentro da mesma série. A regra de escolha dos anos está ao lado de cada comparação.
- 2002 → 2009: 0,589 → 0,543 índice (0 a 1) (-7,9%).
Série: PNAD anual (cálculo do Ipea). Regra: Último ano antes do primeiro mandato (2002) e último ano disponível dentro do segundo (2009; a PNAD não foi a campo em 2010, ano de Censo). - 2022 → 2025: 0,517 → 0,511 índice (0 a 1) (-1,2%).
Série: PNAD Contínua (IBGE). Regra: Último ano antes do terceiro mandato (2022) e último ano completo disponível, na mesma série.
PNAD anual (cálculo do Ipea)
Gini da renda domiciliar per capita calculado pelo Ipea com a PNAD anual. Série inativa; sem dados nos anos de Censo (2000, 2010), quando a PNAD não foi a campo; termina em 2014.
Ficha metodológica (conferida nos metadados oficiais)
- Variável
- DISOC_RDCG: Renda - desigualdade - coeficiente de Gini - INATIVA
- Unidade na fonte
- -
- Território
- Brasil
- População
- Pessoas em domicílios particulares (PNAD anual; sem a área rural da antiga região Norte até 2003)
- Frequência na fonte
- Anual
- Valor anual
- Valor anual da PNAD
- Valores
- indice
- Ajuste sazonal
- não se aplica
- Revisões
- Série inativa; sem anos de Censo.
- Metadados
- consulta oficial (conferida em 2026-10-14)
Tabela com todos os valores (18 períodos)
| Período | Valor | Situação | Mandato no ano |
|---|---|---|---|
| 1995 | 0,601 | revisado | outro governo |
| 1996 | 0,602 | revisado | outro governo |
| 1997 | 0,602 | revisado | outro governo |
| 1998 | 0,600 | revisado | outro governo |
| 1999 | 0,594 | revisado | outro governo |
| 2001 | 0,596 | revisado | outro governo |
| 2002 | 0,589 | revisado | outro governo |
| 2003 | 0,583 | revisado | Lula 1 |
| 2004 | 0,573 | revisado | Lula 1 |
| 2005 | 0,570 | revisado | Lula 1 |
| 2006 | 0,563 | revisado | Lula 1 |
| 2007 | 0,556 | revisado | Lula 2 |
| 2008 | 0,546 | revisado | Lula 2 |
| 2009 | 0,543 | revisado | Lula 2 |
| 2011 | 0,531 | revisado | outro governo |
| 2012 | 0,530 | revisado | outro governo |
| 2013 | 0,528 | revisado | outro governo |
| 2014 | 0,518 | revisado | outro governo |
PNAD Contínua (IBGE)
Primeira visita (quintas visitas em 2020 a 2022); ponderação de 2021; a reponderação pelo Censo 2022 pode revisar a série no ciclo de 2026.
Ficha metodológica (conferida nos metadados oficiais)
- Variável
- 10681: Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano
- Unidade na fonte
- Índice
- Território
- Brasil (N1)
- População
- Moradores de domicílios particulares permanentes, exceto pensionistas, empregados domésticos e seus parentes
- Frequência na fonte
- anual (2012–2025)
- Valor anual
- Indicador anual da PNAD Contínua (primeira visita; quintas em 2020 a 2022)
- Valores
- indice
- Ajuste sazonal
- não se aplica
- Revisões
- Ponderação de 2021; reponderação pelo Censo 2022 aplicada aos temas anuais no ciclo de 2026 (afirmações indice-gini.ibge.*).
- Metadados
- consulta oficial (conferida em 2026-10-14)
Tabela com todos os valores (14 períodos)
| Período | Valor | Situação | Mandato no ano |
|---|---|---|---|
| 2012 | 0,540 | definitivo | outro governo |
| 2013 | 0,532 | definitivo | outro governo |
| 2014 | 0,526 | definitivo | outro governo |
| 2015 | 0,524 | definitivo | outro governo |
| 2016 | 0,537 | definitivo | outro governo |
| 2017 | 0,539 | definitivo | outro governo |
| 2018 | 0,545 | definitivo | outro governo |
| 2019 | 0,543 | definitivo | outro governo |
| 2020 | 0,523 | definitivo | outro governo |
| 2021 | 0,543 | definitivo | outro governo |
| 2022 | 0,517 | definitivo | outro governo |
| 2023 | 0,517 | definitivo | Lula 3 |
| 2024 | 0,504 | definitivo | Lula 3 |
| 2025 | 0,511 | definitivo | Lula 3 |
Quebras de série
gini-pnad-ipea × gini-pnadc-ibge: PNAD anual e PNAD Contínua não têm correspondência direta: em 2012 a PNAD dá 0,530 e a PNAD Contínua 0,540. As séries não são emendadas.
Na Síntese de Indicadores Sociais 2017, o IBGE informa que o rendimento domiciliar per capita é coletado desde a implantação da PNAD Contínua, em 2012, e que, por diferenças metodológicas, não é comparável aos dados da PNAD, descontinuada em 2015; informa também que em 2015 houve mudança no questionário para melhorar a captação do rendimento efetivo do trabalho.[27]
Contexto e interpretação
A tabela 7435 do SIDRA, da PNAD Contínua anual, traz o Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano, no assunto Rendimento de todas as fontes.[1]
O IBGE define o índice de Gini como uma medida de concentração de uma distribuição, cujo valor varia de zero (perfeita igualdade) até um (desigualdade máxima).[2]
No rendimento domiciliar per capita do IBGE entra o rendimento habitual do trabalho (pessoas de 14 anos ou mais) e, para outras fontes, o valor recebido no mês de referência; o deflator é o IPCA.[3]
Para o IBGE, o rendimento de outras fontes inclui programas sociais do governo (Programa Bolsa Família/Auxílio Brasil, BPC-LOAS e outros), aposentadoria e pensão oficiais, aluguel e arrendamento, seguro-desemprego ou seguro-defeso, pensão alimentícia, doação e mesada de não morador e outros rendimentos.[4]
A tabela 7435 do IBGE (Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano) tem periodicidade anual, de 2012 a 2025.[5]
O IBGE calcula os indicadores anuais de rendimento de todas as fontes com a primeira visita ao domicílio; em 2020, 2021 e 2022, por causa da pandemia de COVID-19, o índice de Gini e os demais indicadores usaram a quinta visita.[6]
Com os resultados do Censo Demográfico 2022, o IBGE atualizou as populações usadas nos fatores de expansão da PNAD Contínua e aplicou a mesma metodologia à reponderação da série histórica, com início em 2012 (Nota técnica 02/2025, de 31 de julho de 2025). Segundo a nota, naquela data foram divulgadas as estimativas dos trimestres móveis; os temas anuais programados para divulgação ainda em 2025 teriam as séries reponderadas nas respectivas divulgações, e os já divulgados antes de 31 de julho de 2025, no ciclo de divulgação de 2026.[7]
Segundo a Nota técnica 02/2025, os temas anuais da PNAD Contínua já divulgados antes de 31 de julho de 2025 teriam as estimativas reponderadas no ciclo de divulgação de 2026.[8]
O Gini do rendimento domiciliar per capita publicado pelo IBGE mudou entre edições: no informativo de 2024, 2019 = 0,544 e 2024 = 0,506; no informativo de 2025, 2019 = 0,543 e 2024 = 0,504.[9]
A Amostra Mestra da PNAD Contínua de 2012 a 2024 foi selecionada com a Base Operacional Geográfica do Censo Demográfico de 2010; o IBGE anunciou atualização completa a partir dos dados do Censo 2022.[10]
No Ipeadata, a série PNADS_GINI é o coeficiente de Gini da renda domiciliar per capita de todas as fontes, multiplicado por 100.[11]
Na série PNADS_GINI do Ipea, os resultados da antiga PNAD foram multiplicados pelo fator que, em 2012, iguala o resultado da antiga PNAD ao da pesquisa que a substituiu; é, portanto, uma série ajustada, não o dado original da PNAD.[12]
A série DISOC_RDCG do Ipeadata, do Gini da renda domiciliar per capita calculado com a PNAD, está inativa e não tem dados nos anos de Censo Demográfico, quando a PNAD foi interrompida.[13]
A tabela 5801 do SIDRA (Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, 2004 a 2015) mede o Gini do rendimento mensal das pessoas de 15 anos ou mais com rendimento: é outro conceito, diferente do Gini do rendimento domiciliar per capita.[14]
Hoffmann, Jesus e Almeida (2018) registram que o IBGE adverte que as diferenças metodológicas entre a PNAD tradicional e a PNAD contínua impedem correspondência direta entre os resultados das duas pesquisas.[15]
A PNAD tradicional foi realizada pela última vez em 2015, com setembro como mês de referência; a PNAD contínua é feita desde 2012, com coleta distribuída ao longo do ano.[16]
Até 2003, a PNAD não incluía a área rural da antiga região Norte.[17]
Hoffmann, Jesus e Almeida (2018) afirmam que, no caso da distribuição da renda domiciliar per capita, com dados da PNAD tradicional até 2015 e da PNAD contínua para 2016 e 2017, é difícil saber se a mudança nos resultados de 2015 para 2016 se deve às diferenças metodológicas entre as duas pesquisas ou é uma mudança econômica real.[18]
Segundo o IBGE, em 2024 (0,504) o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita diminuiu e alcançou o menor valor da série da PNAD Contínua, com ligeira oscilação em 2025 (0,511).[19]
Pelo IBGE, o Gini do rendimento domiciliar per capita caiu de 0,540 para 0,524 entre 2012 e 2015, subiu a 0,537 em 2016 e chegou ao maior valor da série em 2018 (0,545).[20]
O IBGE informa que, no início da pandemia de COVID-19, a perda de ocupação atingiu sobretudo trabalhadores de menor rendimento, o que pode ter contribuído para a queda da desigualdade do rendimento do trabalho de quem se manteve ocupado; em 2020, a participação dos programas sociais na renda domiciliar per capita subiu de 1,7% para 5,9%.[21]
No Comunicado nº 155 do Ipea (2012), o índice de Gini da renda domiciliar per capita cai continuamente entre 2001 e 2011, pela PNAD.[22]
O Comunicado nº 155 do Ipea decompõe a queda da desigualdade na década por fontes de renda da PNAD: trabalho 58%, previdência 19%, Bolsa Família 13%, BPC 4% e outras rendas 6%.[23]
O método do Comunicado nº 155 é a decomposição do Gini por fontes de renda (Shorrocks, 1982), em que a desigualdade total é equivalente à soma das contribuições de todas as fontes, e a decomposição dinâmica (Mookherjee; Shorrocks, 1982), que analisa como cada fonte de renda contribui para mudanças na desigualdade entre dois momentos no tempo.[24]
O Comunicado nº 155 afirma que, sem as políticas redistributivas patrocinadas pelo Estado brasileiro, a desigualdade teria caído 36% menos na década; no mesmo trecho, a queda é decomposta por fontes de renda, com Previdência (19%), Bolsa Família (13%) e Benefício de Prestação Continuada (4%).[25]
O Comunicado nº 155 liga o salário mínimo à queda da desigualdade por meio dos benefícios: os aumentos reais do mínimo beneficiam aposentados e pensionistas mais pobres, e o BPC é outro canal da política de reajuste do mínimo.[26]
Em nota técnica de 29 de novembro de 2017, o IBGE informou que, embora o rendimento domiciliar fosse coletado na PNAD Contínua desde 2012, divulgava naquele momento só os dados de 2016, por causa da revisão do questionário no 4º trimestre de 2015, que alterou a captação do rendimento efetivo de trabalho.[28]
Em nota técnica sobre as principais diferenças metodológicas entre PME, PNAD e PNAD Contínua, o IBGE afirma que essas diferenças inviabilizam comparações entre as pesquisas.[29]
Nos resultados preliminares da amostra do Censo Demográfico 2022, o IBGE informa que o índice de Gini do rendimento mensal domiciliar per capita médio foi de 0,542 para o Brasil em 2022; o IBGE chama esses resultados de preliminares porque a expansão da amostra usou Áreas de Ponderação preliminares, e os resultados não preliminares serão divulgados depois.[30]
Nas Notas metodológicas n. 03/2025, o IBGE afirma que as diferenças entre o Censo 2022 e a PNAD Contínua inviabilizam uma comparação direta dos resultados de trabalho e rendimento, e que a variável rendimento domiciliar per capita também tem diferenças significativas de construção entre os dois levantamentos.[31]
O que ainda falta documentar
- Avaliações de impacto: O Comunicado nº 155 não explica como obteve os 36%; não há avaliação causal citada para esse número.
Fontes e evidências
1. A tabela 7435 do SIDRA, da PNAD Contínua anual, traz o Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano, no assunto Rendimento de todas as fontes.
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 7435 · IBGE Estatística oficial
Onde: campo nome da tabela. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano”
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 7435 · IBGE Estatística oficial
Onde: campos pesquisa e assunto. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua anual”
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 7435 · IBGE Estatística oficial
Onde: campo assunto. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Rendimento de todas as fontes”
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 7435 · IBGE Estatística oficial
2. O IBGE define o índice de Gini como uma medida de concentração de uma distribuição, cujo valor varia de zero (perfeita igualdade) até um (desigualdade máxima).
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 7 do PDF, nota de rodapé 7. Consultado em 14 de outubro de 2026.“índice de Gini é uma medida de concentração de uma distribuição, e seu valor varia de zero (perfeita igualdade) até um (desigualdade máxima).”
- Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: síntese de indicadores 2015 · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 26 do PDF, Notas técnicas, verbete Índice de Gini. Consultado em 14 de outubro de 2026.“É uma medida do grau de concentração de uma distribuição, cujo valor varia de zero (a perfeita igualdade) até um (a desigualdade máxima).”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
3. No rendimento domiciliar per capita do IBGE entra o rendimento habitual do trabalho (pessoas de 14 anos ou mais) e, para outras fontes, o valor recebido no mês de referência; o deflator é o IPCA.
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 15, notas do gráfico do Gini domiciliar per capita, nota 2. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Na composição do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, o rendimento habitual do trabalho é captado somente para pessoas de 14 anos ou mais de idade.”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1, coluna 1, 3º parágrafo (rendimento de outras fontes). Consultado em 13 de outubro de 2026.“primeira e na quinta visita, para todos os moradores do domicílio, e o valor considerado é o recebido no mês de referência da pesquisa.”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1, nota de rodapé 3. Consultado em 13 de outubro de 2026.“é utilizado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, calculado pelo IBGE.”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
4. Para o IBGE, o rendimento de outras fontes inclui programas sociais do governo (Programa Bolsa Família/Auxílio Brasil, BPC-LOAS e outros), aposentadoria e pensão oficiais, aluguel e arrendamento, seguro-desemprego ou seguro-defeso, pensão alimentícia, doação e mesada de não morador e outros rendimentos.
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1, nota de rodapé 2. Consultado em 13 de outubro de 2026.“programas sociais do governo (Programa Bolsa Família/Auxílio Brasil, Benefício de Prestação Continuada, da Lei Orgânica da Assistência Social - BPC-LOAS, outros programas sociais do governo); aposentadoria e pensão de instituto de previdência oficial”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1, nota de rodapé 2, continuação. Consultado em 13 de outubro de 2026.“aluguel e arrendamento; seguro-desemprego ou seguro-defeso; pensão alimentícia, doação e mesada de não morador; e outros rendimentos”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
5. A tabela 7435 do IBGE (Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano) tem periodicidade anual, de 2012 a 2025.
- SIDRA, tabela 7435: nome, fonte, notas e metadados (JSON público usado pela página da tabela) · IBGE Estatística oficial
Onde: campo Territorios.DicionarioNiveis.Nomes. Consultado em 14 de outubro de 2026.“"Nomes":["Brasil","Grande Região","Unidade da Federação"]”
- SIDRA, tabela 7435: nome, fonte, notas e metadados (JSON público usado pela página da tabela) · IBGE Estatística oficial
Onde: campo DataAtualizacao. Consultado em 14 de outubro de 2026.“"DataAtualizacao":"2026-05-08T10:00:00"”
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 7435 · IBGE Estatística oficial
Onde: campo periodicidade. Consultado em 14 de outubro de 2026.“"periodicidade":{"frequencia":"anual","inicio":2012,"fim":2025}”
- SIDRA, tabela 7435: nome, fonte, notas e metadados (JSON público usado pela página da tabela) · IBGE Estatística oficial
6. O IBGE calcula os indicadores anuais de rendimento de todas as fontes com a primeira visita ao domicílio; em 2020, 2021 e 2022, por causa da pandemia de COVID-19, o índice de Gini e os demais indicadores usaram a quinta visita.
- PNAD Contínua, Nota técnica 01/2025: Sobre os rendimentos de todas as fontes · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 2, 4º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Para o cálculo anual dos indicadores de rendimento de todas as fontes a partir da PNAD Contínua utiliza-se a primeira visita ao domicílio.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 01/2025: Sobre os rendimentos de todas as fontes · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 2, 6º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“a média do rendimento domiciliar per capita, o índice de Gini e todos os demais indicadores de rendimentos dos anos de 2020, 2021 e 2022 foi adotada a quinta visita ao domicílio, em alternativa ao padrão até então adotado (primeira visita) e temporariamente suspenso em decorrência da pandemia de COVID-19.”
- SIDRA, descrição da tabela 7435 para a API (desctabapi) · IBGE Estatística oficial
Onde: bloco Fonte. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, acumulado de primeiras visitas, exceto 2020-2022, acumulado de quintas visitas, devido à pandemia de Covid-19.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 01/2025: Sobre os rendimentos de todas as fontes · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
7. Com os resultados do Censo Demográfico 2022, o IBGE atualizou as populações usadas nos fatores de expansão da PNAD Contínua e aplicou a mesma metodologia à reponderação da série histórica, com início em 2012 (Nota técnica 02/2025, de 31 de julho de 2025). Segundo a nota, naquela data foram divulgadas as estimativas dos trimestres móveis; os temas anuais programados para divulgação ainda em 2025 teriam as séries reponderadas nas respectivas divulgações, e os já divulgados antes de 31 de julho de 2025, no ciclo de divulgação de 2026.
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 1, 2º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Com a divulgação dos resultados do Censo Demográfico 2022, foi possível atualizar as populações utilizadas no cálculo dos fatores de expansão da PNAD Contínua”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 2, seção 'Reponderação da série histórica'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“A mesma metodologia foi aplicada à reponderação da série histórica da PNAD Contínua, com início em 2012.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 2 do PDF, seção Reponderação da série histórica. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Com isso, a partir hoje, 31 de julho de 2025, as estimativas dos trimestres móveis da PNAD Contínua estão divulgadas, refletindo as novas estimativas populacionais baseadas no Censo 2022.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 2, seção Reponderação da série histórica, 2º parágrafo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Com isso, a partir hoje, 31 de julho de 2025, as estimativas dos trimestres móveis da PNAD Contínua estão divulgadas, refletindo as novas estimativas populacionais baseadas no Censo 2022. Os temas anuais, baseados em trimestre ou visita, programados para divulgação”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 3, 1º parágrafo (continuação). Consultado em 14 de outubro de 2026.“ainda em 2025, terão suas séries reponderadas e disponibilizadas na ocasião de suas respectivas divulgações”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 3, 1º parágrafo (continuação). Consultado em 14 de outubro de 2026.“Os demais temas anuais, que já foram divulgados antes de 31 de julho de 2025, terão suas estimativas reponderadas no ciclo de divulgação de 2026.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
8. Segundo a Nota técnica 02/2025, os temas anuais da PNAD Contínua já divulgados antes de 31 de julho de 2025 teriam as estimativas reponderadas no ciclo de divulgação de 2026.
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 3, 1º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Os demais temas anuais, que já foram divulgados antes de 31 de julho de 2025, terão suas estimativas reponderadas no ciclo de divulgação de 2026.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 02/2025: Atualização das estimativas populacionais para cálculo dos pesos da PNAD Contínua e reponderação da série histórica em 2025 · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
9. O Gini do rendimento domiciliar per capita publicado pelo IBGE mudou entre edições: no informativo de 2024, 2019 = 0,544 e 2024 = 0,506; no informativo de 2025, 2019 = 0,543 e 2024 = 0,504.
- Rendimento de todas as fontes 2024 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 14, seção 'Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Após relativa estabilidade em 2019 (0,544), o índice de Gini se reduziu para 0,524 em 2020”
- Rendimento de todas as fontes 2024 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 14, mesma seção, fim do parágrafo (após a quebra silábica 'al-cançando'). Consultado em 13 de outubro de 2026.“cançando o valor de 0,506, o menor da série.”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 14, seção 'Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“per capita foi calculado em 0,511, enquanto em 2024 a estimativa foi de 0,504, e em 2019, 0,543.”
- Rendimento de todas as fontes 2024 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
10. A Amostra Mestra da PNAD Contínua de 2012 a 2024 foi selecionada com a Base Operacional Geográfica do Censo Demográfico de 2010; o IBGE anunciou atualização completa a partir dos dados do Censo 2022.
- PNAD Contínua, Nota técnica 01/2025: Sobre os rendimentos de todas as fontes · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
Onde: p. 1, último parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“A Amostra Mestra utilizada no período de 2012 a 2024 foi selecionada a partir de dados provenientes da Base Operacional Geográfica definida no Censo Demográfico de 2010, com atualizações de parte da malha de setores censitários feitas anualmente. Uma atualização completa da mesma ocorrerá a partir dos dados do Censo Demográfico 2022.”
- PNAD Contínua, Nota técnica 01/2025: Sobre os rendimentos de todas as fontes · IBGE, Diretoria de Pesquisas Estatística oficial
11. No Ipeadata, a série PNADS_GINI é o coeficiente de Gini da renda domiciliar per capita de todas as fontes, multiplicado por 100.
- Ipeadata, metadados da série PNADS_GINI (OData v4) · Ipea Estatística oficial
Onde: campo SERNOME. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Coeficiente de Gini da renda domiciliar per capita de todas as fontes”
- Ipeadata, metadados da série PNADS_GINI (OData v4) · Ipea Estatística oficial
Onde: campo SERCOMENTARIO, frase 1 (trecho sem palavras acentuadas, que vêm em \u no JSON). Consultado em 13 de outubro de 2026.“multiplicado por 100, podendo variar entre 0 (igualdade perfeita) e 100 (maior desigualdade”
- Ipeadata, metadados da série PNADS_GINI (OData v4) · Ipea Estatística oficial
12. Na série PNADS_GINI do Ipea, os resultados da antiga PNAD foram multiplicados pelo fator que, em 2012, iguala o resultado da antiga PNAD ao da pesquisa que a substituiu; é, portanto, uma série ajustada, não o dado original da PNAD.
- Ipeadata, metadados da série PNADS_GINI (OData v4) · Ipea Estatística oficial
Onde: campo SERCOMENTARIO, frase 3. Consultado em 13 de outubro de 2026.“todos os resultados originais obtidos diretamente da fonte foram multiplicados pelo fator que, em 2012, iguala o resultado da antiga PNAD ao da PNAD”
- Ipeadata, metadados da série PNADS_GINI (OData v4) · Ipea Estatística oficial
13. A série DISOC_RDCG do Ipeadata, do Gini da renda domiciliar per capita calculado com a PNAD, está inativa e não tem dados nos anos de Censo Demográfico, quando a PNAD foi interrompida.
- Ipeadata, metadados da série DISOC_RDCG (OData v4) · Ipea Estatística oficial
Onde: campo SERNOME. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Renda - desigualdade - coeficiente de Gini - INATIVA”
- Ipeadata, metadados da série DISOC_RDCG (OData v4) · Ipea Estatística oficial
Onde: campo SERCOMENTARIO, frase 1 (texto decodificado do JSON). Consultado em 13 de outubro de 2026.“Mede o grau de desigualdade na distribuição da renda domiciliar per capita entre os indivíduos.”
- Ipeadata, metadados da série DISOC_RDCG (OData v4) · Ipea Estatística oficial
Onde: campo SERCOMENTARIO, Obs. (texto decodificado do JSON). Consultado em 13 de outubro de 2026.“Obs.: dados não calculados para os anos de Censo Demográfico, em que a Pnad foi interrompida pelo IBGE.”
- Ipeadata, metadados da série DISOC_RDCG (OData v4) · Ipea Estatística oficial
14. A tabela 5801 do SIDRA (Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, 2004 a 2015) mede o Gini do rendimento mensal das pessoas de 15 anos ou mais com rendimento: é outro conceito, diferente do Gini do rendimento domiciliar per capita.
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 5801 · IBGE Estatística oficial
Onde: campo nome da tabela. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Índice de Gini da distribuição do rendimento mensal das pessoas de 15 anos ou mais de idade, com rendimento - Série Histórica”
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 5801 · IBGE Estatística oficial
Onde: campo pesquisa. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Indicadores de Desenvolvimento Sustentável”
- API de agregados do IBGE: metadados da tabela 5801 · IBGE Estatística oficial
15. Hoffmann, Jesus e Almeida (2018) registram que o IBGE adverte que as diferenças metodológicas entre a PNAD tradicional e a PNAD contínua impedem correspondência direta entre os resultados das duas pesquisas.
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
Onde: p. 1, seção 1 (Introdução), 3º parágrafo; cita IBGE (2017a, p. 58). Consultado em 13 de outubro de 2026.“adverte que as diferenças metodológicas entre a PNAD tradicional e a PNAD contínua impedem que se faça uma correspondência direta entre resultados das duas pesquisas.”
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
16. A PNAD tradicional foi realizada pela última vez em 2015, com setembro como mês de referência; a PNAD contínua é feita desde 2012, com coleta distribuída ao longo do ano.
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
Onde: p. 1, seção 1, 2º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Dispomos dos dados da PNAD tradicional, que foi realizada pela última vez em 2015 e que, nesse período sempre coletou dados adotando setembro como mês de referência. Desde 2012 o IBGE tem realizado a PNAD contínua, com coleta de dados distribuída ao longo do ano.”
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
17. Até 2003, a PNAD não incluía a área rural da antiga região Norte.
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
Onde: p. 1, seção 1, 4º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“é o fato de até 2003 a PNAD não incluir a área rural da antiga região Norte.”
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
18. Hoffmann, Jesus e Almeida (2018) afirmam que, no caso da distribuição da renda domiciliar per capita, com dados da PNAD tradicional até 2015 e da PNAD contínua para 2016 e 2017, é difícil saber se a mudança nos resultados de 2015 para 2016 se deve às diferenças metodológicas entre as duas pesquisas ou é uma mudança econômica real.
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
Onde: p. 2, 1º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Fica difícil saber se a mudança nos resultados de 2015 para 2016 se deve às diferenças metodológicas entre as duas pesquisas ou é uma mudança econômica real.”
- A distribuição da renda no Brasil conforme a PNAD: 1995-2017 (Texto para Discussão nº 45, IEPE/Casa das Garças) · Rodolfo Hoffmann, Josimar Gonçalves de Jesus e Sara Soares Pereira de Almeida (IEPE/Casa das Garças) Estudo acadêmico
19. Segundo o IBGE, em 2024 (0,504) o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita diminuiu e alcançou o menor valor da série da PNAD Contínua, com ligeira oscilação em 2025 (0,511).
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 14, fim do parágrafo sobre o Gini domiciliar per capita. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Em 2022, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita caiu para 0,517, estabilizando-se nesse valor em 2023. Em 2024 (0,504), assim como observado para outras medidas de”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 15, 1º parágrafo (continuação). Consultado em 13 de outubro de 2026.“também diminuiu, alcançando o menor valor da série, havendo ligeira oscilação em 2025 (0,511).”
- Rendimento médio da população brasileira atinge R$ 3.367 em 2025 · IBGE, Agência de Notícias Comunicação de governo
Onde: parágrafo sobre indicadores de desigualdade. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Já o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita apresentou leve variação, passando de 0,504, em 2024, para 0,511 no último ano, mas permaneceu inferior ao nível registrado em 2019 (0,543) e em todo o período que precedeu a pandemia.”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
20. Pelo IBGE, o Gini do rendimento domiciliar per capita caiu de 0,540 para 0,524 entre 2012 e 2015, subiu a 0,537 em 2016 e chegou ao maior valor da série em 2018 (0,545).
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 14, parágrafo sobre o Gini domiciliar per capita. Consultado em 13 de outubro de 2026.“(de 0,540 para 0,524), que foi revertida a partir de 2016, quando o índice aumentou para 0,537, chegando ao maior valor da série histórica em 2018 (0,545).”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 15 do PDF, parágrafo sobre o Gini do rendimento domiciliar per capita. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Entre 2012 e 2015, houve uma tendência de redução da desigualdade do rendimento per capita medida pelo índice de Gini (de 0,540 para 0,524), que foi revertida a partir de 2016, quando o índice aumentou para 0,537, chegando ao maior valor da série histórica em 2018 (0,545).”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
21. O IBGE informa que, no início da pandemia de COVID-19, a perda de ocupação atingiu sobretudo trabalhadores de menor rendimento, o que pode ter contribuído para a queda da desigualdade do rendimento do trabalho de quem se manteve ocupado; em 2020, a participação dos programas sociais na renda domiciliar per capita subiu de 1,7% para 5,9%.
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 7, seção sobre o Gini do rendimento do trabalho. Consultado em 13 de outubro de 2026.“o que pode ter contribuído para a queda da desigualdade do rendimento do trabalho da população que se manteve ocupada.”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 8, seção 'Participação dos diversos tipos de rendimento'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Nesse ano, o aumento da participação das outras fontes se deu na rubrica programas sociais do governo (de 1,7%, em 2019, para 5,9%, em 2020)”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 7 do PDF, seção sobre o Gini do rendimento do trabalho. Consultado em 14 de outubro de 2026.“No início da pandemia de COVID-19, estimou-se uma redução brusca do contingente de ocupados, afetando sobretudo aqueles em posições mais vulneráveis e com menores rendimentos médios”
- Rendimento de todas as fontes 2025 (PNAD Contínua, informativo) · IBGE Estatística oficial
22. No Comunicado nº 155 do Ipea (2012), o índice de Gini da renda domiciliar per capita cai continuamente entre 2001 e 2011, pela PNAD.
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 27, seção 4.2 'Decomposições estáticas da desigualdade'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Como se vê, o índice de Gini da renda domiciliar per capita caiu continuamente entre 2001 e 2011.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 6, seção 1.2 'Principais Resultados'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“A partir de 2001 a desigualdade, medida pelo índice de Gini, cai entre todas as sucessivas PNADs da década”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 3 do PDF, nota de rodapé 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Este Comunicado do Ipea é baseado em texto homônimo de Marcelo Côrtes Neri e Pedro Herculano Cavalcanti Ferreira de Souza.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
23. O Comunicado nº 155 do Ipea decompõe a queda da desigualdade na década por fontes de renda da PNAD: trabalho 58%, previdência 19%, Bolsa Família 13%, BPC 4% e outras rendas 6%.
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 8, parágrafo 'Causas da Equidade'. Consultado em 13 de outubro de 2026.“pode ser decomposta pelas diversas fontes de renda captadas pela PNAD e retrabalhadas da seguinte forma: Trabalho (58%), Previdência (19%), Bolsa Família (13%), Benefício de Prestação Continuada (BPC2 4%) e Outras”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 9, 1ª linha (continuação). Consultado em 13 de outubro de 2026.“Rendas (6%) como aluguéis e juros. Ou seja, a maior parte da queda da desigualdade se deveu ao efeito da expansão trabalhista observada”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 3 do PDF, nota de rodapé 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Este Comunicado do Ipea é baseado em texto homônimo de Marcelo Côrtes Neri e Pedro Herculano Cavalcanti Ferreira de Souza.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
24. O método do Comunicado nº 155 é a decomposição do Gini por fontes de renda (Shorrocks, 1982), em que a desigualdade total é equivalente à soma das contribuições de todas as fontes, e a decomposição dinâmica (Mookherjee; Shorrocks, 1982), que analisa como cada fonte de renda contribui para mudanças na desigualdade entre dois momentos no tempo.
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 27, seção 4.1 'Metodologia', 3º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“ele é decomponível por fatores ou fontes de rendimentos (Shorrocks, 1982). Isso significa que é possível fazer a decomposição da desigualdade total para saber como cada uma das fontes que compõem a renda total contribui para a desigualdade.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 27, seção 4.1, 4º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“também é possível fazer a decomposição dinâmica do Gini, ou seja, analisar como cada fonte de renda contribui para mudanças na desigualdade entre dois momentos no tempo (Mookherjee; Shorrocks, 1982).”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 2, apresentação dos Comunicados do Ipea. Consultado em 13 de outubro de 2026.“sintética e objetiva e sem a pretensão de encerrar o debate sobre os temas que aborda, mas motivá-lo.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 3 do PDF, nota de rodapé 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Este Comunicado do Ipea é baseado em texto homônimo de Marcelo Côrtes Neri e Pedro Herculano Cavalcanti Ferreira de Souza.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
25. O Comunicado nº 155 afirma que, sem as políticas redistributivas patrocinadas pelo Estado brasileiro, a desigualdade teria caído 36% menos na década; no mesmo trecho, a queda é decomposta por fontes de renda, com Previdência (19%), Bolsa Família (13%) e Benefício de Prestação Continuada (4%).
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 9, 1º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Sem as políticas redistributivas patrocinadas pelo Estado brasileiro, a desigualdade teria caído 36% menos na década.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 3 do PDF, nota de rodapé 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Este Comunicado do Ipea é baseado em texto homônimo de Marcelo Côrtes Neri e Pedro Herculano Cavalcanti Ferreira de Souza.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 8 do PDF, parágrafo Causas da Equidade. Consultado em 14 de outubro de 2026.“pode ser decomposta pelas diversas fontes de renda captadas pela PNAD e retrabalhadas da seguinte forma: Trabalho (58%), Previdência (19%), Bolsa Família (13%), Benefício de Prestação Continuada (BPC2 4%) e Outras”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
26. O Comunicado nº 155 liga o salário mínimo à queda da desigualdade por meio dos benefícios: os aumentos reais do mínimo beneficiam aposentados e pensionistas mais pobres, e o BPC é outro canal da política de reajuste do mínimo.
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 28, 1º parágrafo. Consultado em 13 de outubro de 2026.“enquanto os aumentos reais do salário mínimo beneficiam os aposentados e pensionistas mais pobres, os benefícios mais elevados foram corrigidos apenas pela inflação.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 8, nota de rodapé 2. Consultado em 13 de outubro de 2026.“Desta forma, o BPC é outro canal de impacto da política de reajuste do salário mínimo.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
Onde: p. 3 do PDF, nota de rodapé 1. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Este Comunicado do Ipea é baseado em texto homônimo de Marcelo Côrtes Neri e Pedro Herculano Cavalcanti Ferreira de Souza.”
- Comunicados do Ipea nº 155: A Década Inclusiva (2001-2011): Desigualdade, Pobreza e Políticas de Renda · Ipea Estatística oficial
27. Na Síntese de Indicadores Sociais 2017, o IBGE informa que o rendimento domiciliar per capita é coletado desde a implantação da PNAD Contínua, em 2012, e que, por diferenças metodológicas, não é comparável aos dados da PNAD, descontinuada em 2015; informa também que em 2015 houve mudança no questionário para melhorar a captação do rendimento efetivo do trabalho.
- Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2017 · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 58 do PDF, nota de rodapé 31. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Cabe informar também que o RDPC é coletado desde a implementação da PNAD Contínua, em 2012, sendo que, em razão de diferenças metodológicas não é comparável aos dados da PNAD.”
- Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2017 · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 58 do PDF, nota de rodapé 31 (continuação). Consultado em 14 de outubro de 2026.“Além disso, em 2015, houve uma mudança no questionário para melhorar a captação do rendimento efetivo do trabalho, componente do RDPC.”
- Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2017 · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 58 do PDF, seção Distribuição de renda, 1º parágrafo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“que sucedeu à PNAD, descontinuada em 2015.”
- Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2017 · IBGE Estatística oficial
28. Em nota técnica de 29 de novembro de 2017, o IBGE informou que, embora o rendimento domiciliar fosse coletado na PNAD Contínua desde 2012, divulgava naquele momento só os dados de 2016, por causa da revisão do questionário no 4º trimestre de 2015, que alterou a captação do rendimento efetivo de trabalho.
- Nota Técnica: Divulgação do rendimento domiciliar calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1 do PDF, 3º parágrafo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Embora as informações de rendimento domiciliar venham sendo coletadas na PNAD Contínua desde o seu início em 2012, em função das mudanças ocorridas, estão sendo divulgadas hoje apenas as informações referentes ao ano de 2016.”
- Nota Técnica: Divulgação do rendimento domiciliar calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1 do PDF, 2º parágrafo. Consultado em 14 de outubro de 2026.“No 4º trimestre de 2015 o IBGE promoveu uma revisão no questionário da PNAD Contínua que culminou na alteração de diversas variáveis, incluindo aquelas referentes à captação do rendimento efetivo de trabalho.”
- Nota Técnica: Divulgação do rendimento domiciliar calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1 do PDF, assinatura. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Rio de Janeiro, 29 de novembro de 2017”
- Nota Técnica: Divulgação do rendimento domiciliar calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
29. Em nota técnica sobre as principais diferenças metodológicas entre PME, PNAD e PNAD Contínua, o IBGE afirma que essas diferenças inviabilizam comparações entre as pesquisas.
- Nota Técnica: Principais diferenças metodológicas entre as pesquisas PME, PNAD e PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1 do PDF, título. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Principais diferenças metodológicas entre as pesquisas PME, PNAD e PNAD Contínua”
- Nota Técnica: Principais diferenças metodológicas entre as pesquisas PME, PNAD e PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 2 do PDF, seção Principais Diferenças Metodológicas. Consultado em 14 de outubro de 2026.“É importante ressaltar que as diferenças metodológicas existentes entre as pesquisas inviabilizam o processo de comparações entre elas.”
- Nota Técnica: Principais diferenças metodológicas entre as pesquisas PME, PNAD e PNAD Contínua · IBGE Estatística oficial
30. Nos resultados preliminares da amostra do Censo Demográfico 2022, o IBGE informa que o índice de Gini do rendimento mensal domiciliar per capita médio foi de 0,542 para o Brasil em 2022; o IBGE chama esses resultados de preliminares porque a expansão da amostra usou Áreas de Ponderação preliminares, e os resultados não preliminares serão divulgados depois.
- Censo Demográfico 2022: Trabalho e rendimento: Resultados preliminares da amostra · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 70 do PDF, seção de distribuição do rendimento. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Em 2022, o Índice de Gini do rendimento mensal domiciliar per capita médio foi de 0,542 para o Brasil.”
- Censo Demográfico 2022: Trabalho e rendimento: Resultados preliminares da amostra · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 39 do PDF, seção Áreas de Ponderação preliminares. Consultado em 14 de outubro de 2026.“As informações presentes nesta divulgação são consideradas preliminares por se basearem na malha de Setores Censitários preliminares divulgada pelo IBGE.”
- Censo Demográfico 2022: Trabalho e rendimento: Resultados preliminares da amostra · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 40 do PDF, mesma seção. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Os resultados da amostra não preliminares serão disponibilizados em momento futuro, quando da definição das APONDs”
- Censo Demográfico 2022: Trabalho e rendimento: Resultados preliminares da amostra · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 39 do PDF, seção Áreas de Ponderação preliminares. Consultado em 14 de outubro de 2026.“o processo de expansão amostral foi executado a partir de Áreas de Ponderação (APONDs) preliminares”
- Censo Demográfico 2022: Trabalho e rendimento: Resultados preliminares da amostra · IBGE Estatística oficial
31. Nas Notas metodológicas n. 03/2025, o IBGE afirma que as diferenças entre o Censo 2022 e a PNAD Contínua inviabilizam uma comparação direta dos resultados de trabalho e rendimento, e que a variável rendimento domiciliar per capita também tem diferenças significativas de construção entre os dois levantamentos.
- Censo Demográfico 2022: Sobre as limitações na comparação dos resultados do Censo Demográfico 2022 e da PNAD Contínua. Trabalho e Rendimentos: Resultados da Amostra (Notas metodológicas n. 03/2025) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 15 do PDF, Considerações finais. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Ainda que o conjunto dessas diferenças inviabilizam uma comparação direta dos resultados desses dois levantamentos”
- Censo Demográfico 2022: Sobre as limitações na comparação dos resultados do Censo Demográfico 2022 e da PNAD Contínua. Trabalho e Rendimentos: Resultados da Amostra (Notas metodológicas n. 03/2025) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 12 do PDF, seção sobre rendimento. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Considerando as distinções na captação dos rendimentos, a construção da variável derivada rendimento domiciliar per capita também apresenta diferenças significativas entre os levantamentos.”
- Censo Demográfico 2022: Sobre as limitações na comparação dos resultados do Censo Demográfico 2022 e da PNAD Contínua. Trabalho e Rendimentos: Resultados da Amostra (Notas metodológicas n. 03/2025) · IBGE Estatística oficial
Onde: p. 1 do PDF, capa. Consultado em 14 de outubro de 2026.“Notas metodológicas n. 03/2025”
- Censo Demográfico 2022: Sobre as limitações na comparação dos resultados do Censo Demográfico 2022 e da PNAD Contínua. Trabalho e Rendimentos: Resultados da Amostra (Notas metodológicas n. 03/2025) · IBGE Estatística oficial